O ano de 2013 começou com a inauguração, dia 22 de janeiro, de uma importante obra para o sistema penitenciário catarinense, o novo presídio regional de Chapecó, com área total de 6,8 m2 e 352 vagas.
Já em março, o governador Raimundo Colombo assinou o primeiro pacote de obras do Pacto Por Santa Catarina para a área da Justiça e Cidadania.
Com isso, o sistema prisional catarinense recebeu um investimento inicial de R$ 27,7 milhões destinados à ampliação de três unidades prisionais (200 vagas na Penitenciária Sul; 324 no presídio de Canhanduba (Itajaí); 100 novas vagas na penitenciária de Joinville).
Os recursos também foram destinados para compra de equipamentos e uma parte foi entregue agora em novembro: 46 novas viaturas, 400 coletes multiameaça para proteção dos agentes penitenciários e 135 armas e munições foram distribuídos nas unidades de todo o estado.
“Já criamos mais de 2 mil vagas, mas não queremos apenas abrir espaços nas cadeias. Nossos programas de humanização e ressocialização procuram dar dignidade e trabalho aos presos”, enfatiza Ada De Luca.
Ela lembra que o estudo realizado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) coloca Santa Catarina em primeiro lugar no ranking dos Estados que promovem a ressocialização pela oferta de trabalho. Cerca de 6,5 mil apenados (43%) exercem atividade laboral nas unidades prisionais.
“Isto é uma grande conquista. Quando nós assumimos a secretaria eram apenas 20 convênios celebrados para oferta de trabalho. Fizemos uma verdadeira revolução no sistema. Multiplicamos em dez vezes este número e hoje são mais de 200”, destaca a secretária.
É importante também destacar que Santa Catarina ainda ocupa o primeiro lugar no ranking das taxas de evasão. “Um percentual de 95,4% dos presos que são soltos para saída temporária retornam para as unidades prisionais. É um excelente número”, conclui Ada De Luca.
› FONTE: Governo do Estado de SC