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Soja superando os US$17/bushel ($624/MT) e milho batendo os US$8/bushel ($314/Mt) ! Esta é a tendência de mercado !

Publicado em 24/04/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO 

A Bolsa de Chicago (CBOT) termina o último dia da semana operando em campo misto para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registraram movimentações entre 2,50 pontos negativos e 5,00 pontos positivos ao final da sexta-feira. 

O vencimento maio/21 foi cotado à US$ 6,55 com valorização de 5,00 pontos, o julho/21 valeu US$ 6,32 com alta de 1,00 ponto, o setembro/21 foi negociado por US$ 5,75 com perda de 1,50 pontos e o dezembro/21 teve valor de US$ 5,50 com queda de 2,50 pontos. 

Esses índices representaram elevações, com relação ao fechamento da última quinta-feira, de 0,77% para o maio/21 e de 0,16% para o julho/21, além de baixas de 0,35% para o setembro/21 e de 0,54% para dezembro/21.  

miho  
       
Chicago (CME)  
CONTRATO US$/bu VAR US$/MT
MAY 2021 658 7,5 259,05
jul/21 635 3,5 250,00
SEP 2021 577,75 0,5 227,46
DEC 2021 552,75 -0,5 217,62
Última atualização: 18:40 (23/04) Preço $/MT sem premio 

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho acumularam valorizações de 11,97% para o maio/21, de 10,30% para o julho/21, de 8,70% para o setembro/21 e de 7,42% para o dezembro/21 na comparação com a última sexta-feira (16). 

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho nos Estados Unidos diminuíram na sexta-feira, uma vez que os traders registraram lucros antes do fim de semana, e depois que ambos os mercados dispararam para níveis máximos de vários anos com o aperto no fornecimento doméstico e global. 

“Nada mudou fundamentalmente. Ainda é uma história de oferta e demanda dirigindo este mercado”, disse Terry Reilly, analista sênior da Futures International em Chicago. 

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou as vendas de 336.000 toneladas de milho dos EUA para destinos desconhecidos e outras 136.680 toneladas para a Guatemala. Todas as vendas cobriram suprimentos da "nova safra" para entrega na campanha de comercialização de 2021/22, começando em 1º de setembro, um fator que limitou o impacto no mercado. 

As importações chinesas de milho devem bater o recorde de 28 milhões de toneladas neste ano comercial de 2020/21, aponta relatório do escritório de Pequim do USDA. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o gigante asiático ainda não terminou de reabastecer suas reservas domésticas e aumenta a demanda interna por proteínas animais.

O mercado internacional formou consenso de que a China comprará muito mais milho do que havia sido projetado inicialmente, conforme destaca a equipe do Grupo SAG-KK. De acordo com os funcionários do USDA que trabalham em Pequim, mais quatro milhões de toneladas precisam ser adicionadas aos 24 MT estimados o último relatório de oferta e demanda do órgão oficial norte-americano.

Segundo o Serviço Agrícola Estrangeiro, “a China esgotou sua reserva temporária de milho”, e tanto especuladores quanto fábricas de processamento “estão acumulando estoques de milho por medo de futuras interrupções na cadeia de suprimentos e preocupações com problemas relacionados ao clima que poderiam reduzir a produção”.

“O mercado agrícola viveu na quinta-feira e sexta -feira, dias históricos! Na abertura do pregão e durante o dia, as cotações do milho, trigo e óleo de soja atingiram novos recordes e as altas foram e tão intensas que a comercialização chegou a paralisada na 5. feira, depois que atingiu o limite de alta estabelecido pela Bolsa de Chicago. O motivo da forte alta no dia é a maior necessidade de milho pela China”, aponta a AgResource Brasil.

A equipe do Grupo SAG-KK acredita que esse número pode ultrapassar os 30 milhões de toneladas. Soma-se também o fato de que o país asiático está buscando ofertas para importar milho americano do ciclo 21/22, da safra velha, trigo da França e milho da safra nova da Ucrânia.

miho  
       
  B3 (Bolsa)   US$/MT
mai/21 104,15 0,14% 315,61
jul/21 102,1 0,10% 309,39
set/21 97,35 0,00% 295,00
nov/21 98,64 0,64% 298,91
Última atualização: 18:00 (23/04) Preço $/MT sem premio 

Os preços futuros do milho diminuíram o ímpeto nesta sexta-feira e ficaram no campo misto da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações entre 0,43% negativo e 0,50% positivo ao final do dia. 

O vencimento maio/21 foi cotado à R$ 104,00 com baixa de 0,43%, o julho/21 valeu R$ 102,00 com alta de 0,29%, o setembro/21 foi negociado por R$ 97,35 com elevação de 0,05% e o novembro/21 teve valor de R$ 98,50 com ganho de 0,50%. 

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho acumularam valorizações de 1,17% para o maio/21, de 4,08% para o julho/21, de 3,76% para o setembro/21 e de 3,59% para o novembro/21 na comparação com a última sexta-feira (16). 

Para o analista de mercado Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a possibilidade de chuva em partes do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo ajuda a frear as cotações do milho, já que ela pegaria várias áreas com safrinha que estão com perdas grandes. 

“No Paraná já temos um potencial de perdas de 30%, mas essa chuva vai limitar as perdas e ainda dar um bom volume de milho porque crescemos mais de 1 milhão de hectares neste ano. Como o produtor veio tímido nas vendas dessa safrinha acreditando que o mercado iria subir mais, boa parte desse milho que será colhido não foi comercializado”, diz. 

Brandalizze destaca ainda que isso começa a dar algum folego aos consumidores de milho, já que o cereal parece estar chegando ao limite. “A B3 foi a R$ 104,00 e não consegue passar disso porque começa a liquidar. Os setores de ração e leite não conseguem pagar além disso”. 

A sexta-feira (23) chega ao final com os preços do milho mantendo a trajetória altista no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Grupo SAG-KK, não foram percebidas desvalorizações em nenhuma das praças.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$ US$/MT
23/04/2021 98,7 0,73% 5,32% 17,96 299,09
22/04/2021 97,98 0,20% 4,56% 17,94 296,91
20/04/2021 97,78 -0,13% 4,34% 17,6 296,30
19/04/2021 97,91 0,03% 4,48% 17,6 296,70
16/04/2021 97,88 0,25% 4,45% 17,52 Preço $/MT sem premio 

 Já as valorizações apareceram em Ponta Grossa/PR, Ubiratã/PR, Cascavel/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Pato Branco/PR, Palma Sola/SC, São Gabriel do Oeste/MS, Eldorado/MS, Amambaí/MS, Luís Eduardo Magalhães/BA e Cândido Mota/SP.  

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, os negócios no físico seguiram travados com grande diferença entre comprador e vendedor. Os pontos de atenção seguem com o clima e o câmbio. Neste segundo ponto, o dólar teve a maior sequência de baixa desde 2016”. 

A agência SAFRAS & Mercado destacou que, o mercado brasileiro de milho seguiu com seu aquecimento nesta última semana, batendo recordes de preços nas principais praças.

A oferta limitada, apreensão com o clima para a safrinha, a volatilidade do dólar e altas na Bolsa de Chicago (CBOT) foram componentes para a sustentação das cotações e para novos avanços, na visão dos analistas. 

“O mercado está extremamente complicado para os compradores, “sem ofertas” e ainda nesta quinta-feira viu o milho na Bolsa de Chicago (CBOT) disparar, com fortes altas nas cotações nos melhores níveis desde julho de 2013, impulsionado pelo sentimento de boa demanda para o cereal norte-americano, bem como pelo clima adverso no país, que tem prejudicado as atividades de plantio da safra 2021/22”, relatam os consultores da SAFRAS. 

A publicação ainda aponta que, o clima seco em muitas regiões para a safrinha faz o produtor retrair ainda mais suas ofertas, repercutindo em novas altas para o milho. Há temores quanto à quebra de safra. Para completar, a temporada fria no Brasil chega adiante e com preocupações com massas de ar polar que podem trazer riscos de geadas. 

Cenário do último ano foi de demanda aquecida e preços em alta no mercado internacional e deve se manter para o próximo ano com agravante das preocupações com a oferta da safrinha brasileira e da safra dos Estados Unidos.


SOYBEAN - SOJA

 

Os futuros da soja da Bolsa de Chicago continuaram subindo na quinta-feira, com a compra continuada na esteira dos fortes fundamentos que sustentaram o mercado por mais de uma semana, com mais suporte vindo de outro grande ganho nos preços do óleo de soja. As informações foram obtidas pelas equipe do Grupo SAG-KK.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mai/21 15,3975 6,5 0,42
jul/21 15,16 1,75 0,12
ago/21 14,675 2 0,14
set/21 13,8225 2 0,14
       

O  contrato do primeiro mês de julho violou o limite psicológico de US$ 15,00/bu, sendo  negociado a US$ 15,13/bu no fechamento de Chicago,  com alta de 36 c/bu no dia - o maior aumento diário desde a estimativa de estoques de soja do  USDA  no  final  do  ano,  superou  as  expectativas  do mercado  o  soja  atingiu  o  limite  máximo  no  final  de março.

Além das preocupações contínuas sobre o clima afetando o desenvolvimento da safra nos EUA e no Brasil, a soja ganhou apoio com a alta dos preços do óleo de soja que atingiu o limite durante o dia, com o contrato de maio encerrado em $ 62,69 ct/lb, após alta de 4% no dia. Os contratos de soja aumentaram em meio a um  “aperto  na  disponibilidade de óleo de soja dos EUA, já que  o esmagamento da soja nos EUA diminui sazonalmente e a demanda provavelmente aumentará antes da temporada de viagens  nos  EUA”,  como  informado  por  Anilkumar  Bagani,  chefe  de  pesquisa  da  corretora  de  óleo  vegetal  Sunvin Group, de Mumbai. 

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
abr/21 10
mai/21 30
jun/21 40
fev/22 25
Última atualização: 23/04/2021

Os preços da soja fecharam a semana se consolidando, ao menos para os primeiros vencimentos, em um novo patamar na Bolsa de Chicago, encerrando acima dos US$ 15,00 por bushel e acumulando altas de mais de 7% em relação à última sexta-feira (16). O contrato maio fechou o pregão desta sexta (23) com US$ 15,39, subindo 7,4%, enquanto o  julho terminou a semana com US$ 15,16. Já o agosto, que começa a refletir mais a realidade da safra americana, subiu 6,23% para US$ 14,67 por bushel. 

Um dos principais fatores de combustível para a disparada das cotações da soja - e dos grãos de uma forma geral, com a oleaginosa e o milho registrando suas máximas desde 2013 na CBOT - foi a questão climática nos Estados Unidos. 

O cenário ainda é composto por baixas temperaturas e tempo seco, o que preocupa sobre a germinação e traz alguma lentidão ao plantio e que, mais do que todas estas coisas, alimenta a especulação e a volatilidade do andamento dos futuros, atraindo, inclusive, mais fundos investidores ao mercado. No milho, suas posições compradas são recorde neste momento. 

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 576,78   23/abr
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 548,36   23/abr
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 554,55   23/abr
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 183,00 por saca

E frente ao atual cenário de oferta e demanda já muito ajustado e mais as preocupações deste momento com o clima para o desenvolvimento do plantio norte-americano, os limites de alta para as cotações dos grãos foram ampliados pela Bolsa de Chicago e os novos valores começam a valer a partir de 2 de maio. 

Assim, o atual limite de alta no milho de 25 cents passa a 40 cents de dólar por bushel, do trigo passam de 40 para 45 cents e no caso da soja esse aumento vai de 70 centavos para US$ 1,00. Os limites para os futuros dos derivados de soja também serão incrementados e passam a ser de US$ 30,00 por tonelada curta no caso do farelo e de 3,5 cents por libra-peso no caso do óleo, os valores anteriores eram de, respectivamente, US$ 25,00 e 2,5 centavos de dólar. 

Ao lado do clima, a movimentação, novamente, de alta muito forte do óleo de soja na Bolsa de Chicago e no mercado físico norte-americano também favoreceram as altas do grão na CBOT. Durante a semana, os futuros do derivado bateram no limite de alta algumas vezes e puxaram a matéria-prima na carona. 

"Os fundamentos para a soja e o milho ainda se mantêm altistas, com o mercado de olho no clima americano e também no clima seco do Brasil", explicam os analistas de mercado da Agrinvest Commodities. 

No mercado de papel de  Paranaguá, os prêmios caíram pela  sétima sessão consecutiva  com os contratos de  maio avaliados em menos 14 c/bu sobre o futuro de maio, 16 c/bu  abaixo  da  avaliação  anterior,  enquanto  os embarques de junho caíram 9 c/bu para 15 c/bu sobre os futuros de julho. As remessas de maio corresponderam a US$ 557,50/t e as remessas de junho a US$ 568,00/t, US$ 16,75/t e US$ 19,00/t mais altas no dia, respectivamente.De acordo com informações obtidas pela equipe do Grupo SAG-KK, os preços da soja recuaram no mercado internacional, muito influenciados pela alta na Bolsa de Chicago no dia de ontem. Na origem, os prêmios no Brasil caíram ainda mais sob a pressão contínua dos futuros em alta, reforçados pela valorização do real em relação ao dólar norte-americano na sexta valorização diária da moeda nos últimos oito pregões. 

  soja US$ 5,5
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mai/21 33,99 186,95 0,77%
   
Última atualização: 15:21 (23/04)  

No início do dia, uma remessa de maio foi ouvida mudando de mãos a menos 12 c/bu sobre o futuro de maio e uma negociação de julho foi encerrada a 30 c/bu sobre o futuro de julho. Na quarta-feira, rumores não confirmados diziam que a China comprou duas cargas brasileiras para entrega em 2022, sem maiores detalhes. Os prêmios também caíram acentuadamente no mercado FOB da Argentina, com os contratos de maio avaliados em menos  16  c/bu,  5  c/bu  mais  baixos  no  dia  e equivalendo a $ 556,75/t, enquanto os contratos mais longos caíram 13-17 c/bu no dia.

No mercado CFR China, as margens de esmagamento enfraqueceram  já que os futuros de farelo de soja em Dalian  e óleo de soja  não  conseguiram acompanhar a alta da soja na CBOT. Os  industriais  chineses  permaneceram  mudos, enquanto as casas de comércio controlavam os preços dos embarques de grãos brasileiros em julho. 

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
23/04/2021 180,96 -0,13% 4,42% 32,93
22/04/2021 181,2 1,05% 4,56% 33,17
20/04/2021 179,32 0,40% 3,47% 32,27
19/04/2021 178,61 0,38% 3,06% 32,11
16/04/2021 177,94 1,25% 2,68% 31,86
         

"É claro que negócios pontuais foram observados em todo o Brasil. Entretanto, parece ter sido instaurado, no lado da oferta do mercado, que a soja possui um viés claro de novas altas", afirma Matheus Pereira, diretor da Pátria Agronegócios.Apesar dessa nova disparada dos preços na Bolsa de Chicago, os novos negócios acontecendo no Brasil ainda não apresentam volumes muito expressivos de uma maneira geral. 

E o analista completa dizendo que na última atualização da consultoria, "o lineup de exportação brasileiro de soja estava em 13 milhões de toneladas, o que já é bem menor desde os picos da virada de março/abril, no entanto, ainda se mantém em níveis recordes para este período em específico".

Dessa forma, é possível observar que há nova demanda da China pela soja brasileira, com o país ainda precisando da oferta brasileira, mas com novos negócios se mostrando "escassos".

"A arbitragem entre o que o comprador (consumidor) está disposto a pagar e o que o vendedor (produtor) está disposto à vender, está muito complicada. E isso se dá por puro receio de novas vendas do lado da oferta que, como disse, consegue enxergar um viés muito claro de novas altas neste mercado", completa Pereira.

Os preços da soja subiram R$ 5,00/saca no mercado do Rio Grande do Sul e 50.000 toneladas foram vendidas nesta manhá enquanto a colheita atinge 61% no estado, de acordo com informações obtidas pelos correspondentes do Grupo SAG-KK. O mercado de soja foi enormemente valorizado no dia de hoje e a demanda foi totalmente impactada pelo feriado. Tudo o que não saiu ontem, saiu hoje e o que já era esperado para hoje saiu junto.

As valorizações ocorridas no dia de hoje chegaram até a 3,09% . Os  futuros também valorizaram semelhantemente, cerca de R$5,00 por saca, com julho chegando a R$186,50 e julho a R$187,80.

Em Santa Catarina, o mercado está “enlouquecido”, mas os negócios estão parados. Quanto mais inconstantes forem os negócios, piores ficam as vendas na maioria dos Estados. No caso de Santa Catarina, que já não vai bem, tudo ficou parado: o preço,  em seu melhor momento chegou a atingir R$185,00, desconsiderando a desvalorização do real em relação ao dólar. Apesar disto, nunca foram vistos preços tão altos antes e isso atinge a todos os grãos, não apenas soja. 

No Paraná, os preços sobem quase R$ 6,00/saca e 100.000 toneladas são vendidas hoje pela manhã.  Com os  preços decolando rapidamente devido as dificuldades de produção estadunidense as vendas acabaram por decolar  junto. Mais de 100.000  toneladas foram negociadas no Paraná  hoje,  alguns negócios foram feitos a R$184,00, mas a maioria das ofertas estava em R$179,00. Cascavel contou com alguns  negócios hoje pela manhã e cerca de 3.000 toneladas foram vendidas na região e ao menos mais 5.000 toneladas foram negociadas no Norte do Estado. 

Já em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 178 para R$ 179. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 177 para R$ 178. No porto de Rio Grande, o preço aumentou de R$ 183 para R$ 184.

Enquanto isto, em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 175 para R$ 176,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 183.

Para finalizar, em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 170 para R$ 172. Em Dourados (MS), a cotação estabilizou em R$ 165. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 165.


SUGAR - AÇUCAR

May NY world sugar 11 (SBK21) on Friday closed down -0.01 (-0.06%), and Aug London white sugar 5 (SWQ21) closed down -1.20 (-0.26%) at $461.20.

Sugar prices on Friday closed with modest losses as they consolidated below Thursday&39;s 2-month highs. Fund buying continues to support sugar prices on concern about reduced global sugar production. Dry conditions may curb sugar yields in Brazil after Somar Meteorologia recently said that soil moisture in Brazil&39;s sugar-cane growing regions has been insufficient to provide good development of cane crops.

São Paulo, which makes up 68% of Brazil&39;s total cane production, has seen the driest weather in 20 years in five of the six months through March, and yield losses could be as high as 20% in some areas, according to Somar. Also, Wilmar International on Monday said that because of prolonged dryness, Brazil&39;s 2021/22 cane crop "may barely reach" 530 MMT, down -12% y/y and the lowest in a decade. In addition, severe frost in France, the largest sugar producer in the EU, has damaged 10% of France&39;s sugar beet crop, according to farmer group CGB.

US$/MT
482,88
Preço $/MT sem premio 

Wednesday&39;s projections the USDA for sugar output were mixed for prices. On the bullish side, the USDA&39;s Foreign Agriculture Service (FAS) projects Brazil Center-Soth sugar-cane production in 2021/22 will fall -4% to 580 MMT. Conversely, the USDA&39;s FAS projects India 2021/22 sugar-cane production will climb +2.1% y/y to 389 MMT.

Sugar also garnered support on last Friday&39;s projection Green Pool Commodity Specialists that Thailand 2021/22 sugar production will only increase to 8.8 MMT 7.57 MT in the current season, below USDA projections of 10.6 MMT due to limited expansion of planted sugar acreage in Thailand.

NY sugar has support strength in foreign demand for Brazil&39;s ethanol supplies. Brazil&39;s Trade Ministry reported last Thursday that Brazil&39;s Jan-Mar ethanol exports rose +82% y/y to 548 mln liters, the highest in 5 years for this period. The stronger demand may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies.

A negative factor for sugar is concern that a record jump in weekly global Covid infections might prompt governments to tighten pandemic restrictions that curb economic growth and demand for commodities, including sugar. Also, the resurgence of the pandemic will keep pandemic restrictions in place that crimp fuel demand and encourage Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, thus boosting sugar supplies. Weekly new global Covid infections for the week ended April 19 rose +12% w/w to +5.2 million, the most since the pandemic began due mostly to surges in Brazil and India.

US$/MT
461,20
Preço $/MT sem premio 

Sugar prices were undercut by news on April 1 that India&39;s sugar output in Oct-Apr 15 rose +17% y/y to 29.1 MMT 24.83 MMT a year earlier due to a bumper crop and increased cane crushing. The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT. However, in a supportive factor for sugar prices, the Indian Sugar Mills Association (ISMA) said that India&39;s sugar mills had contracted only 4.5-4.6 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT due to a shortage of shipping containers.

Signs of abundant global sugar production are negative for prices. Unica reported last Tuesday that Brazil&39;s Center-South sugar production Oct through Mar was up +43.7% y/y to 38.465 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.07% in 2020/21 34.33% in 2019/20. Also, researcher Datagro on March 10 projected that the global sugar market in 2021/22 would shift to a surplus of +1.1 MMT after a -2.6 MMT deficit in 2020/21.

Sugar prices have underlying support concern about the possibility of reduced sugar exports Brazil. On Feb 22, Brazil reported that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May when sugar is normally the biggest crop for export.

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported March 17 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Mar 15 fell -8.2% y/y to 7.5 MMT.

Big Picture Sugar Market Factors: World sugar production in 2020/21 (Apr/Mar) climbed +0.9% y/y to 171.1 MMT after falling -8.4% in 2019/20 to 169.6 MMT (ISO). The world sugar deficit in 2020/21 widened to a -4.8 MMT deficit a +900,000 MT surplus in 2019/20 (ISO). Sugar production by Brazil, the world&39;s largest sugar producer, in 2020/21 (Apr/Mar) climbed by +32% y/y to 39.3 MMT 29.8 MMT in 2019/20, as millers diverted 46.4% of cane juice to produce sugar (up 34.9% in 2019/20) due to the weak outlook for ethanol demand and prices (Conab). Sugar production by India, the world&39;s second-largest sugar producer, climbed +13% y/y to 31 MMT in 2020/21 due to a good monsoon season (India&39;s Sugar Mills Association).

As cotações futuras do açúcar fecharam o dia no campo misto na Bolsa de Nova York e com queda leve em Londres, apesar de valorização no acumulado da semana. O dia foi de movimentação técnica, após ganhos recentes acompanhando os temores com a oferta.

O principal vencimento do açúcar na Bolsa de Nova York fechou o dia na estabilidade, cotado a US$ 16,88 c/lb, com máxima de 17,05 c/lb e mínima de 16,79 c/lb. Os outros contratos oscilaram entre altas e baixas. O tipo branco em Londres registrou perda de 0,26%, negociado a US$ 461,20 a tonelada.

Na semana, o adoçante bruto no terminal norte-americano registrou acumulado de cerca de 1%.

Depois de acompanhar com força durante a semana as preocupações com o desenvolvimento da safra brasileira de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil diante de clima adverso, o mercado do açúcar teve uma sessão mais técnica nesta sexta-feira, seguindo a véspera.

"Não é nada que muda muito o cenário de comportamento desses preços", disse Bruno Freitas, economista sênior da Datagro, sobre a movimentação mais técnica do mercado nesta reta final da semana.

Dados meteorológicos apontam que o estado de São Paulo, que abrange cerca de 70% da produção de cana no Brasil, teve o clima mais seco dos últimos 20 anos em cinco dos últimos seis meses até março. Com isso, usinas têm atrasado o início da moagem na nova safra à espera de melhor desenvolvimento das lavouras.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
23/04/2021 111 0,36% 6,58% 20,2  
22/04/2021 110,6 0,50% 6,19% 20,25  
20/04/2021 110,05 0,47% 5,66% 19,8  
19/04/2021 109,53 1,20% 5,17% 19,69  
16/04/2021 108,23 1,10% 3,92% 19,38  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 109,88      
  valor saco $ 19,98      
  valor ton $ 399,57  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
US$/MT
403,64
402,18
400,18
398,29
Preço $/MT sem premio 

O superávit de açúcar na safra global 2021/22 deverá ser menor do que o esperado inicialmente pelo mercado. O Citibank baixou sua previsão de excedente de açúcar na nova temporada para 2,9 milhões de toneladas nesta sexta-feira (23), cerca de 20% a menos do que a estimativa de março.O banco aponta que o corte é resultado da condição verificada até o momento na safra brasileira de cana-de-açúcar. Usinas no Centro-Sul do país estão com a moagem atrasada no novo ciclo produtivo à espera de um melhor desenvolvimento das lavouras, após meses com clima adverso.A expectativa de preços do

Citibank no segundo trimestre do ano é de uma média de US$ 16,20 c/lb. ($374.11 - preços este sem prêmio, fobização e frete).Do lado positivo, o mercado também olha para as recentes incursões de frio na França, maior país produtor de açúcar da União Europeia. A safra de beterraba sacarina do país perdeu até 50 mil hectares plantados com geadas. No financeiro, como pressão aos preços do açúcar nos terminais externos, os operadores da commodity repercutem a valorização do dólar ante o real brasileiro nesta sexta-feira depois de um dia de ampla valorização. Esse cenário encoraja as exportações pelo Brasil.

A semana termina com cotações internas do adoçante valorizadas ou firmes. O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, subiu 0,50%, a R$ 110,60 a saca de 50 kg na quinta-feira.

Já no Norte e Nordeste do Brasil, o açúcar registrou estabilidade, negociado a R$ 115,35 a saca, segundo dados da Datagro. O açúcar VHP, em Santos (SP), tinha na última sessão o preço FOB cotado a US$ 18,36 c/lb, com queda de 0,11% sobre o dia anterior.

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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