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Soja ultrapassa os R$180,00 / sc na B3 e ESALQ ! Milho passa dos R$ 104/sc - Açúcar cristal bate R$ 110/sc

Publicado em 22/04/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também teve um dia altista para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 16,75 e 25,00 pontos ao final do dia. 

O vencimento maio/21 foi cotado à US$ 6,50 com valorização de 25,00 pontos, o julho/21 valeu US$ 6,31 com ganho de 25,00 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 5,77 com elevação de 20,25 pontos e o dezembro/21 teve valor de US$ 5,53 com alta de 16,75 pontos. 

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 4,00% para o maio/21, de 4,13% para o julho/21, de 3,59% para o setembro/21 e de 3,17% para dezembro/21. 

miho  
       
Chicago (CME)  
CONTRATO US$/bu VAR US$/MT
MAY 2021 650,5 25 256,10
jul/21 631,5 25 248,62
SEP 2021 577,25 20,25 227,26
DEC 2021 553,25 16,75 217,81
Última atualização: 16:02 (22/04) Preço $/MT sem premio 

 Segundo informações da Agência Reuters, os futuros norte-americanos de milho atingiram máximas plurianuais na quinta-feira, chegando aos maiores patamares desde 2013, com as preocupações sobre o aperto no fornecimento global de grãos, o que desencadeou a compra a descoberto e impulsionada por fundos. 

"Esses mercados estão em grande parte comprados em excesso e vencidos por uma correção, mas ninguém quer se colocar na frente deste trem até que o ímpeto mude", escreveu o economista-chefe de commodities da StoneX, Arlan Suderman, em nota ao cliente. 

A publicação aponta ainda que, os mercados à vista domésticos firmes sugerem que os suprimentos deixados das safras de milho e soja de 2021 nos EUA estão diminuindo, e os traders continuam preocupados com o período de frio nos EUA esta semana e a seca no Brasil ameaçando as perspectivas para a próxima safra. 

Os contratos futuros do milho para maio e junho operam acima dos US$ 6 por bushel, maior patamar em oito anos. Movimento de valorização também observado o mercado da soja, que superou os US$ 15, maior valor desde maio de 2014.

Tarso Veloso, diretor de operações da consultoria AgResource, explica que o mercado está trabalhando com viés de alta desde o início do mês de abril, quando o USDA divulgou o relatório de área plantada e estoques. Além disso, para o analista, no curto prazo, o cereal ainda possui espaço para subir nas cotações.

“Quando houve a publicação dos dados, o mercado se frustrou porque os números estavam abaixo do esperado. Neste dia, o mercado atingiu altas tanto no mercado do milho, quanto soja. Nesta semana, além desses números, o que está impactando na formação de preço são as incertezas sobre clima nas lavouras”, explica Veloso.

No milho, os rumores de que a China estaria buscando algo entre um milhão a 2,5 milhões de toneladas da nova safra para outubro/novembro também mexeu com os preços: Não há como saber quando as compras serão anunciadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mas os traders discutem o interesse chinês pelo grão norte-americano há cerca de 10 dias.

Enquanto isso, continuam as incertezas com o clima para o plantio de soja e milho nos EUA e para a safrinha aqui no Brasil. No país norte-americano, o trigo em Oklahoma e em partes do Texas foi danificado por conta do frio. As temperaturas atingiram entre -6°C e -1°C, o suficiente para causar prejuízos ao cereal. Aqui no Brasil, o receio maior é com áreas de São Paulo e Paraná, principalmente”, acrescenta a AgResource Brasil. 

“Conforme alertamos em nossos relatórios, o milho está se aproximando da primeira meta de preço indicada pela AgResource, entre US$ 6,25 e US$ 6,40 . O mercado à vista nos EUA e o potencial de quebra da segunda safra de milho estão direcionando as altas dos futuros na Bolsa de Chicago e a AgResource permanece otimista e acredita em preços mais altos no longo prazo”, concluem os analistas.

Os preços do milho no mercado internacional subiram muito neste meio de semana, segundo informações que foram obtidas pela equipe do Grupo SAG-KK, enquanto o Brasil passava por um feriado nacional. Na Ásia, na bolsa chinesa de Dalian, os futuros do milho aumentaram 8 CNY / t durante o dia e foram registrados em 2.746 milhões CNY (US$ 423,05/t) para o contrato de maio.

Fontes do mercado do Vietnã estavam em grande parte fora do escritório, observando um feriado nacional, embora fontes apontassem para chegadas constantes da Índia, completando um quadro de oferta já confortável em termos de níveis de estoque e novas chegadas. A Coreia do Sul também permaneceu quieta - embora fontes comerciais tenham destacado que os principais participantes provavelmente precisarão comprar em breve, principalmente para os embarques de junho e julho.

No Mar Negro, o mercado de milho mais uma vez subiu na quarta-feira após o aumento dos futuros, com ofertas de milho ucraniano registradas em US$ 275/t FOB HIPP para carregamento em maio. Mas os compradores não se mostraram dispostos a seguir em frente, com os melhores lances ouvidos em torno de US$ 265- $ 268/t FOB HIPP.

Algum  interesse  de  carregamento  spot  do  Egito permaneceu em torno de US$ 284- $ 285/t CFR e o Irã mostrou  uma  demanda  para  carregamento  de  maio-junho  em  torno  de  US$  270/t  FOB  para  o  navio panamax.

No mercado dos EUA, os dados semanais do etanol mostraram que não houve mudança nos níveis de produção na semana até 16 de abril, com 941.000 b/d produzidos pela segunda semana consecutiva. Isso equivale a  cerca de 2,4 milhões de toneladas de milho consumidas na moagem ao longo da semana, com a movimentação desafiando as expectativas dos analistas de que a melhora nas margens estimularia os produtores a aumentar sua produção.

miho  
       
  B3 (Bolsa)   US$/MT
mai/21 104,6 0,14% 319,29
jul/21 101,88 0,18% 310,99
set/21 97,5 0,21% 297,62
nov/21 98,4 2,71% 300,37
Última atualização: 18:00 (22/04) Preço $/MT sem premio 

Os preços futuros do milho subiram na Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quinta-feira. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 1,91% e 2,52% ao final do dia. 

O vencimento maio/21 foi cotado à R$ 104,45 com alta de 1,91%, o julho/21 valeu R$ 101,70 com valorização de 2,52%, o setembro/21 foi negociado por R$ 97,30 com ganho de 2,37% e o novembro/21 teve valor de R$ 98,01 com elevação de 2,31%. 

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o clima tem mostrando bastantes mudanças com momentos de temperaturas altíssimas, outros com temperaturas baixas e geadas que podem acontecer e falta de chuva. 

“Essa é uma semana de alta nas cotações, mas terminando a cúpula do clima nesta semana e o clima dos Estados Unidos melhorando o produtor precisa ficar cauteloso porque a semana foi forte e depois pode liquidar. Nem tudo sobe pra sempre”, pontua. 

A quinta-feira (22) chega ao final com os preços do milho valorizados no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pelos correspondentes do Grupo SAG-KK, foram percebidas desvalorizações apenas na praça de Amambaí/MS. 

Já os ganhos aconteceram em Ubiratã/PR, Londrina/PR, Cascavel/PR, Castro/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Pato Branco/PR, Palma Sola/SC, Tangará da Serra/MT, Campo Novo do Parecis/MT, Eldorado/MS, Cândido Mota/SP e Itapetininga/SP. 

A agência SAFRAS & Mercado relata que, o mercado brasileiro de milho retomou os negócios após o feriado de Tiradentes com cotações firmes. A forte alta em Chicago contribuiu para avanços ainda maiores nas cotações no cenário doméstico, em meio à oferta escassa. 

“O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes. A véspera do feriado reduziu as negociações e a oferta curta mantém a sustentação dos preços nas principais praças de comercialização”, dizem os analistas da SAFRAS & Mercado.  

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$ US$/MT
22/04/2021 97,98 0,20% 4,56% 17,94 299,08
20/04/2021 97,78 -0,13% 4,34% 17,6 298,47
19/04/2021 97,91 0,03% 4,48% 17,6 298,87
16/04/2021 97,88 0,25% 4,45% 17,52 298,78
15/04/2021 97,64 0,74% 4,19% 17,36 Preço $/MT sem premio 
           

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, a estabilidade esteve presente no mercado físico do milho em São Paulo. “A volatilidade continua alta em função das especulações do clima na América do Sul e no plantio dos Estados Unidos. Pelo lado dos fundamentos, a notícias relevantes são a zeragem do imposto de importação no Brasil até o final de 2021 e a mudança na matriz de rações da China”. 

A Agrifatto Consultoria complementa ainda que “A queda-de-braço entre vendedores e compradores estabiliza o indicador de negócios do milho de Campinas/SP próximo de R$ 98,00/sc”. 

No Mato Grosso do Sul, por exemplo, o preço da saca do milho atingiu R$ 90,00 na praça de Dourados. O cereal fechou 19/04 ao valor médio de R$ 88,63/sc no estado.  

“O preço médio do cereal entre 12 a 19 de abril de 2021 valorizou 4,73%, acumulando, no mês de abril, a valorização foi 11,30%, sendo resultado da menor oferta do cereal aliada às altas nos preços do mercado externo”, aponta a Famasul. 

 

SOYBEAN - SOJA

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira, 22, com preços em forte alta. Em meio às preocupações com o clima de baixas temperaturas no Meio Oeste americano no início do plantio, o mercado enfileira oito sessões de alta, acumulando valorização de cerca de 10% neste período.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mai/21 15,3325 36 2,4
jul/21 15,1425 34,75 2,37
ago/21 14,655 33,75 2,36
set/21 13,8025 29,75 2,2
       
Última atualização: 16:00 (22/04)  

A posição julho, a mais negociada, atingiu o maior patamar em sete anos e fechou perto das máximas do dia. O movimento de ganhos foi acentuado na parte da tarde com a intensificação da presença de fundos e especuladores na ponta compradora.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 36 centavos de dólar por libra-peso ou 2,4% a US$ 15,33 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 15,14 por bushel, com ganho de 34,75 centavos ou 2,34%.

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
abr/21 10
mai/21 30
jun/21 40
fev/22 25
Última atualização: 22/04/2021

Nos subprodutos, a posição julho do farelo avançou US$ 9,20 ou 2,21% a US$ 425,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 58,95 centavos de dólar, ganho de 2,01 centavo ou 3,53%.

Além da preocupação com o clima nos Estados Unidos, o quadro fundamental tem sido essencial para esta sustentação, combinando boa demanda e estoques globais apertados.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/21, com início em 1º de setembro, ficaram em 64.300 toneladas na semana encerrada em 15 de abril. Representa um recuo de 29% frente à semana anterior e uma alta de 25% sobre a média das últimas quatro semanas. O Japão liderou as importações, com 58.200 toneladas.

Preço soja referência (chicago ):$/MT 578,07   22/abr
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 553,11   22/abr
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 549,45   22/abr
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 180,00 por saca

Para 2021/22, foram mais 315.300 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

Apesar dos preços altos, os mercados à vista permaneceram fortes, já que os industriais dos Estados Unidos têm pago uma base historicamente alta pelas entregas mais próximas e isso é visto como um sinal de aperto no mercado físico. As informações foram obtidas pela equipe do Grupo SAG-KK neste começo de  dia pós feriado no Brasil. 

O  escritório  local  do  USDA  na  Argentina  reduziu  as estimativas de produção de soja do país em 2020/21 em  2,5  milhões  de  toneladas  para  45  milhões  de toneladas,  enquanto  as  exportações  foram  reduzidas em  1,3  milhão  de  toneladas  para  5,5  milhões  de toneladas, disse um relatório datado de 15 de abril. Na origem,  o  mercado  estava  quieto  no  Brasil  em meio  ao  feriado  nacional,  enquanto  na  Argentina  os prêmios  perderam  mais  terreno  com  o  aumento  da CBOT e das taxas de frete.

O  prêmio  de  maio  na  Argentina  caiu  10  c/bu  para menos 11 c/bu sobre o futuro de maio e os contratos mais longos caíram 2 c/bu, já que o contrato de frente de junho foi  avaliado  em  2  c/bu  sobre  o  futuro  de  julho, equivalente a $ 543,50/t, $ 6,75/t mais alto no dia. Nos EUA,  a  base  CIF  barcaça  de  maio  foi  avaliada estável  no  dia  em  69  c/bu  sobre  o  futuro  de  maio, equivalente a $ 574,75, $ 9,25/t mais alto no dia. Na  frente  CFR  China,  os  industriais  chineses  ainda estavam relutantes em fazer um movimento, já que as margens de esmagamento continuavam baixas. Enquanto  isso,  as  casas  de  comércio  continuaram  a verificar os preços dos embarques de junho e julho de 2021,  mas  nenhuma  negociação  foi  relatada  na quarta-feira.

Os  prêmios  ficaram  estáveis  no  dia  com  o  marcador APM-6 para o embarque em junho da opção mais barata avaliada em 150 c/bu sobre o futuro de julho, equivalente a $ 593,5/t, alta de $ 2/t no dia devido a futuros mais altos.

O mercado da soja segue influenciado pelo aperto do mercado físico e altas históricas dos prêmios no interior dos EUA. Como há pouca oleaginosa no país, processadores aumentam as ofertas para conseguir o produto e mesmo assim, agricultores estão relutantes em vender a safra velha.

O Brasil continuou a bater um recorde histórico para as exportações de soja em abril, de acordo com dados oficiais da alfândega, os quais foram obtidos pela equipe do Grupo SAG-KK. O ritmo segue acelerado mesmo com a isenção de impostos sobre as importações de milho e produtos de soja de fora do mercado comum do Mercosul com o objetivo de reduzir os custos da pecuária.

  soja US$ 5,46
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mai/21 33,73 184,17 3,82%
   
Última atualização: 15:21 (22/04)  

Na origem, os prêmios no mercado brasileiro de papel de Paranaguá despencaram em resposta à alta nos futuros em Chicago e à grande disponibilidade à vista, enquanto o real brasileiro continuava a ganhar terreno em relação ao dólar norte-americano. Os embarques de maio foram avaliados em 2 c/bu sobre os futuros de maio, abaixo dos 12 c/bu no dia anterior e do pico recente de 26 c/bu alcançado em 12 de abril, com as negociações de maio mudando de mãos a menos 2 e a 2 c/bu sobre o futuro de maio, sem mais detalhes disponíveis. Com o prêmio atual, os contratos de maio equivaleram a US$ 540,75/t, US$ 3,50/t a mais no dia seguinte ao CBOT mais firme”, comentam os analistas de mercado.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
22/04/2021 181,2 1,05% 4,56% 33,17
20/04/2021 179,32 0,40% 3,47% 32,27
19/04/2021 178,61 0,38% 3,06% 32,11
16/04/2021 177,94 1,25% 2,68% 31,86
15/04/2021 175,74 -0,26% 1,41% 31,25

No mercado CFR China, destacamos que as casas de comércio continuaram a buscar ofertas ativamente, mas os industriais permaneceram quietos, apesar da melhora nas margens de esmagamento: O interesse de compra para o embarque de soja brasileira em julho foi ouvido em 163 c/bu sobre os futuros de julho, contra as ofertas indicadas mais de 10 c/bu acima da oferta. O indicador CFR China para remessa de junho da opção mais barata permaneceu inalterado em 151 c/bu sobre o futuro de julho, equivalendo a $ 591,50/t, um aumento de $ 8/t em relação à avaliação anterior.

Levantamento da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) mostrou que o Brasil está mantendo o ritmo acelerado de vendas de soja em grão ao exterior. Na semana entre 11 e 17 de abril o país embarcou 3,7 milhões de toneladas, mesma quantidade de uma semana antes.

Com isso, a entidade acredita que o país tem o potencial de embarcar até 16,7 milhões de toneladas de soja em grão em abril. No primeiro levantamento, a Anec apostava em 16,3 milhões de toneladas. 

Vale destacar que a entidade usa dados da previsão de embarque nos portos brasileiros.


SUGAR - AÇUCAR

May NY world sugar 11 (SBK21) on Thursday closed down -0.02 (-0.12%), and Aug London white sugar 5 (SWQ21) closed down -0.90 (-0.19%) at $462.40.

Sugar prices on Thursday fell back new 2-month highs and posted modest losses. Sugar prices gave up an early advance Thursday and turned lower after crude oil prices fell to a 1-week low, which undercut ethanol prices and weighed on sugar.

Fund buying continues to push sugar prices higher on concern about reduced global sugar production. Dry conditions may curb sugar yields in Brazil after Somar Meteorologia recently said that soil moisture in Brazil&39;s sugar-cane growing regions has been insufficient to provide good development of cane crops.

US$/MT
483,11
Preço $/MT sem premio 
 

Sao Paulo, which makes up 68% of Brazil&39;s total cane production, has seen the driest weather in 20 years in five of the six months through March, and yield losses could be as high as 20% in some areas, according to Somar. Also, Wilmar International on Monday said that because of prolonged dryness, Brazil&39;s 2021/22 cane crop "may barely reach" 530 MMT, down -12% y/y and the lowest in a decade. In addition, severe frost in France, the largest sugar producer in the EU, has damaged 10% of France&39;s sugar beet crop, according to farmer group CGB.

Another supportive factor for sugar is strength in the Brazilian real against the dollar. The real (^USDBRL) rose +1.81% Thursday to a 4-week high against the dollar, which discourages export selling Brazil&39;s sugar producers.

Wednesday&39;s projections the USDA for sugar output were mixed for prices. On the bullish side, the USDA&39;s Foreign Agriculture Service (FAS) projects Brazil Center-Soth sugar-cane production in 2021/22 will fall -4% to 580 MMT. Conversely, the USDA&39;s FAS projects India 2021/22 sugar-cane production will climb +2.1% y/y to 389 MMT.

Sugar also garnered support on last Friday&39;s projection Green Pool Commodity Specialists that Thailand 2021/22 sugar production will only increase to 8.8 MMT 7.57 MT in the current season, below USDA projections of 10.6 MMT due to limited expansion of planted sugar acreage in Thailand.

NY sugar has support strength in foreign demand for Brazil&39;s ethanol supplies. Brazil&39;s Trade Ministry reported last Thursday that Brazil&39;s Jan-Mar ethanol exports rose +82% y/y to 548 mln liters, the highest in 5 years for this period. The stronger demand may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies.

A negative factor for sugar is concern that a record jump in weekly global Covid infections might prompt governments to tighten pandemic restrictions that curb economic growth and demand for commodities, including sugar. Also, the resurgence of the pandemic will keep pandemic restrictions in place that crimp fuel demand and encourage Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, thus boosting sugar supplies. Weekly new global Covid infections for the week ended April 19 rose +12% w/w to +5.2 million, the most since the pandemic began due mostly to surges in Brazil and India.

Sugar prices were undercut by news on April 1 that India&39;s sugar output in Oct-Apr 15 rose +17% y/y to 29.1 MMT 24.83 MMT a year earlier due to a bumper crop and increased cane crushing. The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT. However, in a supportive factor for sugar prices, the Indian Sugar Mills Association (ISMA) said that India&39;s sugar mills had contracted only 4.5-4.6 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT due to a shortage of shipping containers.

US$/MT
462,40
Preço $/MT sem premio 
 

Signs of abundant global sugar production are negative for prices. Unica reported last Tuesday that Brazil&39;s Center-South sugar production Oct through Mar was up +43.7% y/y to 38.465 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.07% in 2020/21 34.33% in 2019/20. Also, researcher Datagro on March 10 projected that the global sugar market in 2021/22 would shift to a surplus of +1.1 MMT after a -2.6 MMT deficit in 2020/21.

Sugar prices have underlying support concern about the possibility of reduced sugar exports Brazil. On Feb 22, Brazil reported that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May when sugar is normally the biggest crop for export.

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported March 17 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Mar 15 fell -8.2% y/y to 7.5 MMT.

Os futuros do açúcar encerraram a sessão desta quinta-feira (22) próximos da estabilidade nas bolsas de Nova York e Londres, após ganhos seguidos nos últimos dias. Depois de iniciar o dia seguindo as preocupações climáticas, movimentos técnicos foram vistos no mercado.

O principal vencimento do açúcar na Bolsa de Nova York fechou o dia com desvalorização de 0,06%, cotado a US$ 16,88 c/lb, com máxima de 17,05 c/lb e mínima de 16,76 c/lb. O tipo branco em Londres registrou perda de 0,19%, negociado a US$ 462,40 a tonelada.

Apesar de atingir pico de US$ 17 c/lb durante a sessão, as cotações do adoçante não conseguiram se sustentar, sendo impactadas por movimentos técnicos no fim dos trabalhos nos primeiros vencimentos. Os contratos mais distantes até fecharam no azul, mas próximas da estabilidade.

"Foi uma sessão um pouco mais técnica em termos de movimento, não é nada que muda muito o cenário de comportamento desses preços", disse Bruno Freitas, economista sênior da Datagro.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
22/04/2021 110,6 0,50% 6,19% 20,25  
20/04/2021 110,05 0,47% 5,66% 19,8  
19/04/2021 109,53 1,20% 5,17% 19,69  
16/04/2021 108,23 1,10% 3,92% 19,38  
15/04/2021 107,05 0,72% 2,78% 19,03  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 109,09      
  valor saco $ 19,98      
  valor ton $ 399,60  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
US$/MT
405,13
403,11
401,21
396,45
Preço $/MT sem premio 

Do lado fundamental, como fator de suporte para a alta dos últimos dias, o mercado segue as informações climáticas relacionadas com a safra 2021/22 de cana-de-açúcar do Centro-Sul do Brasil. Os produtores têm postergado o início da colheita e moagem à espera de melhor desenvolvimento.

A consultoria Agro do Itaú BBA estima que a nova safra brasileira tenha uma queda de cerca de 7% ante a anterior, com 35,6 milhões de toneladas. A produção total de etanol no país é estimada em 29,23 bilhões de litros, ficando cerca de 4% menor ante a temporada anterior.

"A expectativa é de safra açucareira, na nossa visão com mix de açúcar em 46% e produção de 35,6 milhões de toneladas, queda de 7,3% comparada com a safra anterior", disse a consultoria

Ainda com foco nas origens, o mercado também olha para as recentes incursões de frio na França, maior país produtor de açúcar da União Europeia. A safra de beterraba sacarina do país perdeu até 50 mil hectares plantados com geadas.

As cotações também seguiram no dia informações do financeiro, segundo a consultoria Barchart, com suporte pela valorização no dia do real sobre o dólar, mas peso com a desvalorização do petróleo no cenário internacional.

A terça-feira, antes do feriado no Brasil, foi novamente marcada por valorização no mercado interno. O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, subiu 0,47%, a R$ 110,05 a saca de 50 kg na terça-feira.

Já no Norte e Nordeste do Brasil, o açúcar registrou estabilidade, negociado a R$ 115,35 a saca, segundo dados da Datagro. O açúcar VHP, em Santos (SP), tinha na última sessão o preço FOB cotado a US$ 18,38 c/lb, com alta de 0,97% sobre o dia anterior.

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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