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Dilma diz que queda da inflação em julho é 'uma maravilha'

Publicado em 09/08/2013 Editoria: Segurança Comente!


A presidente Dilma em cerimônia de apresentação de oficiais-generais no Palácio do Planalto (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

A presidente Dilma em cerimônia de apresentação de oficiais-generais no Palácio do Planalto (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

Variação do mês passado foi a mais baixa desde julho de 2010. Em 12 meses, IPCA acumula alta de 6,27%, dentro da meta do BC.

 

Evolução mensal do IPCA (Foto: Editoria de Arte/G1)

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (8) que a queda da inflação, registrada em julho, é "uma maravilha", quando questionada por jornalistas sobre o assunto.

Em pesquisa divulgada nesta quarta (7), o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, desacelerou de 0,26% em junho para 0,03% em julho. A variação foi a menor desde julho de 2010, que registrara 0,01%. No mesmo período de 2012, a taxa fora de 0,43%.

A declaração de Dilma ocorreu após cerimônia de apresentação de oficiais-generais, no Palácio do Planalto. Dilma não quis parar para falar com a imprensa e respondeu à pergunta enquanto caminhava para o gabinete presidencial. “A queda da inflação é a uma maravilha”, limitou-se a comentar.

Com o resultado de julho, o IPCA acumulado no ano ficou em 3,18% e, em 12 meses, em 6,27% - voltando para dentro da meta de inflação do governo, que permite o IPCA oscilar entre 2,5% e 6,5%. A previsão do mercado financeiro, conhecida por meio do boetim Focus, do Banco Central, é de que IPCA feche 2013 em 5,75% e 2014, em 5,87%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também divulgado nesta quarta (7) pelo IBGE, apresentou deflação de -0,13% em julho, abaixo do resultado de junho (0,28%). Com isto, a variação no ano foi para 3,17% e, nos últimos doze meses, ficou em 6,38%. Em julho de 2012 o INPC havia ficado em 0,43%.

No Planalto, jornalistas perguntaram se Dilma havia decidido adiar o leilão para a construção do trem-bala, marcado para a próxima terça (13), mas ela presidente desconversou. “Mas a cesta básica é mais importante”, afirmou. Nesta terça (6) Dilma se reuniu com o ministro dos Transportes, César Borges, e teria conversado sobre o possível adiamento da disputa.

Nesta quarta, após a divulgação dos índices de julho, a presidente afirmara, em entrevista a emissoras de rádio de Minas Gerais, que a inflação não é motivo de preocupação. “Estou tranquila em relação à inflação”, disse na ocaisão. “Ela já esteve mais alta, mas agora, sob todos os aspectos, ela vem caindo mês a mês”.

Já o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta que a inflação deverá voltar a subir nos próximos meses. Entretanto, acrescentou que deverá terminar este ano abaixo do patamar de 2012 (5,84%).

"Ela [inflação] vai ter uma sazonalidade normal e vai voltar a subir um pouco nos próximos meses, porque todo ano acontece isso. Então, já estou antecipando aqui antes que alguém diga: 'ah, a inflação vai voltar'. Claro, a inflação tem uma sazonalidade e ela está tendo um comportamento normal agora no país", declarou o ministro da Fazenda a jornalistas.

Confiança nas Forças Armadas
Em seu discurso na cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma saudou os militares e disse contar com o bom desempenho das Forças Armadasna Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016.

“Sempre que acionadas nossas Forças Armadas têm demonstrado confiança e bom desempenho. O Brasil poderá contar em todos os eventos internacionais com o trabalho de nossas forças militares”, disse.

Segundo Dilma, a sociedade brasileira “confia” no Exército, Marinha e Aeronáutica. “A sociedade confia nas Forças Armadas para garantir nossa soberania, para garantir segurança e respeito aos nossos recursos humanos e naturais. As nossas Forças Armadas contam com a competência profissional dos senhores para liderá-las.”

Ela também afirmou que a estratégia de cooperação entre países da América do Sul gerou um “cinturão de paz” na região. “A cooperação militar entre nossos vizinhos é a base para a relação de paz. Construímos um cinturão de paz em que não há espaço para guerras e conflitos entre as nações. Temos que nos orgulhar disso em um mundo permeado por guerras e conflitos”, afirmou diante dos novos generais, almirantes e brigadeiros.
 

› FONTE: g1.com

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