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Milho se mantém a R$99,00 / sc na B3, Soja atinge R$180/.sc para meses mais distantes e açúcar sobe na 5 e 11

Publicado em 06/04/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

Os preços internacionais do milho futuro operaram no campo misto da Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registraram movimentações entre 5,25 pontos negativos e 1,75 pontos positivos ao final do dia.

O vencimento maio/21 foi cotado à US$ 5,54 com alta de 1,00 ponto, o julho/21 valeu US$ 5,41 com ganho de 1,75 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 4,98 com queda de 4,25 pontos e o dezembro/21 teve valor de US$ 4,83 com baixa de 5,25 pontos.

Esses índices representaram elevações, com relação ao fechamento da última segunda-feira, de 0,18% para o maio/21 e de 0,37% para o julho/21, além de perdas de 0,80% para o setembro/21 e de 1,02% para o dezembro/21.

miho    
         
Chicago (CME)    
CONTRATO US$/bu VAR   US$/MT
MAY 2021 554,25 1   218,21
jul/21 541 1,75   212,99
SEP 2021 498,25 -4,25   196,16
DEC 2021 483,25 -5,25   190,26
Última atualização: 16:04 (06/04) Preço $/MT sem premio 

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho foram mistos, com os contratos da safra antiga subindo ligeiramente, à medida que os investidores ajustaram as posições antes do relatório mensal de oferta e demanda mundial do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na sexta-feira, que pode mostrar uma redução adicional na oferta.

A publicação destaca ainda que, os futuros do milho também obtiveram apoio da América do Sul, depois que os atrasos das chuvas reduziram o plantio da segunda safra.

“Eles plantaram com cerca de um mês de atraso e agora estão entrando em sua estação seca durante a estação de polinização. Isso pode realmente reduzir seus rendimentos”, disse Dan Smith, gerente de risco sênior da Top Third Ag Marketing.

Os futuros de milho não foram suficientes para ter um efeito pronunciado no mercado físico, uma vez que os níveis de exportação permanecem em, ou perto, altas de vários anos, uma vez que a demanda de importação da China do início do ano mantém o excedente exportável apertado, informa a equipe do Grupo SAG-KK.

Nesse cenário, as vendas semanais de exportação dos Estados Unidos caíram 82% na semana passada, para 797,3 mil toneladas para a safra antiga e estavam em 60.000 toneladas para a nova safra, embora os carregamentos permaneçam em robustos 2 milhões de toneladas por semana. Isso ocorreu porque a compra baseada em licitação na Ásia também permaneceu lenta, com as investigações de importação, em vez disso, mudando para trigo de ração relativamente barato e farinha de soja.

As avaliações médias do mercado para milho foram misturadas no início desta semana com cargas ucranianas para maio carregando US $ 2/t para US$ 260 /t FOB HIPP, enquanto a Argentina subiu US$ 2,25/t para US$ 238/t FOB Up River, os EUA subiram US$ 2,25/t a US$ 250,50/t FOB Golf e o Brasil subiu US$ 2,25/t para US$ 273/t FOB”, indica. 

O dólar reduziu o ritmo de queda nos negócios  da tarde, influenciado pela piora do petróleo, que fez a divisa dos Estados Unidos passar a subir em alguns locais, como o México.  Mas o real ainda se destacou no mercado internacional, ficando entre as divisas com melhor desempenho, com os investidores animados pelo bons indicadores da economia dos Estados Unidos, hoje do setor de serviços, e ainda repercutindo a forte criação de vagas no mercado de trabalho americano em março, que levou os índices Dow Jones e S&P500 em Nova York a novos recordes históricos.

A cotação do milho na Bolsa B3 (São Paulo) aproximou-se, ontem, do patamar de R$ 100 por saca, com o contrato de maio de 2021 do cereal alcançando o patamar máximo de R$ 99,25. De acordo com a Consultoria AgResource brasil, o “mercado reflete o cenário incerto de produção e produtividade do milho segunda safra nas principais regiões produtoras do Brasil”. 

“Com 75% do volume plantado fora da janela ideal, aumenta o risco de a safra ser impactada por geadas ou diminuição das chuvas. Além disso, a demanda pelo produto segue aquecida, refletindo o temor de granjeiros com a possível falta do grão. Nos últimos dias, algumas regiões de Mato Grosso e Goiás receberam chuvas, o que trouxe certo alívio mas não tranquilidade. Os modelos climáticos aumentaram levemente as chuvas em Mato Grosso”, comentam os analistas da Consultoria.

A AgResource Brasil aponta que última atualização dos mapas climáticos norte-americanos indica tempo um pouco mais úmido em Mato Grosso e mais seco em outras áreas do milho safrinha: “O modelo GFS revela que o centro de alta pressão, localizado na região central do Brasil, está enfraquecendo, o que irá desviar a umidade tropical para o Sul”.

“Enquanto isso, o tempo seco retorna para todas as outras áreas nos próximos 7 a 14 dias. A previsão do tempo indica que não haverá retorno das chuvas regulares ou normais, o que é crucial para o desenvolvimento do milho segunda safra. Já as temperaturas devem ficar entre 26ºC e 32ºC. A AgResource segue preocupada com a safrinha no Brasil, com o principal período de reprodução entre o fim de abril e primeira quinzena de maio”, concluem os analistas. 

miho  
       
  B3 (Bolsa)   US$/MT
mai/21 99,39 0,28% 295,80
jul/21 94,4 0,11% 280,95
set/21 88,71 0,29% 264,02
nov/21 88,95 1,66% 264,73
Última atualização: 18:00 (05/04) Preço $/MT sem premio 

A terça-feira (06) chega ao final com os preços futuros do milho valorizados e atingindo patamares históricos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,62% e 1,22% ao final do dia.

O vencimento maio/21 foi cotado à R$ 99,72 com ganho de 0,62%, o julho/21 valeu R$ 95,45 com elevação de 1,22%, o setembro/21 foi negociado por R$ 89,30 com alta de 0,96% e o novembro/21 teve valor de R$ 89,98 com valorização de 1,16%.

O analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, relata que o primeiro semestre está muito apertado já que a primeira safra teve grandes perdas, entre 6 e 8 milhões de toneladas perdidas pelo clima seco. Assim, os poucos volumes que aparecem caem diretamente nas mãos das cooperativas e dos grandes consumidores e não caem para o mercado de oferta livre.

“Os pequenos granjeiros de ovos, o setor de suíno independente e o gado leiteiro está sofrendo para conseguir milho e quem está fazendo a cotação é o produtor. O mercado está firme até maio, pelo menos, vai seguir firme em junho e depois vamos depender da safrinha”.

Brandalizze aponta que a safrinha está sofrendo com o clima e é preciso que as novas chuvas, que são apontadas pelas previsões climáticas, cheguem e melhorem as condições da safrinha. “Precisamos de chuvas porque estamos tendo problemas”.

De acordo com o analista de mercado da Germinar Corretora, Roberto Carlos Rafael, neste momento a B3 está operando bem acima do mercado físico e, até mesmo, da paridade de importação.

“Estamos vendo um movimento bem forte especulativo, mas não podemos esquecer que o produtor está capitalizado e dosa os volumes no mercado. Além disso, o mercado também ficará preocupado até a chegada do milho safrinha, face a uma safra de verão muito pequena”.

Outro ponto destacado com sustentador desta alta são os preços internacionais também em elevação. “Esse patamar hoje na B3 nem o mais otimista em preços poderia imaginar a 1 ano atrás que isto aconteceria. Foi uma sucessão de casos, inclusive, uma forte alta nos preços no mercado internacional”, diz Rafael.

Na visão do analista, o futuro dos preços do cereal no Brasil está atrelado, entre outros fatores, a manutenção ou não dos níveis de consumo. “Tudo vai depender se vai haver redução de consumo, visto que margens de aves e suínos estarem negativas, do dólar, do movimento de preços na CBOT, do andamento da safra dos EUA, do andamento da safrinha, da intenção de venda de produtores que estão bem capitalizados e a movimentos de compra da China”.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$ US$/MT
06/04/2021 94,7 0,70% 1,06% 16,92 281,85
05/04/2021 94,04 0,15% 0,35% 16,58 279,88
01/04/2021 93,9 0,20% 0,20% 16,46 279,46
31/03/2021 93,71 -0,54% 9,72% 16,66 278,90
30/03/2021 94,22 -0,19% 10,31% 16,39 Preço $/MT sem premio 

Os preços do milho também subiram no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas desvalorizações apenas na praça de Brasília/DF (1,30% e preço de R$ 76,00).

Já as valorizações apareceram no Oeste da Bahia (0,34% e preço de R$ 73,75), Londrina/PR e Cândido Mota/SP (0,58% e preço de R$ 86,50), Dourados/MS (1,15% e preço de R$ 88,00), Panambi/RS (1,20% e preço de R$ 81,00), Não-Me-Toque/RS (1,25% e preço de R$ 81,00), Palma Sola/SC (1,72% e preço de R$ 88,50) e Amambaí/MS (2,41% e preço de R$ 85,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, o milho abriu esta semana firme, com o mercado ainda digerindo os dados dos Estados Unidos. “Apesar disto, as chuvas deram as caras em Goiás e no Mato Grosso favorecem o plantio na maioria destas regiões. Já o dólar é um ponto de atenção, porém teve pouca oscilação nos últimos dias”.

No Mato Grosso, o preço do milho disponível vem alcançando patamares recordes, atingindo a marca de R$ 72,36 a saca na última semana.

“Dentre os fatores observados na semana, a divulgação trimestral das perspectivas de plantio do milho nos EUA pelo USDA teve grande influência no preço da CMEGroup e consequentemente no estado. A alta no dólar, a redução da produção esperada do milho primeira safra no Brasil somado a semeadura tardia em Mato Grosso continuam sendo importantes fatores de alta no estado”, aponta o Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária).

Enquanto isso, o Paraná já semeou 99% das lavouras de segunda safra, se dividindo entre germinação (8%), descanso vegetativo (87%), floração (4%) e frutificação (1%). Já a colheita da safra verão está em 88% do total com 3% ainda em frutificação e 97% já na fase de maturação.

No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho está ficando de lado e a atenção está voltada para a soja, de acordo com informações obtidas por correspondentes do Grupo SAG-KK. Com a colheita de soja retomando os trabalhos na maioria das regiões do Estado, o milho parece ter sido deixado de lado hoje em negócios no Rio Grande do Sul. Mais uma vez, o que se viu foi um mercado pontual, entre pequenos volumes, em sua maioria FOB nas localidades e, tendo como compradores pequenos consumidores, como granjas e produtores independentes.

Após altas de 9,6% em março, os compradores de Santa Catarina esperam ‘ofertas firmes’ para negociar. A semana iniciou também com poucos movimentos no mercado de Santa Catarina, em um início de mês que vem refletindo as fortes altas com que compradores tomaram o milho durante o mês de março. E não é pra menos: no dia 01/03, reportávamos negócios em uma média de R$ 83,00 CIF no Estado, ao passo que desde ontem os, compradores buscavam lotes a até R$ 91,00+ ICMS, uma alta de 9,6%, sem contar os impostos.

No Paraná, as altas de março em lotes do estado chegaram a 13,7%, com compradores a R$ 92,00 no CIF Norte neste início de Abril. As altas reportadas em negócios pelos nossos correspondentes  atingiram até 13,7% em determinadas regiões do Paraná, com destaque ao alcance de preços do Sudoeste, Oeste e Norte central do Estado, onde a demanda pelo cereal é maior se comparada às outras regiões. Nos Campos Gerais, por exemplo, os negócios iniciaram o mês passado em torno de R$ 80,00 a saca, e hoje pela manhã, foram vistos a R$ 95,00. No oeste e norte, esta mesma base foi elevada a até R$ 92,00.


SOYBEAN - SOJA
 

Em uma sessão bastante volátil, os preços da soja fecharam em campo positivo nesta terça-feira (6) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa terminaram o dia com ganhos entre 2,25 e 6 pontos nos principais contratos, com o maio terminando o dia com US$ 14,18 e o setembro, US$ 13,05 por bushel. Ao longo do dia, altas de mais de 10 pontos novamente foram registradas pelos preços da commodity. 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mai/21 14,1875 6 0,42
jul/21 14,1125 5,75 0,41
ago/21 13,7525 3 0,22
set/21 13,05 2,5 0,19
       
Última atualização: 17:02 (06/04)  

O mercado permanece digerindo o último boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de intenção de plantio e da sinalização de uma área destinada à soja menor do que o esperado. 

"Nesse momento, o principal papel dos preços é incentivar o aumento da área para 2021/22, ou seja, forçar o produtor americano a mudar de opinião em relação ao baixo crescimento para a próxima temporada", explicam os analistas da Agrinvest. "A área é incompatível à demanda: Os preços precisam fazer seu trabalho, precisam “mudar a cabeça” do produtor americano". 

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
abr/21 -25
mai/21 -10
jun/21 15
fev/22 20
Última atualização: 06/04/2021

A área de soja norte-americana para a safra 2021/22 foi estimada em 35,45 milhões de hectares, 5% maior do que a da safra anterior. As projeções, porém, variavam entre 34,84 a 37,07 milhões de hectartes, com média de 36,42 milhões.

Paralelamente, atenção ao cenário climático nos Estados Unidos e em como as condições deverão interferir nas decisões dos produtores norte-americanos a partir de agora. 

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 526,81   06/abr
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 516,82   06/abr
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 520,83   06/abr
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 175,00 por saca

Na outra ponta, foco na demanda, no comportamento da China para o que ainda precisa comprar de soja para garantir seu abastecimento e no mercado de derivados. Nesta terça-feira, os futuros do óleo de soja subiram mais de 2% e o farelo fechou o dia com estabilidade. 

Com as margens de esmagamento chinesas permanecendo em território negativo e grande volatilidade no meio da semanapassada  e início desta semana no mercado futuro da soja, no internacional, as negociações foram limitadas ao longo do dia de hoje à medida que os compradores se afastavam. Foi isso quea equipe do Grupo SAG-KK leventou no mercado. 

  soja US$ 5,6
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mai/21 31,26 175,06 0,16%
   
Última atualização: 15:12 (06/04)  

Na origem, o Brasil subiu US$ 6,50/t para US$ 520,25/t FOB, uma vez que os prêmios aumentaram 18 centavos para 10 centavos em relação a maio,  Paranaguá subiu US  $  6,50/t  para  US  $  516,50  /t  como  os  prêmios  se moveram  de  forma  semelhante  para  ser  plana  com  o subjacente, e Argentina perdeu US $ 1,25 /t para US $ 522,25 /t FOB como os prêmios subiram 4 centavos para 15 centavos em relação a maio. As indicações para a soja americana do Golfo subiram 25 centavos para US $ 543/t como os prêmios subiram 1 centavo para 72 centavos sobre o contrato de maio.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
06/04/2021 173,65 0,47% 0,20% 31,02
05/04/2021 172,84 -0,59% -0,27% 30,47
01/04/2021 173,86 0,32% 0,32% 30,47
31/03/2021 173,3 0,97% 3,49% 30,82
30/03/2021 171,64 -0,60% 2,50% 29,87

Em uma base entregue à China, os preços para novembro foram de US$ 563/t com o prêmio equivalente caiu 9 centavos ao longo da semana para 126 centavos sobre o contrato de maio de Chicago. As vendas semanais de exportação líquida dos EUA foram de 105.800  toneladas, uma vez que novas cargas para China, Egito e Japão foram compensadas por cancelamentos equivalentes a cerca de quatro navios, enquanto  as  vendas  para  a  nova  safra  chegaram  a 131.000 toneladas.

Em Chicago a soja  teve mais um  Impulso hoje pela manhã, agora renovado diante de um mercado que encontra intenções de plantio abaixo do esperado. Assim, o cenário das ações permaneceria ajustado  nos EUA. 

No mercado físico brasileiro, apesar de uma nova baixa intensa do dólar, os preços subiram em algumas praças, como Rondonópolis, Primavera do Leste, Alto Garças e Itiquira, em Mato Grosso, onde as referências variam entre R$ 162,00 e 165,00 por saca. Em Brasília/DF, alta de 1,19% para R$ 162,00. 

Os ganhos são motivados pelos patamares mais elevados sendo registrados na Bolsa de Chicago e, em partes, também pelo câmbio, uma vez que mesmo com baixas sendo observadas, a moeda americana segue na casa dos R$ 5,60. 

Nos portos, as referências seguem acima dos R$ 170,00 por saca, e nas posições mais distantes chegam a superar os R$ 180,00.  


SUGAR - AÇUCAR

 

May NY world sugar 11 (SBK21) on Tuesday closed up +0.32 (+2.16%), and May London white sugar 5 (SWK21) closed up +4.30 (+1.02%) at $427.70.

Sugar prices on Tuesday posted moderate gains, with NY sugar at a 1-week high. Strength in crude oil and the Brazilian real (^USDBRL) on Tuesday gave sugar prices a lift. Crude oil rose more than +1% Tuesday, which is positive for ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production and curb sugar supplies. The Brazilian real climbed +1.22% on Tuesday to a 1-1/2 week high against the dollar, which reduces the incentive for export selling by Brazil&39;s sugar producers.

US$/MT
442,47
Preço $/MT sem premio 

NY sugar tumbled to a 3-month low last Wednesday on demand concerns and abundant supplies. Brazil reported a record of 3,869 Covid deaths last Wednesday, which may prompt the government to extend lockdowns that crimp fuel demand and may force Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, thus boosting sugar supplies.

Sugar prices were also being undercut by last Thursday&39;s news that India&39;s sugar output in Oct-March rose +19% y/y to 27.76 MMT 23.3 MMT a year earlier due to a bumper crop and increased cane crushing. The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT. However, in a supportive factor for sugar prices, the Indian Sugar Mills Association (ISMA) said that India&39;s sugar mills had contracted only 4.5-4.6 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT due to a shortage of shipping containers.

US$/MT
427,70
Preço $/MT sem premio 

Sugar prices continue to be undercut by demand concerns as a third Covid wave in Europe has prompted France, Germany, and Italy last week to widen their pandemic lockdown measures, which will reduce economic growth and commodity demand.

Signs of abundant global sugar production are negative for prices. Unica reported March 18 that Brazil&39;s Center-South sugar production Oct through mid-Mar was up +44% y/y to 38.287 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.16% in 2020/21 34.38% in 2019/20. Also, researcher Datagro on March 10 projected that the global sugar market in 2021/22 would shift to a surplus of +1.1 MMT after a -2.6 MMT deficit in 2020/21.

Sugar prices have underlying support concern about the possibility of reduced sugar exports Brazil. On Feb 22, Brazil reported that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May when sugar is normally the biggest crop for export.

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported March 17 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Mar 15 fell -8.2% y/y to 7.5 MMT.

O mercado do açúcar encerrou a sessão desta terça-feira (06) com ganhos expressivos nas bolsas de Nova York e Londres. O dia foi marcado pelas altas do petróleo no cenário internacional, além de valorização do real ante o dólar contribuindo para o suporte.

O principal vencimento do açúcar na Bolsa de Nova York encerrou o dia com valorização de 2,16%, cotado a US$ 15,16 c/lb, com máxima de 15,21 c/lb e mínima de 14,79 c/lb. O tipo branco em Londres subiu 1,02%, negociado a US$ 427,70 a tonelada.

Com a alta no dia, as cotações do adoçante testaram máximas de cerca de uma semana em Nova York neste pregão do açúcar bruto. A força do petróleo no cenário internacional e a valorização do real brasileiro contribuíram para a elevação dos preços.

"O petróleo bruto chegou a ter alta de 3% hoje, o que é positivo para os preços do etanol e pode levar as usinas de açúcar do Brasil a desviar maior moagem da cana para a produção do biocombustível em vez de açúcar, e reduzir o fornecimento", disse a Barchart.

O dólar recuou ante o real, cotado a R$ 5,60. Enquanto os dois tipos do petróleo saltavam mais de 1%, ambos em cerca de US$ 60 o barril diante de fortes dados econômicos da China e dos Estados Unidos no dia.

Paralelamente, o mercado também monitora as condições climáticas para o desenvolvimento da safra 2021/22 que começou a ser moída no Centro-Sul do Brasil. A previsão de chuvas bastante irregulares nos próximos dias no cinturão produtor do país.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
06/04/2021 105,66 0,68% 1,45% 18,87  
05/04/2021 104,95 0,19% 0,77% 18,5  
01/04/2021 104,75 0,58% 0,58% 18,36  
31/03/2021 104,15 -2,49% -4,68% 18,52  
30/03/2021 106,81 -1,21% -2,24% 18,59  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 105,26      
  valor saco $ 18,80      
  valor ton $ 375,94  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
US$/MT
377,36
374,82
374,11
371,96
Preço $/MT sem premio 

Por outro lado, seguem as atenções nas softs commodities para a demanda, com uma chamada terceira onda de contaminações da Covid-19 na Europa, apesar dos esforços de vacinação em todo o mundo. Apesar disso, dados positivos no dia já apontam maior apetite pelo adoçante.

E outra informação que dever ser monitorada de perto refere-se a as posições líquidas compradas (long) pelos grandes fundos e especuladores no mercado do açúcar na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), considerando apenas futuros, caíram para 190.169 contratos até 30 de março, sobre 198.687 posições da semana anterior, segundo a Commodity Futures Trading Comission (CFTC).

As casas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, estavam com uma posição líquida vendida (short) de 236.644 contratos. As posições não reportáveis, de pequenos especuladores e negociadores locais, em posição líquida comprada (long) eram de 46.475 contratos, segundo a CFTC.

Até o dia 30 de março, eram 1.049.454 contratos em aberto no mercado futuro do açúcar na ICE, com alta de 475 lotes na semana.

A semana começou com leves ganhos no mercado doméstico do açúcar, apesar de início da moagem da nova safra. Levantamento do Cepea indica que, até a primeira quinzena de abril, 73 usinas já deverão estar em operação em São Paulo, e até o final do mês, serão 106 usinas paulistas.

O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, subiu 0,19%, a R$ 104,95 a saca de 50 kg.

Já no Norte e Nordeste do Brasil, o açúcar registrou estabilidade, a R$ 112,10 a saca, segundo dados da Datagro.

O açúcar VHP, em Santos (SP), tinha na última sessão o preço FOB cotado a US$ 16,19 c/lb ($466/mt), com alta de 0,84% sobre o dia anterior.

 

 

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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