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Soja em queda na CBOT, mas em alta no interior e nos portos do Brasil

Publicado em 29/03/2021 Editoria: AgroNews Comente!


 

CORN - MILHO

Os preços internacionais do milho futuro contabilizaram perdas durante toda a segunda-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações negativas entre 4,50 e 5,75 pontos ao final do primeiro dia da semana.

 

O vencimento maio/21 foi cotado à US$ 5,46 com desvalorização de 5,75 pontos, o julho/21 valeu US$ 5,31 com queda de 4,50 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 4,79 com baixa de 4,75 pontos e o dezembro/21 teve valor de US$ 4,61 com perda de 5,28 pontos.

 

Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 1,09% para o maio/21, de 0,75% para o julho/21, de 0,83% para o setembro/21 e de 1,07% para o dezembro/21.

 

miho    
         
Chicago (CME)    
CONTRATO US$/bu VAR   US$/MT
MAY 2021 546,75 -5,75   215,26
jul/21 531,25 -4,5   209,15
SEP 2021 479 -4,75   188,58
DEC 2021 461,25 -5,25   181,59
Última atualização: 16:02 (29/03) Preço $/MT sem premio 

 

Segundo informações do site internacional Successful Farming, na segunda-feira, os mercados agrícolas do CME Group começam a semana em baixa. Jason Ward, da Northstar Commodity, disse à publicação, que todos parecem estar focados em quantos acres vamos plantar, com todos esperando uma quantidade recorde de acres de milho/soja combinados.

 

“Qualquer coisa acima de 180,3 milhões de acres quebraria o recorde de 2017, e ninguém está esperando uma área menor. O interessante serão as estimativas de estoque. É interessante notar que, das estimativas mais altas para as mais baixas na categoria de milho, existe uma faixa de 407 milhões de bushel. Esta é uma diferença substancial no suprimento de milho de um volume máximo para o mínimo de 1.500 bilhões de bushel”, diz Ward.

 

A Agência Reuters acrescenta ainda que, previsões de clima favorável para o plantio no meio-oeste norte-americano também contribuíram para esse recuou de 1%.

 

“Os futuros de milho da CBOT foram negociados em baixa nas previsões de temperaturas acima do normal em todo o cinturão do milho durante a primeira metade de abril, o que poderia contribuir para um início oportuno do plantio de milho nos EUA”, apontou Dan Cekander, presidente da DC Analysis.

 

De acordo com informações obtidas pela equipe do Grupo SAG-KK, os preços do milho estão se recuperando no mercado internacional, mesmo que de forma mais leve. Nos mercados à vista e começando na Ásia, os futuros do milho na Bolsa de Dalian diminuíram ligeiramente, com o contrato de maio ainda em CNY2.714 /t ($ 414,91/t).

 

O dia começou  com a Kocopia,  associação sul-coreana de  processamento  de  milho,  lançando  uma  licitação para  comprar  55.000  toneladas  de  milho  de  origem mundial, com entrega em 20 de julho. Mas a associação deixou o mercado de mãos vazias, já que  os  preços  do  milho  continuam  pouco  atraentes, especialmente para o milho comestível, que normalmente é negociado com prêmio.  As ofertas para o Vietnã foram ouvidas no nível de US$ 299,10/t para carregamento em maio em uma base CIF Phu My e Cai Mep, no sul do Vietnã, limitando os ganhos, mesmo com os futuros subjacentes subindo.

 

O mercado de milho da Ucrânia permaneceu quase inalterado novamente. Mas os compradores estavam ausentes mais uma vez. No  mercado  doméstico, os lances oficialmente mostrados diminuíram para US$ 248- $ 252/t CPT, mas contra nenhuma oferta firme, os vendedores ficaram em torno de US$ 257/t -pelo  menos  para  o  milho normal.

 

Em termos de dados, as exportações semanais de milho da Ucrânia totalizaram 502 mil toneladas, elevando o total para 15,8 milhões de toneladas, uma queda de 30% em relação ao mesmo ponto de 2020. Isso significa que há  um total  de 8,2 milhões de toneladas, ou  cerca de 630 mil  toneladas métricas por semana, ainda disponíveis para serem exportadas nas próximas 13 semanas dentro do limite de exportação acordado de 24 milhões de toneladas métricas.

 

Os preços futuros do milho perderam força ao longo do dia e, após subir pela manhã, encerraram a segunda-feira praticamente estáveis na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações entre 0,07% negativo e 0,08% positivo ao final do dia.

 

O vencimento maio/21 foi cotado à R$ 94,56 com alta de 0,01%, o julho/21 valeu R$ 89,67 com ganho de 0,08%, o setembro/21 foi negociado por R$ 84,50 com elevação de 0,04% e o novembro/21 teve valor de R$ 85,12 com queda de 0,07%.

 

miho  
       
  B3 (Bolsa)   US$/MT
mai/21 94,37 -0,20% 272,59
jul/21 89,5 -0,19% 258,52
set/21 84,44 -0,07% 243,91
nov/21 85,12 -0,07% 245,87
Última atualização: 18:00 (29/03) Preço $/MT sem premio 

 

O analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, considera que o milho na B3 está em uma acomodação nesse patamar de R$ 94,00 no curto prazo de maio e abaixo de R$ 90,00 de julho para frente, em sinal de que já há uma acomodação.

 

“De abril em diante o setor de ração deve se ajustar e nós poderemos ter até queda no uso de ração em abril e maio, com o setor esperando para voltar as compras com a chegada da safrinha de junho em diante. O mercado bateu no teto e não consegue evoluir, esses patamares dão prejuízo para o consumidor”, diz.   

 

Hoje respondemos a uma pergunta de um cliente: ‘O que faço com a soja e o milho?’ Nossa recomendação foi: ‘Venda a soja e segure o milho’, porque, embora os lucros da soja sejam maiores, acreditamos que o milho tenha um viés de alta maior do que o da soja a médio prazo”.

 

De acordo com a Consultoria AgResource Brasil o mercado também se posiciona para o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre estoques trimestrais e área plantada, que será divulgado em 31 de março. Traders do mercado estimam que os fundos venderam cerca de 7,2 mil contratos de soja. Para o milho, estima-se a compra de 4,4 mil contratos.

 

FATORES POSITIVOS

 

Dólar elevado, em relação a todas as previsões do início do ano, reflete nos preços;
Preços lucrativos para os agricultores brasileiros, que não tem pressa em vender;
Preços do biocombustível subiram US$ 45 cents/galão nos EUA esta semana.

 

FATORES NEGATIVOS

 

Fundos reduzindo posições em Chicago, pressionam as cotações;
Queda nos mercados de óleos vegetais nesta semana, principalmente palma e soja;
Estimativa de aumento de área de soja nos EUA, a ser divulgada nesta semana;
No Brasil, preços do farelo em queda, não permitem subir os preços da soja.


De acordo com nossos correspondentes, o mercado do milho no Rio Grande do Sul está mais calmo hoje, o que segue o comportamento de sexta-feira .O mercado de milho no Rio Grande do Sul apresentou um ritmo calmo de compras e as indicações que se apresentaram durante a semana foram mantidas. Negócios pontuais teriam saído somente na região de Não-Me-Toque e Carazinho, ao preço de R$ 89,00 a saca, com entrega para maio.

 

No mais, permanece a indicação de Arroio do Meio e Marau de R$ 89,00 em uma  entrega  CIF.  Sabe-se que outras indústrias têm melhorado um pouco suas indicações, em até R$ 1,00 por saca, mas mesmo assim, sem apresentar negócios.

 

Nesse cenário, Santa Catarina busca por lotes do Mato Grosso do Sul, preços CIF consolidados em R$ 90,00. Para não dizer que esfriou, ficou morno. Há intenção de compra por parte das indústrias de Santa Catarina e os compradores continuam ávidos pela busca de lotes, no entanto, os relatos que ouvimos levam a crer que o mercado ficou “na conversa” hoje no Estado. Há que se dizer, no entanto, que essa busca parece se intensificar a cada dia nos lotes do Mato Grosso do Sul, que no começo da semana encontravam-se em valores de R$ 83,00 no FOB e hoje encontram-se em patamares de R$ 85,00 a R$ 86,00 a saca. 

 

Além disso, a alta de preços no milho paranaense tem acontecido de forma quase que diária e, embora estes estejam em patamares bastante elevados não parece haver um recuo na demanda. Hoje ouvimos rumores de mercado de um milho que teria sido comprado a R$ 94,00 CIF Cascavel; e, em  regiões como o Sudoeste, por exemplo, já se estabeleceram preços acima dos R$ 91,00 a saca, onde negócios somados em pelo menos 2 mil toneladas foram vendidos a R$ 92,00.

 

A segunda-feira (29) chega ao final com os preços do milho pouco modificado no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Grupo SAG-KK, foram percebidas desvalorizações em Brasília/DF (1,35% e preço de R$ 73,00), Tangará da Serra/MT (1,37% e preço de R$ 72,00) e Campo Novo do Parecis/MT (1,41% e preço de R$ 70,00). Já as valorizações apareceram apenas nas praças de Não-Me-Toque/RS (0,63% e preço de R$ 80,00), Panambi/RS (0,68% e preço de R$ 80,04), Palma Sola/SC (1,19% e preço de R$ 85,00), Cascavel/PR (1,22% e preço de R$ 83,00) e Luís Eduardo Magalhães/BA (5,71% e preço de R$ 74,00).
 

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$ US$/MT
29/03/2021 94,4 1,07% 10,53% 16,37 272,67
26/03/2021 93,4 0,10% 9,35% 16,25 269,79
25/03/2021 93,31 0,30% 9,25% 16,47 269,53
24/03/2021 93,03 0,51% 8,92% 16,57 268,72
23/03/2021 92,56 -0,76% 8,37% 16,79 Preço $/MT sem premio 

 

Os preços do milho seguem em patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, sustentados pelo baixo volume em estoque, por incertezas quanto à produtividade das lavouras de segunda safra e pela demanda interna firme.

 

Conforme boletim informativo do Cepea, por enquanto, estimativas oficiais (que devem ser ajustadas à medida que as lavouras forem se desenvolvendo) seguem indicando safra recorde. Segundo pesquisadores, agentes consultados temem que o atraso na semeadura possa desfavorecer a produtividade.

 

Além disso, a maior umidade em regiões do Centro-Oeste e a falta de chuvas e altas temperaturas em áreas do Sul e do Sudeste são acompanhadas de perto por agentes – esse contexto, inclusive, também contribui para sustentar os valores domésticos. Assim, de 19 a 26 de março, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), se manteve praticamente estável (-0,47%), fechando a R$ 93,40/saca de 60 kg na sexta-feira, 26.

 

 

SOJA - SOYBEAN

O mercado da soja fechou o pregão desta segunda-feira (29) em queda na Bolsa de Chicago. As perdas foram tímidas e variaram entre 2 e 7,50 pontos nos principais contratos, com o maio valendo US$ 13,93 e o setembro, US$ 12,55 por bushel. Os preços atuaram durante todo o dia em campo negativo, testando baixas limitadas, com o mercado se ajustando à espera dos novos boletins que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na quarta-feira, 31 de março.
 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mai/21 13,93 -7,5 -0,54
jul/21 13,8525 -6 -0,43
ago/21 13,405 -5,25 -0,39
set/21 12,55 -2 -0,16
       
Última atualização: 17:02 (29/03)  

Ao longo do pregão, como explicou a Agrinvest Commodities, as cotações marcaram suas mínimas em cinco semanas e foram pressionadas também pela alta do dólar frente ao real e de exportações, ao menos por agora, mais lentas dos EUA. Do mesmo modo, condições um pouco melhores de clima no país para o início da safra 2021/22 também ajudam a pesar sobre os futuros da oleaginosa. 

Os números que chegam nesta quarta-feira, 31 de março, deverão apresentar diferenças em relação aqueles que foram apresentados em fevereiro, durante o USDA Agricultural Outlook Forum, quando o departamento trouxe apenas suas primeiras impressões sobre a nova safra. Serão considerados pelos agricultores neste momento, inclusive os primeiros indicativos do clima para o plantio que, no caso do milho, já foi iniciado mais ainda se desenvolve de forma bastante tímida. 

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
mar/21 -25
abr/21 -20
mai/21 -10
jun/21 15
Última atualização: 29/03/2021

Para a soja, a Farm Futures projetou uma área de 35,82 milhões de hectares (88,51 milhões de acres). Entre as estimativas levantadas por Braun, a média é de 36,42 milhões de hectares (89,99 milhões de acres), com as projeções variando entre 34,84 e 37,07 milhões de hectares (86,1 e 91,61 milhões de acres).

Para a oleaginosa, o USDA, há um mês, estimou a nova área de soja nos EUA em 36,42 milhões de hectares, bem em linha com a média das expectativas do mercado. Há um ano, a área norte-americana ficou em 33,63 milhões de hectares. 

E como explica o gerente de consultoria agro do Itaú BBA, Guilherme Belotti, são as projeções oficias sobre o tamanho da safra, ao passo em que essa nova temporada vai se iniciando, e mais o potencial da safra norte-americana deverão deixar o mercado em alerta, volátil e desenhando uma melhor direção para os preços. 

Ainda nesta segunda-feira, as melhores condições de clima na Argentina, as expectativas de um aumento de oferta de farelo de soja, a baixa demanda da China e também a desvalorização do iuan foram mais fatores de pressão sobre as cotações da soja no mercado em Chicago. 

Preço soja referência (chicago ):$/MT 508,17   29/mar
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 498,79   29/mar
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 493,93   29/mar
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 171,00 por saca

Projeções oficiais sobre o tamanho da safra e o potencial da oferta americana de soja vão deixar o mercado em alerta.

No mercado CFR China, uma remessa de junho e uma remessa de julho foram negociadas para a China durante a noite, segundo informações obtidas pela equipe do Grupo SAG-KK. Alguns trituradores buscavam mais embarques de soja brasileira em maio e junho para cobrir a demanda, apesar das fracas margens de esmagamento. 

O embarque de maio foi oferecido a 142 c/bu sobre o futuro de maio e o embarque de junho foi indicado a 153 c/bu sobre o futuro de julho. O  indicador  CFR  China  para  embarque  em  maio  foi avaliado  em  135  c/bu  sobre  o  futuro  de  maio, equivalente a $ 566,25/t, queda de $ 4,75/t em relação à avaliação anterior. No mercado de originação,  uma remessa de  junho do Brasil mudou de mãos a 31 c/bu em relação ao futuro de julho na base FOB Santos. Enquanto  um  embarque  de  maio  foi  acordado  em  -10 c/bu para os futuros de maio.

  soja US$ 5,77
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mai/21 30,71 177,20 -0,65%
   
Última atualização: 15:21 (29/03)  

No mercado de papel, um carregamento de junho foi negociado a 23 c/bu sobre o futuro de julho no mercado FOB Paranaguá, equivalente a $ 521,75/t. Nos derivados, as bolsas refletem o desinteresse momentâneo por países importadores de farelo de soja, como China e o bloco da União Europeia. 

Em  relação  à  União  Europeia, sites internacionais relatam que as importações de farelo de soja continuaram em queda desde o início da temporada de comercialização de 2020-21, o que considera os meses de junho do ano passado até junho deste ano.Muito disso deve-se à baixa  oferta  do  Brasil  e  da  Argentina, principais fornecedores do bloco.

Os preços da soja subiram no mercado brasileiro na semana passada. Esse movimento esteve atrelado às valorizações externa e cambial e à retração de sojicultores. Mais da metade da safra 2020/21 já foi comercializada, e, agora, produtores preferem colher e armazenar o grão, na expectativa de vender a oleaginosa a valores maiores nos meses posteriores.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
29/03/2021 172,68 0,37% 3,12% 29,94
26/03/2021 172,05 0,62% 2,75% 29,94
25/03/2021 170,99 0,49% 2,11% 30,17
24/03/2021 170,15 0,81% 1,61% 30,31
23/03/2021 168,78 0,27% 0,79% 30,61

Conforme dados do Cepea, no mercado spot, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá subiu 2,3% entre 19 e 26 de março, indo para R$ 172,05/sc de 60 kg na sexta-feira, 26. O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 2,8% na mesma comparação, a R$ 165,07/sc de 60 kg na sexta. 

Os preços da soja melhoraram mais R$1,00 no estado do Rio Grande do Sul, impulsionados peço dólar que subiu 1,48%, de acordo com informações divulgadas pelos nosso correspondentes. O Rio Grande do Sul dentro dessas condições não vendeu tanto quanto poderia, mas diferente de ontem, foi negociado um volume avaliado em 6 mil toneladas de soja, mesmo com toda a insegurança política e econômica, o mercado começa por fim a se movimentar aos poucos. Mercado futuro para 2021: R$ 173,50 Entrega Imediata; R$ 172,50 abril; R$ 173,50 maio; R$ 175,50 junho; R$ 177,00  julho; R$ 178,50 agosto.

Santa Catarina não registrou negócios, com a colheita andando. Os preços em Santa Catarina subiram também em R$1,00, no entanto nada saiu em mercadorias, com o valor atual do porto de  São Francisco do Sul chegando em à R$172,00 em meio a tensões mercadológicas é natural que pare um pouco, mas no decorrer da semana cerca de 8 mil toneladas foram vendidas.

Já no Paraná, o está foco na colheita, com apenas pequenos negócios. O vendedor paranaense busca abrir mão da soja por R$170,00, mas esse valor é considerado muito alto e não sai. Com a soja passando por momentos complicados tanto pelas filas de navios nos portos, falta de cotas, fretes altos quanto pelo momento econômico geral, fica bastante difícil e a oferta se esvai. Sobrando apenas energia para oferecer ao campo, onde ainda existe um enorme volume a colher. 

Saiu um negócio de 600 toneladas apenas, para abril, com a maioria das cerealistas buscando mercadoria para junho somente.

No Brasil, em gerla, os preços subiram nesta segunda-feira acompanhando o dólar. No entanto, os ganhos não aconteceram de forma generalizada, dada as baixas registradas na CBOT. As altas no interior variaram entre 0,31% e 1,59%, como os preços ainda se mantendo acima dos R$ 150,00 nas principais praças de comercialização. 

Nos portos de Paranaguá e Rio Grande, referências oscilando entre R$ 171,00 e R$ 173,50 - entre o spot e a posição abril - e o junho se aproximando delas no porto de Santos, onde o preço fechou com R$ 172,00. 

 

SUGAR - AÇUCAR
 

May NY world sugar 11 (SBK21) on Monday closed down -0.27 (-1.78%), and May London white sugar 5 (SWK21) closed down -6.00 (-1.37%) at $431.10.

Sugar prices on Monday retreated, with NY sugar at a 3-month nearest-futures low and London sugar at a 2-1/2 month low. Sugar prices were undercut Monday by weakness in the Brazilian real (^USDBRL), which fell to a 2-1/2 week low against the dollar. The weaker real encourages export selling by Brazil&39;s sugar producers.

Signs of abundant global sugar production are negative for prices. Unica reported last Thursday that Brazil&39;s Center-South sugar production Oct through mid-Mar was up +44% y/y to 38.287 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.16% in 2020/21 34.38% in 2019/20. Also, researcher Datagro on March 10 projected that the global sugar market in 2021/22 would shift to a surplus of +1.1 MMT after a -2.6 MMT deficit in 2020/21.

US$/MT
436,93
Preço $/MT sem premio 

Increased sugar output India, the world&39;s second-biggest sugar exporter, is negative for sugar prices. India&39;s Sugar Mills Association reported March 17 that India&39;s Oct-Mar 15 sugar production rose +20% y/y to 25.87 MMT. The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT.

Sugar prices are being undercut by demand concerns as a third Covid wave in Europe has prompted France, Germany, and Italy to widen their pandemic lockdown measures, which will reduce economic growth and commodity demand.

Sugar prices have underlying support concern about the possibility of reduced sugar exports Brazil. On Feb 22, Brazil reported that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May when sugar is normally the biggest crop for export.

US$/MT
431,10
Preço $/MT sem premio 

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported March 17 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Mar 15 fell -8.2% y/y to 7.5 MMT.

Signs of smaller sugar exports India are another positive factor for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) said March 17 that India&39;s sugar mills had contracted only 4.3 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT due to a shortage of shipping containers.

As cotações futuras do açúcar encerraram a sessão desta segunda-feira (29) com queda expressiva nas bolsas de Nova York e Londres. O mercado acompanhou no dia as preocupações com a demanda por açúcar no mundo, além da fraqueza do real sobre o dólar no dia.

O principal vencimento do açúcar na Bolsa de Nova York, o maio/21, caiu 1,78% no dia, cotado a US$ 14,92 c/lb, com máxima no dia de 15,16 c/lb e mínima de 14,84 c/lb. O tipo branco em Londres finalizou a sessão com recuo de 1,37%, a US$ 431,10 a tonelada.

O dia foi marcado por perdas expressivas no mercado do açúcar com a fraqueza do real ante o dólar nesta segunda-feira. "A desvalorização do real incentiva as vendas de exportação dos produtores de açúcar do Brasil", disse em nota a consultoria Barchart.

Por volta das 17h48, o dólar comercial subia 0,30%, cotado a R$ 5,7707.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
29/03/2021 108,12 -0,06% -1,04% 18,75  
26/03/2021 108,19 1,77% -0,98% 18,83  
25/03/2021 106,31 -2,01% -2,70% 18,76  
24/03/2021 108,49 0,39% -0,70% 19,33  
23/03/2021 108,07 1,31% -1,09% 19,6  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 107,84      
  valor saco $ 18,69      
  valor ton $ 373,78  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
US$/MT
374,77
375,01
368,49
376,05
Preço $/MT sem premio 

Fundamentalmente, os operadores no mercado também seguem atentos aos sinais de superávit na safra global 2020/21, segundo a Barchart, além de preocupações com a demanda pela adoçante. "Os sinais de produção mundial abundante de açúcar são negativos para os preços".

Apesar disso, a trading Czarnikow reduziu nesta segunda-feira (29) sua estimativa de superávit global de açúcar na safra 2021/22 (outubro-setembro) para 2,7 milhões de toneladas, sobre as 3 milhões de t estimadas anteriormente.

Do lado da demanda, segundo a Czarnikow, apesar de algumas preocupações ainda seguiram, as expectativas no médio e longo prazo são de um renascimento do consumo de açúcar fora de casa, conforme a indústria da hospitalidade começa a operar em normalidade.

A última sexta-feira foi de preços mais altos na comercialização do açúcar no Brasil. O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, subiu 1,77%, a R$ 108,19 a saca de 50 kg.

Já no Norte e Nordeste do Brasil, o açúcar registrou avanço de 0,67%, a R$ 112,10 a saca, segundo dados da Datagro.

O açúcar VHP, em, Santos (SP), tinha na véspera o preço FOB cotado a US$ 16,56 c/lb ($474.80/MT), com avanço de 0,63%.


 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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