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Soja mantém preços elevados no Brasil, apesar de queda em Chicago

Publicado em 17/03/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO
A Bolsa de Chicago (CBOT) operou em campo misto para os preços internacionais do milho futuro durante toda a quarta-feira. As principais cotações registraram movimentações entre 2,25 pontos negativos e 3,75 pontos positivos ao final do dia.

O vencimento maio/21 foi cotado à US$ 5,58 com ganho de 3,75 pontos, o julho/21 valeu US$ 5,42 com elevação de 0,75 pontos, o setembro/21 foi negociado por US$ 4,97 com queda de 2,25 pontos e o novembro/21 teve valor de US$ 4,75 com perda de 2,25 pontos.

Esses índices representaram altas, com relação ao fechamento da última terça-feira e de 0,72% para o maio/21 e de 0,18% para o julho/21, além de baixa de 0,40% para o setembro/21 e de 0,42% para o dezembro/21.

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
MAY 2021 558 3,75
jul/21 542,5 0,75
SEP 2021 497 -2,25
DEC 2021 475,5 -2,25
Última atualização: 16:02 (17/03)

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho foram mistos, com o contrato próximo se firmando, já que as fortes vendas para a China aumentaram as preocupações sobre o aperto na oferta.

“Os mercados em alta precisam ser alimentados e não estamos recebendo nenhuma notícia de alta do dia-a-dia sobre os grãos para sustentar os preços onde estão agora”, disse Craig Turner, corretor de commodities da StoneX.

Nesta quarta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou grandes vendas para a China pelo segundo dia consecutivo. Foram 2,38 milhões de toneladas em vendas de milho de safra antiga dos EUA para a China nos últimos dois dias.

A China comprou mais 1,15 milhão de toneladas de milho dos Estados Unidos. A manhã seguinte à noite anterior trouxe uma nova perspectiva para os futuros do milho nos EUA, já que o USDA revelou uma compra de 1,15 milhão de toneladas de milho dos EUA para a China em uma nota de exportadores privados.

A  riqueza  esbanjada  com  o  milho  dos  Estados  Unidos  nos  últimos  meses  tem  sido  tamanha  que  o  volume representa apenas a vigésima primeira maior compra em um dia da história. E depois do heroísmo de segunda-feira e dos dados de inspeções de exportação de 2,2 milhões de toneladas, os futuros foram capazes de consolidar os ganhos registrados no início da semana. Enquanto  os  ganhos  iniciais  diminuíram com o decorrer do dia, tanto maio quanto julho foram  capazes  de acumular ganhos adicionais com o fim do dia, para chegar no fechamento, quase $ 0,03/bu a $ 5,52/bu e $ 0,02/bu a $ 5,39/bu, respectivamente.

Começando  o  dia  na  Ásia,  a  atividade  comercial  estava  lenta,  sem  acordos  privados  ou  licitações  fechadas  na Coréia do Sul ou no Vietnã.

As  ofertas  de  milho  para  o  Vietnã  aumentaram  ao longo do dia e ficaram na faixa de US $ 298-300/t para carregamento em maio entregue nos portos do norte do país.  As ofertas de preço para junho foram ouvidas em US $ 291,70/t para entrega nos portos do sul de Phu My e Cai Mep. E,  com a empolgação das grandes compras de milho ainda por vir, os futuros  do milho na Bolsa de Dalian se firmaram um pouco, com o contrato de maio registrado em CNY2.710/t ($ 416,54/t).

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mai/21 95,38 0,60%
jul/21 90,49 0,43%
set/21 85,16 0,20%
nov/21 85,7 -0,17%
Última atualização: 18:00 (17/03)

Os preços futuros do milho contabilizaram flutuações altistas na Bolsa Brasileira (B3) nesta quarta-feira. As principais cotações registraram movimentações positivas de até 0,54% ao final do dia.

O vencimento maio/21 foi cotado à R$ 94,81 com elevação de 0,01%, o julho/21 valeu R$ 90,10 com valorização de 0,54%, o setembro/21 foi negociado por R$ 84,99 com ganho de 0,05% e o novembro/21 teve valor de R$ 85,70 com queda de 0,17%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado segue firme porque, mesmo em meio a colheita da soja, ninguém quer vender milho. “A B3 bateu os R$ 90,00 e existe uma chiadeira gigantesca, com toda razão, por parte dos produtores de ovos, frangos e suínos”, destaca.

Depois de ser comercializada, no último dia de fevereiro passado, por pouco mais de R$90,00, a saca de milho completou a primeira quinzena de março valendo em torno de R$96,50/saca, quase 7% a mais.

Essa variação, correspondeu a uma evolução média próxima de meio por cento ao dia nos primeiros quinze dias de março e sugere que, o mais tardar na próxima semana, o grão estará ultrapassando a marca dos R$100,00/saca.

Tende assim, a alcançar valor mais de 65% superior ao de um ano atrás, ocasião em que, já em alta expressiva, foi negociado por cerca de R$60,00/saca. Essa cotação se encontra, também, mais de 120% acima da média – já deflacionada – registrada nos nove anos transcorridos entre 2011 e 2019

Para manterem a mesma paridade de preço (ou o mesmo poder de compra) dos nove primeiros anos da década passada, os dois produtos da avicultura – frango vivo e ovo (branco, do tipo extra) precisariam sair das granjas por cerca de, respectivamente, R$7,50/kg e R$160/caixa. Mas não alcançam sequer dois terços desses valores. Daí a inevitabilidade de um corte na produção. Não para ganhar mais, apenas para perder menos.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
17/03/2021 93,44 0,25% 9,40% 16,74
16/03/2021 93,21 1,13% 9,13% 16,61
15/03/2021 92,17 0,48% 7,91% 16,33
12/03/2021 91,73 0,01% 7,40% 16,49
11/03/2021 91,72 0,14% 7,39% 16,57

No estado do Rio Grande do Sul são vistos negócios em marcha lenta, com pedidas entre R$ 82,00 no disponível e R$ 85,00 para maio,.Os negócios de milho no Rio Grande do Sul apresentaram pouco ritmo no dia de hoje, à medida que os compradores somente acompanharam os preços e foi escassa a quantidade de indicações. Dentre os lotes disponíveis, as pedidas variam muito, mas pode-se dizer que uma média do Estado é de R$ 82,00 para uma entrega disponível.

Em Santa Catarina os compradores indicam preços maiores, com milho paraguaio a R$ 87,60 em Xanxerê. Aos poucos, as faixas de preços de compradores de Santa Catarina vêm aumentando, na medida em que estes se veem sem folego nos estoques, e sem saída, especialmente em se considerando o mercado disponível. Fato é que com a quebra de primeira safra que o Estado sofreu, o recurso é recorrer  a outros mercados e considerar inclusive importações, vindas por exemplo do Paraguai. 

No Paraná, compradores veem-se obrigados a aumentar as indicações. Conforme  temos  relatado,  o  mercado  do  Paraná  tem estabelecido  novos  patamares  de  comercialização  do milho, haja visto que os estoques das indústrias já não se encontram mais tão folgados e é escasso o milho que se  está  colhendo,  por  conta  do  atraso.  Estes  fatores, somados  à  indicação  de  produtores,  que  veem  um cenário  altista  e  no  momento  mantém  seus  focos  na colheita  de  soja,  obrigam  compradores  a  dar  maiores indicações.

A semeadura da safrinha encontra-se atrasada no Mato Grosso do Sul, com percentual de 32,5% até o momento. Por mais um dia, as tradings e cerealistas do Mato Grosso do Sul preferiram  manter-se à distância dos negócios de milho e focar  seus  trabalhos  para  os embarques  de  soja.  A  impressão  de  nossos correspondentes é que  o  mercado  deve  se  aquecer somente  mais  próximo  à  Safrinha,  que  por  sinal encontra-se atrasada em sua semeadura, e está em um percentual de 32,5%, segundo a Famasul.


SOYBEAN - SOJA

Nesta quarta-feira (17), o mercado da soja na Bolsa de Chicago fechou em queda, mas amenizou as baixas no final da sessão. As posições mais negociadas terminaram o dia com perdas de 5,50 a 9,50 pontos, levando o maio a US$ 14,17, o julho a US$ 14,06 e o setembro a US$ 12,82 por bushel. 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mai/21 14,1775 -5,5 -0,39
jul/21 14,06 -7,75 -0,55
ago/21 13,625 -8,75 -0,64
set/21 12,8225 -9 -0,7
       
Última atualização: 17:02 (17/03)  

O dia foi marcado pela influência do mercado financeiro - que vinha esperando pelas informações trazidas pelo Federal Reserve  -, recuando e refletindo uma maior aversão ao risco. O FED chegou, trouxe crescimento maior previsto para os EUA e manteve a taxa de juros inalterada e acabou diminuindo o ímpeto de avanço do dólar.

No Brasil, inclusive, a moeda americana passou a recuar depois de operar em alta por boa parte do dia, chegando a registrar um ganho de mais de 1% e superar os R$ 5,60. 

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
mar/21 -25
abr/21 -20
mai/21 -5
jun/21 20
Última atualização: 17/03/2021

"Mas seguimos em um momento de calmaria", diz Vlamir Brandalizze, consultor de mercado (em Chicago) da Brandalizze Consulting. "Nem mesmo a nova venda de milho para a China hoje ajudou a puxar o mercado". 

Segundo explicam analistas e consultores, o mercado segue calmo, caminhando de lado nesta semana e refletindo fundamentos já conhecidos, entre eles o clima na América do Sul. As condições são melhores na Argentina e no Brasil, o que ajuda a exercer certa pressão sobre as cotações. 

O cenário climático para os Estados Unidos também chama a atenção, já que o plantio da safra 2021/22 está prestes a começar e a nova safra já começa bastante pressionada diante dos baixos estoques norte-americanos tanto de soja, quanto de milho. 

No mercado asiático, como explicam os analistas da Agrinvest, os futuros do farelo sobem pelo segundo dia, "interrompendo uma sequência de oito pregões em queda". 

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 511,75   17/mar
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 510,17   17/mar
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 506,86   17/mar
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 170,00 por saca

E o plantel de suínos na China recua após queda entre 10% e 30% no volume de matrizes e a demanda fraca pressiona soja em Chicago.

De acordo com informações divulgadas pelo mercado, o Brasil vendeu mais dois cargos de soja para a China. No entanto, o ritmo das exportações de soja no Brasil alcançou 5,14 milhões de toneladas exportadas na primeira quinzena de março e 11,54 milhões de toneladas aguardando para serem exportadas no restante do mês.

Do lado dos compradores, a China permaneceu quieta em relação ao CFR devido às fracas margens de esmagamento. O  embarque  de  abril  do  Brasil  foi  oferecido  a  144  c/bu sobre os futuros de maio e maio foi indicado a 143 c/bu sobre os mesmos futuros. O indicador CFR China avançou nesta terça-feira para refletir o embarque de maio da opção mais barata a 136 c/bu sobre o futuro de maio, equivalente a $ 572,75/t, um aumento de $ 1,50/t em relação à avaliação anterior.

  soja US$ 5,59
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mai/21 31,25 174,69 -0,38%
   
Última atualização: 15:00 (17/03)  

No Brasil, dois negócios para embarque em maio foram ouvidos em menos 5 c/bu e menos 6 c/bu em relação ao futuro de maio no mercado de papel FOB de Paranaguá. A  remessa de maio  avaliada no nível comercializado de menos 5 c/bu abaixo dos futuros de maio, equivalente a US $ 521/t e abaixo de US $ 2,50/t em relação à avaliação anterior. Nos  EUA  e  na  Argentina, os  prêmios  foram  ajustados  1 c/bu  mais  baixos  em  toda  a  linha  devido  à  baixa demanda. O embarque de maio do Golfo dos EUA foi avaliado em 81 c/bu sobre o futuro de maio, equivalente a $ 552,75/t.

Em Chicago, a previsão de chuva para o Brasil manteria atrasos nas colheitas. Por outro lado, o volume mensal de moagem dos EUA caiu para 4,2 milhões de toneladas (menor nível  nos  últimos  17  meses). 

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
17/03/2021 171,11 0,33% 2,19% 30,65
16/03/2021 170,54 -0,18% 1,85% 30,39
15/03/2021 170,84 0,67% 2,02% 30,26
12/03/2021 169,71 -0,94% 1,35% 30,5
11/03/2021 171,32 -3,33% 2,31% 30,95

Os preços futuros caíram para R$174,20 sendo essa uma baixa de 1,19% e os valores no portos aíram em R$173,20,  raríssimos  negócios  foram  reportados,  os ocorridos foram para esse valor, CIF porto. Mercado futuro para 2021: R$ 173,20 Entrega Imediata; R$ 172,50 Abril; R$ 173,50 Maio; R$ 175,50 Junho; R$ 178,00  Julho; R$ 179,00  Agosto. Mercado futuro para 2022: R$ 156,40  Março; R$ 156,60  Abril; R$ 158,50  Maio. O estado de Santa Catarina tem poucos negócios, mas a bons preços e colheitas chegando. Em  Santa  Catarina  as  colheitas  ainda  não  são  gerais,  mas  segundo  especialistas  devem  começar  ainda  por  essa semana. Apenas algumas regiões estão vendendo e os negócios feitos saem para futuros e em pequenas quantidades.No dia de hoje, terça-feira foi negociado um pequeno volume à  R$171,00  para entrega em abril e R$177,00  para entrega em julho. 

Já o Paraná, foram vistos valores congelados e briga de oferta e demanda. No Paraná o foco continua sendo a colheita e a entrega de contratos antecipados, o problema são os atrasos já ocorridos que acabaram deixando toda a soja do Brasil sendo colhida junta. Resultado: Não tem caminhão para fazer  frete,  a  armazenagem  começa  a  sofrer complicações,  pois  precisa  carregar  e  as  indústrias  de Ponta Grossa fazem fila para receber a soja.

 

SUGAR - AÇUCAR

May NY world sugar 11 (SBK21) on Wednesday closed down -0.31 (-1.90%), and May London white sugar 5 (SWK21) closed down -4.90 (-1.06%) at $458.50.

Sugar prices on Wednesday posted moderate losses. Increased sugar output India, the world&39;s second-biggest sugar exporter, weighed on prices Wednesday along with weakness in the Brazilian real. India&39;s Sugar Mills Association reported Wednesday that India&39;s Oct-Mar 15 sugar production rose +20% y/y to 25.87 MMT. The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT.

Weakness in the Brazilian real (^USDBRL) is negative for sugar prices as the real on Wednesday fell to a 1-week low against the dollar. The weaker real provides an incentive to Brazil&39;s sugar producers to boost export selling.

Sugar prices have underlying support concern about the possibility of reduced sugar exports Brazil. Brazil reported Feb 22 that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May when sugar is normally the biggest crop for export.

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported March 2 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production Dec 10-Feb 26 fell -15% y/y to 6.8 MMT.

Signs of smaller sugar exports India are another positive factor for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) said today that India&39;s sugar mills have contracted only 4.3 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT due to a shortage of shipping containers.

Signs of abundant global sugar production are negative for prices. Unica reported last Tuesday that Brazil&39;s Center-South sugar production Oct through Feb was up +44% y/y to 38.235 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.19% in 2020/21 34.46% in 2019/20. Also, researcher Datagro last Wednesday projected that the global sugar market in 2021/22 would shift to a surplus of +1.1 MMT after a -2.6 MMT deficit in 2020/21.

Os contratos futuros do açúcar encerraram a sessão desta quarta-feira (17) nas bolsas de Londres e Nova York, terminal que perdeu o patamar de US$ 16 c/lb. A atenção do mercado no dia acompanhou dados de alta produção na Índia, fraqueza do real em parte do dia e novo recuo do petróleo.

O principal vencimento do açúcar na Bolsa de Nova York caiu 1,90%, cotado a US$ 15,99 c/lb, com máxima testada no dia de 16,28 c/lb e mínima de 15,94 c/lb. O tipo branco em Londres finalizou esta sessão com desvalorização de 1,06%, a US$ 458,50 a tonelada.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
17/03/2021 108,32 1,21% -0,86% 19,4  
16/03/2021 107,02 1,98% -2,05% 19,07  
15/03/2021 104,94 -1,85% -3,95% 18,59  
12/03/2021 106,92 -0,94% -2,14% 19,22  
11/03/2021 107,93 1,50% -1,22% 19,5  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 107,03      
  valor saco $ 19,15      
  valor ton $ 382,92  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

"O aumento da produção de açúcar na Índia, segunda maior exportadora de açúcar do mundo, está pesando sobre os preços hoje, juntamente com a desvalorização do real", destacou em nota de mercado nesta quarta-feira a consultoria Barchart. Apesar disso, o real acabou subindo no fechamento sobre o dólar.

Além disso, o mercado acompanhou mais um dia de queda do petróleo, o quarto consecutivo, diante de preocupações com a fraca demanda na Europa ainda em decorrência do coronavírus, apesar de uma queda inesperada nos estoques nos Estados Unidos na última semana.

"A suspensão (da vacina) não fará nenhum bem à economia e à recuperação do bloco (europeu), disse à Reuters Stephen Brennock, da corretora PVM.

A India&39;s Sugar Mills Association anunciou nesta quarta que a produção de açúcar da Índia, de outubro a 15 de março, subiu 20% no comparativo anual, para 25,87 milhões de toneladas. A estimativa para 2020/21 no país é de produção de 29,9 milhões de t.

A queda nas bolsas acompanha a tendência baixista que analistas intenracionais viam para as cotações.


 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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