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Soja fecha acima dos US$14/ bushel com atraso na colheita do Brasil, seca na Argentina e estoques curtos nos EUA

Publicado em 23/02/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO
A Bolsa de Chicago (CBOT) visualizou as cotações internacionais do milho futuro nesta terça-feira (23), na maioria, em alta. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 1,75 e 3,00 pontos ao final do dia, com exceção do contrato de setembro, que teve leve queda.

Em torno de 16h19 (horário de Brasília), o vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,54 com ganho de 3,00 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,53 com valorização de 2,50 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,43 com elevação de 1,75 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,90 com recuo de 0,25 pontos.

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 553,75 2,75
MAY 2021 552,5 2
jul/21 542,5 1
SEP 2021 489,75 -0,75
Última atualização: 17:01 (23/02)

No caso do mercado externo, Brandalizze pontua que o inverno polar que atinge os principais estados produtores tem prejudicado os preparativos do plantio. Soma-se à isso a China retomando as compras após o feriadão do Ano Novo Lunar, mas com poucos vendedores.

"Em Chicago há uma pressão positiva, porque além da demanda chinesa, o milho está sendo muito demandado para o uso em rações, já que esse rigor no inverno faz com que os animais de criação precisem ficar mais tempo confinados", disse. 

Puxado pelo dólar, que subiu 0,58%, e pela crescente preocupação com a safrinha, o preço do milho no mercado físico continuou sua trajetória de alta, batendo os R$ 84,50 por saca na praça de Campinas (SP). O atraso da semeadura em várias partes do país tem preocupado os participantes do mercado.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 88,5 0,23%
mai/21 88,32 0,12%
jul/21 82,7 1,19%
set/21 79,49 0,43%
Última atualização: 17:49 (23/02)

Os preços futuros do milho terminaram a terça-feira registrando altas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,77% e 1,74% ao final da terça-feira.

Por volta das 16h21 (horário de Brasília), o vencimento março/21 foi cotado à R$ 88,30 com alta de 1,15%, o maio/21 valeu R$ 88,21 com ganho de 0,95%, o julho/21 foi negociado por R$ 82,35 com valorização de 0,77% e o setembro/21 teve valor de R$ 79,15 com elevação de 1,74%.

Segundo informações do consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, no Brasil, o mercado do cereal é influenciado pelo ritmo lento da colheita e marcado por poucos negócios. 

"Ainda há muita indefinição no mercado, com o Congresso votando medidas de apoio ao retorno do Auxílio Emergencial, dólar agitado, mudanças na Petrobras, e tudo isso acontecendo &39;na boca&39; da colheita da safra de verão e no momento do plantio da safrinha", explicou.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
23/02/2021 85,08 0,22% 2,09% 15,61
22/02/2021 84,89 0,64% 1,86% 15,6
19/02/2021 84,35 0,34% 1,21% 15,6
18/02/2021 84,06 0,31% 0,86% 15,45
17/02/2021 83,8 0,48% 0,55% 15,46

No estado do Rio Grande do Sul, as pedidas do produtor permanecem altas, com grande parte da indústria buscando lotes para abril. Uma grande compradora esteve ontem e está hoje procurando lotes a R$ 84,00 a R$ 85,00 para entrega abril e interior girando em patamares de R$ 81,00 a R$ 82,00 para fevereiro e março.

Em Santa Catarina, os negócios no interior giram ao preço de R$ 82,00 e o porto permanece parado. Os negócios de milho no interior do Estado e não houve movimentações no porto, apesar do preço referência estar e R$ 83, 00 para PNG e R$ 77,00 para  Santos. Ao menos um negócio foi reportado ontem a  R$ 82,00 CIF Papanduva, com o volume de 1.000 tons. No oeste vendedores pedem R$  84,00 contra R$ 82,00 de compradores. Os compradores no porto de Imbituba permanecem buscando ofertas CIF a R$ 81,00, porém não há vendedores interessados neste preço. 

Já o estado do Paraná tem Campos Gerais e Norte está vendendo a R$ 80,00. As  movimentações  no  Estado  estã sendo pontuais e com destino a  pequenas fábricas  de suínos e aves.  O dia tende a ser igual a ontem, onde as  negociações não vão apresentar volumes expressivos ou remessas de milho ao porto,  pois as tradings estão se se mantendo, em sua maioria, sem indicações.

Além disso,  lentos e fretes subindo na ordem de 27% se destacam no Mato Grosso do Sul. O milho apresentou pouquíssimos movimentos no dia de hoje no Mato Grosso do Sul e os relatos de parceiros nossos no mercado são de lotes pequenos – 300 a 600 toneladas, no máximo – com movimentos no interior do Estado, não alcançando outros mercados, como do Paraná, Santa Catarina ou mesmo os portos.


SOYBEAN - SOJA

Os preços da soja sobem mais de 20 pontos nas posições mais próximas na Bolsa de Chicago nesta manhã de terça-feira (23). Por volta de 7h30 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 14 e 20,50 ponto, com o março sendo cotado a US$ 14,04 e o maio a US$ 14,07 por bushel. O agosto tinha US$ 13,56.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 14,06 22,25 1,61
mai/21 14,085 21 1,51
jul/21 13,945 17,5 1,27
ago/21 13,5275 15,25 1,14
Última atualização: 17:02 (23/02)  

O mercado continua subindo em função da relação apertada entre oferta e demanda e com a China voltando do feriado do Ano Novo Lunar, onde os futuros não só da soja em grão, mas os de farelo e óleo também sobem, dando ainda mais fôlego aos preços na CBOT, como explicam os analistas da Agrinvest Commodities. 

"A alta na Bolsa de Dalian é provocada pela expectativa de queda no recebimento de soja importada para as próximas semanas. O atraso na colheita no Brasil e movimentação do grão para os portos deverá reduzir de forma significativa o recebimento de soja na China nas próximas semanas", diz a consultoria. 

Os embarques de soja da China nos Estados Unidos ainda acontecem, porém, em menor volume. No Brasil, o ritmo ainda é limitado e o total já embarcado para a nação asiática é menor do que no mesmo período do ano passado em função do atraso da colheita e das adversidades climáticas para o processo dos embarques nos portos. 

Assim, ainda como informa a Agrinvest, "tudo leva a crer que as indústrias na China deverão receber e processar pouco produto durante o mês de março, reduzindo seus estoques internos de farelo e óleo. Como resultado, a alta do farelo e óleo em Dalian traz melhora para margem de esmagamento local, fomentando a expectativa da demanda por grão importado", dizem os especialistas. 

As condições de clima para a América do Sul continuam, portanto, no radar dos traders, uma vez que há ainda pontos do Brasil onde o excesso de chuvas compromete o andamento da colheita. 

Para os EUA, o cenário também é monitorado, uma vez que nos próximos meses o plantio da safra 2021/22 será iniciado, o tempo seco ainda preocupa em regiões do Corn Belt e do Delta, e a disputa por área entre soja e milho no país deverá ser bastante acirrada. 

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
fev/21 5
mar/21 -10
abr/21 5
mai/21 20
Última atualização: 23/02/2021

Na Bolsa de Chicago, os futuros da oleaginosa fecharam o dia com altas de 15,25 a 22,25 pontos nos principais contratos, levando o março a US$ 14,06 e o agosto a US$ 13,52 por bushel. 

O atraso da colheita e dos embarques no Brasil é um dos principais fatores de observação do mercado nesta semana. Paralelamente, as altas fortes do farelo e do óleo de soja na Bolsa de Dalian, na China, também favorecem o avanço dos futuros da oleaginosa na CBOT. 

"A alta na Bolsa de Dalian é provocada pela expectativa de queda no recebimento de soja importada para as próximas semanas. O atraso na colheita no Brasil e movimentação do grão para os portos deverá reduzir de forma significativa o recebimento de soja na China nas próximas semanas", diz a consultoria. 

Os embarques de soja da China nos Estados Unidos ainda acontecem, porém, em menor volume. No Brasil, o ritmo ainda é limitado e o total já embarcado para a nação asiática é menor do que no mesmo período do ano passado em função do atraso da colheita e das adversidades climáticas para o processo dos embarques nos portos. 

Assim, ainda como informa a Agrinvest, "tudo leva a crer que as indústrias na China deverão receber e processar pouco produto durante o mês de março, reduzindo seus estoques internos de farelo e óleo. Como resultado, a alta do farelo e óleo em Dalian traz melhora para margem de esmagamento local, fomentando a expectativa da demanda por grão importado", explicam os analistas de mercado da Agrinvest Commodities. 

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 512,94   23/fev
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 508,43   23/fev
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 508,58   23/fev
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 166,00 por saca

As condições de clima para a América do Sul continuam, portanto, no radar dos traders, uma vez que há ainda pontos do Brasil onde o excesso de chuvas compromete o andamento da colheita. 

Para os EUA, o cenário também é monitorado, uma vez que nos próximos meses o plantio da safra 2021/22 será iniciado, o tempo seco ainda preocupa em regiões do Corn Belt e do Delta, e a disputa por área entre soja e milho no país deverá ser bastante acirrada. 

"A China está voltando com fome do feriado para comprar soja, milho, trigo, e a soja já supera os US$ 14 em Chicago. Os compradores estão querendo soja e não há ninguém querendo vender, pressão positiva no mercado internacional. E nos EUA, segue  inverno polar e tudo indica que entraremos no mês de março com tudo congelado", explica Brandalizze. 

  soja US$ 5,44
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 30,9 168,10 1,34%
   
Última atualização: 16:14 (23/02)  
       

Nos mercados internacionais da soja à vista, a demanda chinesa permaneceu quieta, já que as margens de esmagamento foram amplamente negativas. Os prêmios em dinheiro com base no CFR China ficaram estáveis com os embarques de grãos brasileiros em abril ofertados em torno de 160-162 c/bu  sobre os futuros de maio versus nenhuma oferta firme.

O  marcador  APM-6  CFR  China  para  remessa  de  abril  da opção  mais  barata  permaneceu  inalterado  em  155  c/bu sobre o  futuro  de  maio, equivalente a  $ 567/t,  flatlining da avaliação anterior. Para a soja dos EUA, os prêmios na base CFR China foram oferecidos  mais  elevados  devido  a  preocupações  com  o ritmo lento de carregamento do Golfo, causado pelo frio extremo, bem como pelo aumento das taxas de frete. O embarque de março para fora do Golfo foi visto a 275 c/bu sobre o futuro de março, enquanto os embarques de abril e maio foram oferecidos a 255 c/bu sobre o  futuro de maio.

Nos mercados de origem, os prêmios da soja brasileira caíram ainda mais em meio à desvalorização do real com o embarque em março no mercado de papel de Paranaguá com um desconto de 4 c/bu para os futuros, enquanto as ofertas foram feitas com um desconto de 15 c/bu. No entanto, o resto da curva ficou estável no dia, mas o lance  e  o  spread  da  oferta  permaneceram  em  8-15 centavos.

Nos EUA, os prêmios FOB ficaram imunes ao clima severo na  parte  sul  do  país,  com  os  embarques  de  março  no Golfo avaliados em 82 c/bu em relação ao março futuro, equivalente a $ 536,75/t.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
23/02/2021 165,95 1,23% -1,40% 30,44
22/02/2021 163,94 0,60% -2,59% 30,13
19/02/2021 162,96 -0,45% -3,17% 30,14
18/02/2021 163,7 -0,18% -2,73% 30,09
17/02/2021 164 -1,04% -2,55% 30,26

Acompanhando boas altas na Bolsa de Chicago, os preços da soja no Brasil terminaram a terça-feira (23) em campo positivo e registrando ganhos de até 2,58% no interior do país, como foi o caso de Rio do Sul, em Santa Catarina, onde a saca ficou em R$ 159,00. As principais praças brasileiras de comercialização fecharam o dia com avanços consideráveis, de mais de 1%, bem como nos portos. Assim, as referências permanecem variando entre R$ 153,00 e R$ 165,00. 

Nos portos, a alta foi de 0,61%, levando o spot em Paranaguá a R$ 166,00 e para março, R$ 165,00 por saca, enquanto em Rio Grande foram R$ 165,00 e R$ 163,00 por saca, respectivamente. Já no porto de Santos, em São Paulo, a alta desta terça foi de 4,24% para levar a oleaginosa a R$ 172,00. 

"Tem comprador, mas não tem vendedor, e a tendência é essa, de que o mercado vá se firmando. Por enquanto, o mercado ainda é firme e segue positivo para os negócios em Chicago e no mercado brasileiro", afirma o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. 

Assim, segue o esforço dos produtores e das tradings para garantir o cumprimento dos contratos já firmados, evitando novos negócios. Em fevereiro, o Brasil deverá embarcar, ainda como explica Brandalizze, pouco mais de 2 milhões de toneladas, com um ritmo ainda lento diante das adversidades, contra 4,8 milhões de fevereiro de 2020. 

As atuais condições, com o excesso de chuvas, prejudica não só o andamento da colheita, mas também dos embarques da soja nos portos, que estão muito atrasados em relação ao ano passado. "E isso deve ser regularizado em março, quando os portos estarão abarrotados de soja", acredita o consultor. 

As negociações ao longo do dia de hoje foram moderadas, mas melhoraram, envolvendo cerca de 50 mil toneladas. O produtor segue atento à evolução da colheita. Ainda há excesso de umidade e atraso, mas houve avanços localizados, principalmente em Minas Gerais.

Seguem mais algumas cotações : Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 163 para R$ 164. Na região das Missões, a cotação aumentou de R$ 162 para R$ 163. Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 157 para R$ 156 a saca.  Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 153 para R$ 157,50. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 153 para R$ 150. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 151 para R$ 152.


SUGAR - AÇUCAR

March NY world sugar 11 (SBH21) on Tuesday closed down -0.37 (-1.97%), and May London white sugar 5 (SWK21) closed down -10.00 (-2.05%) at $478.40.

Sugar prices on Tuesday fell back 3-3/4 year nearest-futures highs and closed moderately lower. A decline in crude oil prices on Tuesday sparked some long liquidation pressures in sugar. Crude oil early Tuesday climbed to a 13-1/2 month high before falling back. Higher crude prices benefit ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing to ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies.

Concern about smaller global sugar supplies has fueled fund buying of sugar futures. Brazil reported Monday that current shipping delays for its soybean exports might curb global sugar supplies because the queue of vessels waiting at Brazilian ports is so large that bottlenecks will likely continue until May when sugar is normally the biggest crop for export.

Another supportive factor for sugar prices is the outlook for excessive rain in Brazil&39;s sugar-producing regions. Maxar on Monday forecasted that Brazil&39;s sugar-growing regions may receive 4-5 inches of rain this week and 3-4 inches of rain next week, which could flood sugar fields and damage crops.

Sugar also has support falling production in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter. The Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported last Tuesday that Thailand&39;s 2020/21 sugar production during Dec 10-Feb 12 fell -23% y/y to 5.5 MMT.

Signs of smaller sugar exports India are another positive factor for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) said last Thursday that India&39;s sugar mills have only contracted 2.5 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT on a shortage of shipping containers. Also, the All India Sugar Trade Association has projected India&39;s 2020/21 sugar exports may only total 4.3 MMT, down -25% 2019/20.

Ample sugar supply Brazil is a negative factor for sugar. Unica reported Feb 10 that Brazil&39;s Center-South sugar production through January was up +44% y/y to 38.195 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.21% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

News of higher sugar production India, the world&39;s second-biggest sugar exporter, is also negative for sugar prices. The India Sugar Trade Association on Feb 11 forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT. On Thursday, ISMA reported that India Oct-Feb 15 sugar production was already up +23% y/y to 20.9 MMT.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry on December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported last Monday that China&39;s 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Maxar on Jan 27 said that "below-average precipitation is expected in the long term" in the Center South. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said on Jan 14 that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
23/02/2021 109,54 0,38% 0,87% 20,09  
22/02/2021 109,13 1,03% 0,49% 20,05  
19/02/2021 108,02 0,65% -0,53% 19,98  
18/02/2021 107,32 1,23% -1,18% 19,73  
17/02/2021 106,02 1,05% -2,38% 19,56  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 108,01      
  valor saco $ 19,85      
  valor ton $ 397,08  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

O mercado do açúcar registrou quedas de mais de 2% nas bolsas de Nova York e Londres nesta terça-feira (23). A pressão veio com realização de lucros, após máximas de quase quatro anos na véspera, além de apreensões com o mix de produção.

O principal vencimento do açúcar em Nova York caiu 2,47%, cotado a US$ 17,01 c/lb, com US$ 17,52 de máxima e mínima de US$ 16,95 c/lb. Já em Londres, o tipo branco finalizou o dia com perdas de 2,05%, a US$ 478,40 a tonelada.

As cotações recuaram no dia acompanhando novidades do Brasil com movimento no comanda da Petrobras e ajustes técnicos, depois de máximas de quase quatro anos na véspera com foco na menor oferta global e temores com as exportações do adoçante.

"A expectativa do mercado era de que a oferta de hidratado iria crescer até o início dessa crise da Petrobras, agora, não se sabe se a oferta vai crescer e, se isso não ocorrer, poderá gerar maior disponibilidade de açúcar", disse Maurício Muruci, analista da Safras & Mercado.

A estatal tem como novo indicado para a presidência o general Joaquim Silva e Luna, após tensões entre o governo e a antiga direção por conta da alta nos combustíveis.

No financeiro, o dia também foi de perdas em partes do dia no petróleo WTI, apesar de ainda se manter acima de US$ 60 o barril, mas com pressão ao mercado do açúcar e do etanol, já que há melhor expectativa dos fósseis. Por outro lado, o dólar fechou em queda ante o real.

A recente alta dos preços do demerara na ICE Futures fez com que as exportações do açúcar cristal pelo Brasil voltassem a remunerar mais do que as vendas intensas, elevando as cotações no spot, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP).

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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