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Açúcar encerrou a semana com alta de mais de 8% em 11 e também acumulou mais de 2% em 5

Publicado em 19/02/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO 

Os preços internacionais do milho futuro começaram o dia em alta, mas depois perderam força ao longo da sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações negativas entre 1,75 e 7,50 pontos ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,42 com desvalorização de 7,50 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,41 com queda de 7,25 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,33 com perda de 6,00 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,81 com baixa de 1,75 pontos.

Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última quinta-feira de 1,45% para o março/21, de 1,46% para o maio/21, de 1,11% para o julho/21 e de 0,41% para o setembro/21.

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho acumularam altas de 0,74% para o março/21, de 2,85% para o maio/21, de 1,52% para o julho/21 e de 1,91% para o setembro/21 na comparação com a última sexta-feira (12).

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 542,75 -7,5
MAY 2021 541,75 -7,25
jul/21 533 -6
SEP 2021 481,75 -1,75
Última atualização: 17:11 (19/02)

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho foram mais baixos, com os contratos próximos caindo de altas anteriores na realização de lucros antes do fim de semana.

“Os traders se concentraram nas últimas projeções de oferta e demanda da safra do USDA, divulgadas durante o Ag Outlook Forum, que incluiu a primeira estimativa de abastecimento da agência para a próxima safra”, destaca Karl Plume da Reuters Chicago.

A publicação relata também que, os estoques de milho e soja dos EUA devem aumentar apenas ligeiramente até o final da campanha de comercialização de 2021/22 em 31 de agosto de 2022, visto que a forte demanda foi observada absorvendo safras recordes das safras que serão plantadas nesta primavera.

“O USDA realmente estimulou a demanda para compensar essas safras recordes. Esse tipo de aumento de demanda realmente será um empurrão”, disse Mike Zuzolo, presidente da Global Commodity Analytics.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2020/21, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 999.200 toneladas na semana encerrada em 11 de fevereiro. O volume representa um recuo de 31% frente à semana anterior e uma queda de 67% sobre a média das últimas quatro semanas. O México liderou as compras, com 226.500 toneladas. Para 2021/21, foram mais 182.600 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 800 mil e 1,270 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 86,75 0,16%
mai/21 86 0,01%
jul/21 80,29 1,62%
set/21 76,6 0,13%
Última atualização: 18:00 (19/02)

Os preços futuros do milho tiveram uma sexta-feira de altas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,05% negativo e 1,62% positivo ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 86,61 com queda de 0,05%, o maio/21 valeu R$ 85,99 com alta de 0,87%, o julho/21 foi negociado por R$ 80,29 com valorização de 1,62% e o setembro/21 teve valor de R$ 76,50 com ganho de 0,39%.

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho brasileiro acumularam elevações de 0,99% para o março/21, de 2,13% para o maio/21, de 3,20% para o julho/21 e de 1,26% para o setembro/21, na comparação com a última sexta-feira (12).

Para a consultoria SAFRAS & Mercado, o mercado brasileiro de milho teve uma semana de poucos negócios, com boa parte dos agentes estendendo o feriado de Carnaval e muitos consumidores ainda sinalizando para algum conforto em seus estoques. No entanto as ofertas começam a rarear em alguns estados.

“O aumento do custo de frete já é perceptível, situação que deve se manter, na medida que avança a colheita da soja”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Ele ainda destaca que as dificuldades de abastecimento serão recorrentes no primeiro semestre e o problema só deve ser resolvido com a entrada da safrinha a partir de julho. “Outro aspecto que precisa ser considerado é o atraso do plantio da safrinha, aumentando o risco climático”, completa o analista.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
19/02/2021 84,35 0,34% 1,21% 15,6
18/02/2021 84,06 0,31% 0,86% 15,45
17/02/2021 83,8 0,48% 0,55% 15,46
12/02/2021 83,4 0,25% 0,07% 15,51
11/02/2021 83,19 0,04% -0,18% 15,43
         

O mercado brasileiro de milho registrou preços pouco alterados nesta quinta-feira, 18, e inexpressiva fluidez dos negócios. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, muitos consumidores ainda sinalizam para algum conforto em seus estoques; no entanto as ofertas começam a rarear em alguns estados. “O aumento do custo de frete já é perceptível, situação que deve se manter na medida que avança a colheita da soja”, destaca.

As dificuldades de abastecimento no mercado de milho serão fato recorrente ao longo do primeiro semestre, com a situação sendo resolvida com a entrada da safrinha, a partir de julho. “Outro aspecto que precisa ser considerado é o atraso do plantio da safrinha, com o aumento do risco climático”, salienta Iglesias.

No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82/87 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), o preço foi de R$ 82/87 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 79/81 a saca em Cascavel. Em São Paulo, a saca chegou em R$ 83/85 na Mogiana. Em Campinas CIF, o valor foi de R$ 84/86 a saca.

No Rio Grande do Sul, a saca ficou em R$ 84/85,50 em Erechim. Em Minas Gerais, o preço ficou em R$ 75/76 a saca em Uberlândia. Em Goiás, o preço esteve em R$ 75 – R$ 76 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, a cotação chegou a R$ 73/74 a saca em Rondonópolis.

A sexta-feira (19) chega ao final com os preços do milho subindo no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas foram percebidas desvalorizações apenas em Brasília/DF (1,39% e preço de R$ 71,00) e Oeste da Bahia (1,52% e preço de R$ 65,00).

Já as valorizações apareceram nas praças de Pato Branco/PR (0,67% e preço de R$ 75,20), Londrina/PR e Marechal Cândido Rondon/PR (0,68% e preço de R$ 73,50), Cândido Mota/SP (0,68% e preço de R$ 74,50), Eldorado/MS (0,71% e preço de R$ 70,50), Jataí/GO e Rio Verde/GO (1,35% e preço de R$ 75,00), Maracaju/MS e Campo Grande/MS (1,39% e preço de R$ 73,00) e Porto de Santos/SP (2,70% e preço de R$ 76,00).

 

SOYBEAN - SOJA
 

Depois de duas sessões consecutivas de baixas, os preços da soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (19). As cotações registravam altas de 6 a 8 pontos nos principais contratos, por volta de 7h55 (horário de Brasília), levando o março aos US$ 13,82 e o agosto a US$ 13,28 por bushel. e manteve tendëncia altista ao longo de todo o dia.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 13,7725 2,25 0,16
mai/21 13,8 3,5 0,25
jul/21 13,6775 3 0,22
ago/21 13,275 5,75 0,44
Última atualização: 17:02 (19/02)  
       

Acompanhando seus fundamentos, o mercado retoma o fôlego depois de algumas baixas marcadas nesta semana, que foi mais curta, mas precisa de mais notícias novas para continuar subindo. 

Hoje, os traders acompanham ainda o segundo dia do Agricultural Outlook Forum, do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que traz mais alguns primeiras impressões importantes da nova safra 2021/22 dos Estados Unidos. 

SOJA - PREMIO - CBOT / PNG
CONTRATO VALOR
fev/21 45
mar/21 25
abr/21 22
mai/21 30
Última atualização: 19/02/2021

Ontem, o mercado já recebeu os dados de área da nova safra com a possibilidade de um crescimento expressivo. 

De acordo com os analistas de mercado da Consultoria AgResource Brasil, a produção aquecida por biocombustíveis é “um dos motivos que faz acreditar em uma sustentação dos preços da soja na [Bolsa de] Chicago”.

A comercialização da safra 2019/20 de soja da Argentina, em 2020/21, chegou a 83% até 20 de janeiro. Segundo Safras & Mercado, com dados do Ministério da Agricultura argentino, o volume chega a 40,321 milhões de toneladas, somando exportações e consumo da indústria, com queda de 12% ano a ano.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 515,24   19/fev
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 503,90   19/fev
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 510,20   19/fev
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 165,00 por saca

Com Chicago e dólar operando em direções opostas ontem, o mercado brasileiro de soja teve mais um dia de lentidão e de preços com comportamento regionalizado. As cotações seguem sendo apenas indicativos nominais.Os produtores estão de fora das negociações, com as atenções voltadas para a colheita, que segue atrasada. Sem oferta, o mercado praticamente travou.Prêmios da soja: portos têm descontos sobre Chicago pela 1ª vez desde 2014.Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 163 para R$ 162. Na região das Missões, a cotação baixou de R$ 162 para R$ 161. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 166 para R$ 164,50.Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 157 para R$ 157,50 a saca.  No porto de Paranaguá (PR), a saca se manteve em R$ 165.Em Rondonópolis (MT), a saca caiu de R$ 158 para R$ 153. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 153 para R$ 153,50. Em Rio Verde (GO), a saca  baixou de R$ 155 para R$ 151.

  soja US$ 5,39
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 30,49 164,34 0,53%
   
Última atualização: 16:21 (19/02)  

Os prêmios da soja brasileira no mercado de papel (Paper Market) caíram e isto resultou em um movimento que refletiu indicações de um desconto sobre os futuros de Chicago à medida que os comerciantes voltavam ao trabalho e reposicionavam suas ofertas, refletindo um cenário de cargas estagnadas no país e colheita lenta em meio às chuvas recentes.

O mercado também refletiu a ausência da demanda da China. As ofertas para envio de março no mercado de papel em Paranaguá registraram um desconto de 5 c/bu sobre o futuro de Chicago março, uma queda de cerca de 20 c/bu no dia, em comparação com ofertas a 10 c/bu sobre os futuros de março, de acordo com as fontes.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
19/02/2021 162,96 -0,45% -3,17% 30,14
18/02/2021 163,7 -0,18% -2,73% 30,09
17/02/2021 164 -1,04% -2,55% 30,26
12/02/2021 165,73 0,07% -1,53% 30,82
11/02/2021 165,62 -1,06% -1,59% 30,72

Esta é a primeira vez que uma base FOB de soja é negociada com um desconto sob CBOT desde 2015 . A combinação do ritmo lento de carregamento nos portos, o progresso estagnado da colheita e a venda difícil de agricultores, juntamente com a ausência da demanda chinesa, foi o gatilho: Não há carregamento em alguns portos, disse um corretor brasileiro.

Os interesses de compra na base FOB para outras posições para a frente também caíram de 5-10 c/bu ao longo da curva. No entanto, os preços na base da CFR China permaneceram estáveis graças ao frete mais alto que compensou os valores mais baixos do FOB. O frete de março do Brasil para a China foi para US$ 51/t esta semana, com os valores da soja na CFR China com rumores de terem sido negociados a 175 c/bu sobre os futuros de março.


SUGAR - AÇUCAR

 

March NY world sugar 11 (SBH21) on Friday closed up +0.28 (+1.60%), and May London white sugar 5 (SWK21) closed up +8.20 (+1.73%) at $481.40.

Sugar prices on Friday extended this week&39;s rally up to new 3-3/4 year nearest-futures highs. Concern about smaller global supplies continues to fuel fund buying of sugar futures. Sugar production is falling in Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter, after the Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported Tuesday that Thailand&39;s 2020/21 sugar production during Dec 10-Feb 12 fell -23% y/y to 5.5 MMT.

Signs of smaller sugar exports India are another positive factor for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) said on Thursday that India&39;s sugar mills have only contracted 2.5 MMT of sugar exports this year, below the government&39;s export target of 6 MMT on a shortage of shipping containers. Also, the All India Sugar Trade Association has projected India&39;s 2020/21 sugar exports may only total 4.3 MMT, down -25% 2019/20.

Sugar prices also found support on strength in crude oil prices. Crude oil rallied to a new 13-month high Thursday, which benefits ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing to ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies.

Ample sugar supply Brazil is a negative factor for sugar. Unica reported last Wednesday that Brazil&39;s Center-South sugar production through January was up +44% y/y to 38.195 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.21% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

News of higher sugar production India, the world&39;s second-biggest sugar exporter, is also negative for sugar prices. The India Sugar Trade Association last Thursday forecast that 2020/21 India sugar production will increase +9% y/y to 29.9 MMT. On Thursday, ISMA reported that India Oct-Feb 15 sugar production was already up +23% y/y to 20.9 MMT.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry on December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported last Monday that China&39;s 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Maxar on Jan 27 said that "below-average precipitation is expected in the long term" in the Center South. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said on Jan 14 that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Big Picture Sugar Market Factors: World sugar production in 2020/21 (Apr/Mar) is expected to climb +0.9% y/y to 171.1 MMT after falling -8.4% in 2019/20 to 169.6 MMT (ISO). The world sugar deficit in 2020/21 is expected to widen to a -3.5 MMT deficit a +1.86 MMT surplus in 2019/20 (ISO). Sugar production by Brazil, the world&39;s largest sugar producer, in 2020/21 (Apr/Mar) will climb by +32% y/y to 39.3 MMT 29.8 MMT in 2019/20, as millers divert 46.4% of cane juice to produce sugar (up 34.9% in 2019/20) due to the weak outlook for ethanol demand and prices (Conab). Sugar production by India, the world&39;s second-largest sugar producer, in 2020/21 will climb +13% y/y to 31 MMT due to a good monsoon season (India&39;s Sugar Mills Association).

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
19/02/2021 108,02 0,65% -0,53% 19,98  
18/02/2021 107,32 1,23% -1,18% 19,73  
17/02/2021 106,02 1,05% -2,38% 19,56  
12/02/2021 104,92 -0,73% -3,39% 19,51  
11/02/2021 105,69 -0,08% -2,68% 19,6  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 106,39      
  valor saco $ 19,74      
  valor ton $ 394,78  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

O mercado do açúcar encerrou a semana com alta de mais de 8% na Bolsa de Nova York e também acumulou mais de 2% de valorização em Londres. A commodity fechou esta sexta-feira (19) renovando as máximas de quase quatro anos acompanhando os temores de menor oferta global.

O principal vencimento do açúcar em Nova York subiu no dia 1,81%, cotado a US$ 16,89 c/lb, com US$ 16,89 de máxima e mínima de US$ 16,66 c/lb. Em Londres, a sessão finalizou o dia com ganhos de 1,73%, a US$ 481,40 a tonelada.

Em Nova York, a valorização semana nesta semana mais curta por conta do feriado do Dia do Presidente nos EUA foi de 8,79%, enquanto que Londres, onde os trabalhos seguiram normais nos últimos cinco dias, registrou um salto semanal de 2,51%.

Do Brasil, maior produtor de açúcar do mundo, chamou a atenção do mercado a informação de que a colheita pode começar um pouco mais tarde que o normal, somada com as outras preocupações de diversas origens sobre a oferta apertada.

"Muitas usinas postergaram o planejamento de início da safra em alguns dias e isso sem dúvida deve trazer uma sustentação para os preços do etanol e açúcar ao longo dos próximos meses", disse em entrevista ao Notícias Agrícolas Lígia Heise, consultora sênior em gerenciamento de risco da StoneX.

Além disso, também há informações sobre a questão meteorológica. A Datagro informou nesta sexta-feira que áreas produtoras de cana no Sul da região Centro-Sul do país continua seco, apesar de chuvas na parte Norte.

A produção de açúcar diminiu na prévia da safra. O Escritório da Tailândia de Cana e Açúcar informou na terça-feira que a produção de 2020/21, de 10 de dezembro até 12 de fevereiro, caiu 23% no comparativo anual, para 5,5 milhões de t.

O mercado também monitora os atrasos nas exportações indianas, impactadas em parte pela falta de contêineres. Do financeiro, também houve reflexos ao longo da semana com o petróleo WTI dos US$ 60 o barril, apesar de queda nesta reta final da semana.

Mercado interno

O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, fechou com alta de 1,23%, a R$ 106,02 a saca de 50 kg na quinta-feira (18).

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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