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Soja rompeu a média móvel de 20 dias e consolidou tendência de alta, fechando acima dos US$ 14 /bushel.

Publicado em 09/02/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO
A Bolsa de Chicago (CBOT) perdeu força na reta final da terça-feira para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registraram movimentações negativas entre 3,50 e 8,50 pontos ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,56 com queda de 7,50 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,54 com perda de 7,75 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,39 com desvalorização de 8,50 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,82 com baixa de 3,50 pontos.

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última segunda-feira, de 1,24% para o março/21, de 1,42% para o maio/21, de 1,64% para o julho/21 e de 0,62% para o setembro/21.

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 556,25 -7,5
MAY 2021 554,25 -7,75
jul/21 539,5 -8,5
SEP 2021 482,25 -3,5
Última atualização: 17:04 (09/02)

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os estoques finais de milho dos Estados Unidos não estão diminuindo tanto quanto o esperado, de acordo com o último relatório de oferta/demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgado nesta terça-feira.

“Em seu relatório WASDE de fevereiro, o USDA publicou maiores estimativas de produção de milho e soja do que as estimativas de comércio, resultando em uma leve reação do mercado”, explica o analista Mike McGinnis.

Em seu relatório, o USDA estimou os estoques finais de milho para 2020/21 em 286,5 milhões de toneladas contra a expectativa de comércio de 279,79 milhões de toneladas e a estimativa do USDA de janeiro de 283 milhões de toneladas.

Peter J. Meyer, S&P Global Platts, chefe de análise de grãos e oleaginosas, disse à Successful Farming, que o mercado de milho ficou desapontado com um aumento de apenas 50 milhões de bushel nas exportações de milho. 

“Muitos, incluindo a S&P Global Platts, esperavam um aumento de 150 milhões de bushel após o recorde de compras chinesas no final de janeiro, mas o Quadro Mundial do USDA continua reativo em vez de pró-ativo”, disse Meyer.  

Outro analista, Sal Gilbertie, da Teucrium Trading, concorda que os mercados ficaram decepcionados com os números de uso de milho do USDA, que ficaram muito abaixo das expectativas em todas as categorias.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 86,86 0,40%
mai/21 85 0,58%
jul/21 78,32 0,28%
set/21 75,94 0,56%
Última atualização: 17:09 (09/02)

Os preços futuros do milho se movimentaram pouco na Bolsa Brasileira (B3) nesta terça-feira. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,28% e 0,58% ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 86,86 com alta de 0,40%, o maio/21 valeu R$ 85,00 com ganho de 0,58%, o julho/21 foi negociado por R$ 78,32 com elevação de 0,28% e o setembro/21 teve valor de R$ 75,94 com valorização de 0,56%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, as cotações estão muito boas para fixação futura com a B3 batendo os R$ 80,00 para posições

próximas a chegada da safrinha. Entre os fatores que ajudam nestas altas está a elevação do dólar ante ao real neste dia.

No mercado do Rio Grande do Sul a indústria está apostando em mais ofertas no decorrer da semana. Para a região, vendedor segura os valores em R$83,00 para fevereiro e R$84,00 para março, mas o comprador em peso pede R$1,00 mais barato para cada opção. Raros negócios foram reportados. Com a parada das chuvas, esse fim de semana retomou a colheita com firmeza, o que libera logo a tensão que existe sobre os campos e da tempo ao mercado, por tal motivo a indústria aposta em maiores movimentos para o decorrer da semana.

Os produtores rurais de Santa Catarina ainda estão parados, mas cada dia mais próximos da colheita. Ocorreram pequenas mudanças de valores com vendedores chegando à R$84,00 em Canoinhas e Chapecó (antes R$85,00), mas compradores descem ainda mais, pedindo R$78,00 sem ceder. Em Campos Novos, tudo na mesma ,com vendedores em R$86,00 e compradores indo no máximo à R$85,00. Com os agricultores começando a colher somente agora, os preços ainda não balizaram, mas a tendência é que esse seja o próximo movimento nesse mercado.

No Paraná, a distância entre compradores e vendedores continua a mesma. Milho ainda muito caro para comprador que se prende as mesmas pedidas de R$78,00 de semana passada. O vendedor permanece irredutível com ofertas mínimas de R$80,00 nos Campos Gerais. O motivo pelo qual o mercado parece sem movimento é que um bom volume já foi vendido, o agricultor está muito bem capitalizado e não precisa vender à preços menores, mas o comprador, especialmente pecuaristas, se vêm em uma sinuca de bico, com leite e ovos incapazes de suportar a alta do milho.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
09/02/2021 83,39 0,85% 0,06% 15,49
08/02/2021 82,69 -0,11% -0,78% 15,39
05/02/2021 82,78 -0,29% -0,67% 15,37
04/02/2021 83,02 -0,08% -0,38% 15,22
03/02/2021 83,09 0,07% -0,30% 15,5

A terça-feira (09) chega ao final com os preços do milho pouco movimentados, mas subindo no mercado físico brasileiro. Foram percebidas desvalorizações apenas em Brasília/DF (1,37% e preço de R$ 72,00).

Já as valorizações apareceram nas praças do Porto de Santos/SP (1,37% e preço de R$ 74,00), São Gabriel do Oeste/MS (1,43% e preço de R$ 71,00), Campinas/SP (1,80% e preço de R$ 85,00), Amambaí/MS (2,05% e preço de R$ 74,50) e Itapetininga/SP (2,50% e preço de R$ 82,00).

O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que os produtores mato-grossenses seguem avançando com as negociações de venda de milho no estado para a safra passada, atual e futura.

De acordo com os dados levantados pelo Instituto, a safra 2019/20 está 99,53% comercializada com um preço médio de R$ 66,54 a saca. Já a safra 2020/21 que está em início de plantio, registra venda de 67,95% do total de produção estimada, um avanço de 1,12 pontos percentuais ante o mês anterior.

“As vendas foram influenciadas pelo preço atrativo do cereal, que apresentou aumento de 16,77% no preço médio comercializado entre janeiro e fevereiro, fechando em R$ 56,87 a saca”, destaca o Imea.

O maior avanço registrado aconteceu na safra 2021/22, que só será semeada no ano que vem, mas já contabiliza 10,92% comercializados, valor que continua sendo recorde para o período na série histórica do Instituto. Para os preços, o valor médio fechou em R$44,85 a saca no último mês.

Após um longo período de férias coletivas, algumas moageiras de milho retornaram às atividades, porém os negócios continuam a passo lento. O mercado de derivados de milho parece esperar uma melhora que não ocorreu no mês de janeiro. De um lado, a pouca disponibilidade e os preços altos do milho sufocaram as margens neste início de ano. De outro, em meio a um cenário de retração econômica e um típico janeiro mais lento, não foi visto um escoamento eficiente para os mercados de varejo, em itens de alimentação humana, como a canjica, a farinha e o amido de milho.

O mercado espera por baixas no milho e em seus derivados, já que a colheita de milho primeira safra já deveria estar com trabalhos mais avançados, o que pressionaria cotações do cereal abaixo dos patamares atuais. Ao menos duas plantas que se encontravam inativas em todo o mês de janeiro retornaram às suas atividades, porém em ritmo bem mais lento do que o usual, reduzindo turnos e mantendo férias para os funcionários que têm períodos em atraso.

Assim, diante de um cenário bastante lento e de pouca demanda, oito dos dez principais produtos tiveram reduções de preço, com destaque ao grupo pertencente à alimentação animal. Destes, somente a quirera apresentou alta, já que é um produto ideal e amplamente requisitado por granjeiros, bovinocultores de gado leiteiro e suinocultores, por exemplo, além de ser relativamente mais barato do que o milho.

 

SOYBEAN - SOJA
 

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago sobem, nesta terça-feira (9), mais de 1% entre as posições mais negociadas, dando continuidade ao forte avanço registrado no pregão anterior. Por volta de 7h10 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 12,25 e 15,25 pontos, levando o março a US$ 14,03 e o maio a US$ 14,00 por bushel. No final do dia a Soja em Chicago rompeu a média móvel de 20 dias e consolidou tendência de alta. Fundamentos também são positivos para os preços.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 14,0175 14 1,01
mai/21 13,9875 12,75 0,92
jul/21 13,7925 11,25 0,82
ago/21 13,34 11 0,83
Última atualização: 17:02 (09/02)  

O mercado continua encontrando espaço entre seus fundamentos, principalmente os de oferta e demanda, para dar sequência à sua escalada. Além disso, a nova oferta brasileira demora a chegar efetivamente ao mercado, uma vez que segue lenta a colheita no Brasil em função de algumas adversidades climáticas em regiões pontuais do país. 

A composição de estoques baixos, os países produtores já muito vendidos, a demanda aquecida e os primeiros sinais de risco para a nova safra americana dá espaço para o ânimo melhor na Bolsa de Chicago. 

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados divulgou seus números para soja em  novo boletim mensal de oferta e reduziu estoques de soja do país, bem como aumentou suas exportações. 

SOJA - PREMIO
CONTRATO VALOR
fev/21 50
mar/21 30
abr/21 30
mai/21 35
Última atualização: 09/02/2021

A safra norte-americana se manteve em 112,54 milhões de toneladas, mas elevaram as exportações de 60,69 milhões de toneladas para  61,23 milhões de toneladas.  Com isso os estoques finais a recuarem de 3,81 para 3,27 milhões de toneladas - um dos menores dos últimos anos. As importações e o esmagamento interno se mantiveram respectivamente em 950 mil toneladas e 59,87 milhões de toneladas. 

A produção mundial teve leve aumento passando de 361 para 361,08 milhões de toneladas.Os estoques finais foram reduzidos de 84,31 para 83,36 milhões de toneladas. 

A safra da Argentina se manteve em 48 milhões de toneladas, os estoques subiram de 25,6 para 26 milhões e as exportações mantidas em 7 milhões de toneladas. No Brasil, os números para produção foram mantidos em 133 milhões de toneladas , os estoques reduziram de 20,7 para 20,35 milhões de toneladas e as exportações foram mantidas em 85 milhões de toneladas. 

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 526,08   09/fev
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 524,78   09/fev
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 520,45   09/fev
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 168,00 por saca

As importações de soja pela China seguem estimadas em 100 milhões de toneladas. 

A China comprou três navios no mercado de paper de Paranaguá e nada nos Estados Unidos. No mercado à vista, os compradores chineses continuaram quietos devido às fracas margens de esmagamento e ao feriado nacional que se aproxima. Uma esmagadora estatal chinesa estava controlando os preços da soja dos EUA no Golfo para embarques entre outubro e novembro de 2021, mas não houve relatos de negócios. 

Os prêmios com base no CFR China ficaram praticamente estáveis no dia, com os embarques de abril do Brasil indicados em 138 c/bu sobre os futuros de maio e os embarques de maio relatados a 141-142 c/bu sobre os futuros de maio. O embarque de março saindo de Santos foi mostrado a 151 c/bu em relação ao março futuro, mas nenhuma oferta firme foi ouvida.

O marcador APM-6 CFR China para remessa em março da opção mais barata foi avaliado 2 c/bu mais baixo em 135 c/bu sobre março futuro, igualando a $ 559,5/t, até $ 5,5/t em futuros mais altos.

  soja US$ 5,38
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 30,72 165,27 0,41%
   
Última atualização: 16:02 (09/02)  

Na origem, pelo menos três negócios foram registrados no mercado de Paper de Paranaguá, com junho e julho negociados a 54 c/bu e 62 c/bu sobre o futuro de julho, respectivamente. E uma remessa parcial de abril mudou de mãos a 20 c/bu sobre o futuro de maio com base FOB. Nos mercados à vista FOB, houve uma enxurrada de negociações parciais no Brasil na base FOB Paranaguá, com abril sendo negociado a 20 c/bu e maio a 27 c/bu sobre o futuro de maio, junho negociado a 54 c/bu e julho 62 c/bu, ambos sobre futuros. Em uma base mais imediata, março foi indexado a 24 c/bu sobre o março futuro, equivalente a $ 518/t, alta de 25 centavos no dia.

No Paraná, simplesmente não há mais soja disponível no estado e, consequentemente, nem óleo e nem farelo, a não ser bem escassos. Os preços são meramente teóricos em todo o complexo. As indicações teoricamente continuam a R$ 158,00 do preço no balcão, em Ponta Grossa. Futuro nada reportado. Na Ferrovia, em Maringá entrega até 20/03 com pagamento 30/04/21 recuou para R$ 158,00/saca. Outros preços em Paranaguá com entrega até 20/02/2021 com pagamento 30/03/21 R$ 163,50; entrega até 20/03 entrega Maio com pagamento 30/05/21 R$ 164,00; entrega junho com pagamento 30/06/21 R$ 165,10; entrega julho com pagamento 30/07/21 R$ 166,80 com pagamento 30/04/21 R$ 163,10.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
09/02/2021 169,4 0,29% 0,65% 31,47
08/02/2021 168,91 1,53% 0,36% 31,44
05/02/2021 166,36 -0,78% -1,15% 30,89
04/02/2021 167,67 0,93% -0,37% 30,74
03/02/2021 166,12 -1,39% -1,30% 30,98

As exportações de soja do Brasil podem ficar entre 6 milhões e 7,63 milhões de toneladas em fevereiro, estimou nesta terça-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), indicando um intervalo de números mais conservador.

Na previsão da semana passada, a Anec admitiu que as exportações poderiam atingir até 8,5 milhões de toneladas neste mês, embora já trabalhasse com um piso de 6 milhões. A revisão ocorre em meio a um forte atraso na colheita.

A entidade destacou que as programações dos navios nos portos apontam para o limite máximo da estimativa.

"Porém, é importante observar que devido aos atrasos na colheita e previsão de chuvas... a Anec está considerando a possibilidade de embarque menor de cargas", afirmou em nota.

Em fevereiro do ano passado, o maior produtor e exportador de soja embarcou 6,61 milhões de toneladas, de acordo com a associação.

A entidade ainda projeta embarques de farelo de soja em 1,248 milhão de toneladas, ante 1,02 milhão em fevereiro de 2020.

 

SUGAR - AÇUCAR
 

March NY world sugar 11 (SBH21) on Tuesday closed up +0.17 (+1.04%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed up +3.20 (+0.68%) at $475.20

Sugar prices on Tuesday closed moderately higher but remained below Monday&39;s highs, on carry-over support a rally in crude oil prices. Crude oil climbed to a new 1-year high Tuesday, which benefits ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies. Recent demand for Brazil&39;s ethanol supplies has strengthened after Brazil&39;s Trade Ministry reported last Thursday that Brazil Jan ethanol exports surged +155% y/y to 200 mln liters.

NY sugar on Monday rose to a 3-week high and London sugar to a new 3-3/4 year nearest-futures high. Smaller sugar supplies Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter, were positive for sugar prices after the Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported last Friday that Thailand&39;s 2020/21 sugar production during Dec 10-Feb 4 fell -25% y/y to 4.7 MMT.

A bearish factor for sugar is the outlook for a global sugar surplus next year. Tropical Research Services (TRS) projects a global 2021/22 sugar surplus of 5.2 MMT on the prospects for sugar production to recover in Thailand and India. TRS predicts that Thailand&39;s 2021/22 sugar production may rebound to 10 MMT 6.9 MMT in 2020/21 and that India&39;s 2021/22 sugar production my climb to a record 35.6 MMT 31 MMT in 2020/21.

A negative factor for sugar is Tuesday&39;s projection Czarnikow Group that Thailand 2021/22 sugar production will surge +59% y/y to a 3-year high of 11 MMT, rebounding sharply the 10-year low of 6.9 MMT in 2020/21.

A negative factor for sugar prices is ramped-up sugar production in India, the world&39;s second-biggest sugar exporter. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) reported last Tuesday that India Oct-Jan sugar production climbed +25% y/y to 17.68 MMT.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported last Monday that China&39;s Dec sugar imports surged +325% y/y to 910 MT and China 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Maxar on Jan 27 said that "below-average precipitation is expected in the long term" in the Center South. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said on Jan 14 that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Ample sugar supplies Brazil is a negative factor for sugar. On Jan 27, Unica reported that Brazil&39;s Center-South sugar production in the first half of January was up +77% y/y at 8 MMT and that 2020/21 Brazil Center-South sugar production through mid-January was up +44% y/y to 38.193 MMT.

The percentage of cane used for sugar rose to 46.21% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian government, on December 16, authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
09/02/2021 105,89 -0,14% -2,50% 19,68  
08/02/2021 106,04 -0,86% -2,36% 19,74  
05/02/2021 106,96 -0,58% -1,51% 19,86  
04/02/2021 107,58 -0,77% -0,94% 19,72  
03/02/2021 108,42 -0,10% -0,17% 20,22  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 106,98      
  valor saco $ 19,88      
  valor ton $ 397,69  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

Os futuros do açúcar encerraram a sessão desta terça-feira (09) com alta na Bolsa de Nova York e Londres, após perdas na véspera. O suporte veio de ajuste de posições, além dos ganhos do financeiro, principalmente petróleo.

O principal vencimento do açúcar em Nova York subiu 1,04% no dia, cotado a US$ 16,44 c/lb, com US$ 16,58 de máxima e mínima de US$ 16,21 c/lb. Em Londres, a sessão finalizou o dia com alta de 0,68%, a US$ 475,20 a tonelada.

Além de movimento de ajuste de posições ante a queda na sessão anterior, o mercado do petróleo saltou nesta sessão acompanhando uma recuperação nos preços do petróleo diante de cortes na oferta e expectativas de estímulos.

"O petróleo bruto atingiu um novo recorde de 1 ano hoje, o que beneficia os preços do etanol e pode levar as usinas de açúcar do Brasil a desviar mais a moagem da cana para a produção de etanol em vez da produção de açúcar, reduzindo assim o fornecimento de açúcar", disse em nota a consultoria Barchart.

Por outro lado, o mercado ainda monitora as expectativas de superávit global na safra. A Tropical Research Services (TRS) estimou um excedente global em 2021/22 de 5,2 milhões de toneladas diante das perspectivas de recuperação da produção na Tailândia e a Índia.

O relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) trouxe revisão altista de produção na safra 2020/21 de açúcar do país, para 9,13 milhões de toneladas curtas, ante 9,16 milhões de t no levantamento anterior.

Na temporada 2019/20, a estimativa de produção seguiu em 8,15 milhões de t.

O USDA também estimou em seu relatório mensal importações de açúcar em 3,40 milhões de curtas em 2020/21, ante dado de 3,34 milhões de toneladas em dezembro. Já em 2019/20, os Estados Unidos importaram 4,23 milhões de toneladas curtas de açúcar.

Os estoques finais de açúcar da temporada 2020/21 foram apontados em 1,99 milhão de t curtas, ante 1,78 milhão de t do levantamento anterior.

A liquidez no mercado spot de açúcar está baixa no estado de São Paulo neste começo de fevereiro. Segundo pesquisadores do Cepea, poucos fechamentos envolvem maiores quantidades do adoçante. Enquanto a demanda está fraca, do lado vendedor, as usinas com maior necessidade de desovar os estoques baixam os valores de suas ofertas. Diante disso, nestes primeiros dias de fevereiro (até o dia 8), o Indicador CEPEA/ESALQ acumula queda de 2,36%, fechando a R$ 106,04/saca de 50 kg nessa segunda-feira, 8.

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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