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Açúcar registrou ganhos expressivos hoje e fechou cotado a US$ 16,42 c/lb no 11 e US$ 453/MT no 5.

Publicado em 05/02/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO 

Os preços internacionais do milho futuro se movimentaram em campo misto nesta sexta-feira. As principais cotações registravam flutuações entre 1,40 pontos negativos e 0,50 pontos positivos ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,48 com queda de 1,50 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,47 com estabilidade, o julho/21 foi negociado por US$ 5,36 com baixa de 0,50 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,78 com alta de 0,50 pontos.

Esses índices representaram perda, com relação ao fechamento da última quinta-feira, de 0,36% para o março/21, ganho de 0,21% para o setembro/21 e estabilidade para o maio/21 e para o julho/21.

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho acumularam valorizações de 0,18% para o março/21 e de 1,70% para o setembro/21, além de estabilidade para o maio/21 e para o julho/21 na comparação com a última sexta-feira (29).

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 548,5 -1,5
MAY 2021 547,5 0
jul/21 536,25 -0,5
SEP 2021 478,25 0,5
Última atualização: 17:02 (05/02)

Segundo informações do site internacional Successful Farming, este foi um dia bastante calmo no mercado enquanto todos se preparam para o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) da próxima semana.

“Um dia tranquilo para mim hoje. Estamos um pouco mais altos em toda a linha e acho que geralmente estamos antecipando os números WASDE de alta na terça-feira. Não há muito a dizer, de outra forma, sobre o mercado hoje”, diz Jack Scoville, analista de mercado do PRICE Futures Group.

Os Estados Unidos exportaram um volume recorde de milho para a China, conforme divulgou o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira (04.02). O órgão oficial do governo norte-americano afirma que 56,1 milhões de toneladas do cereal foram comprometidos, de um total estimado em 64,7 milhões de toneladas, o que representa 86% do volume anual. 

“Além disso, o mercado continua recebendo rumores sobre compras adicionais chinesas. Esse cenário, sem dúvida, impulsiona os preços do cereal na bolsa. Segundo fontes da AgResource, ainda mais milho dos EUA será anunciado para o país asiático, sendo apenas uma questão de tempo. No curto prazo, demanda chinesa e safra brasileira darão o ritmo dos preços”, apontam os analistas da Consultoria.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 101,6 mil toneladas de milho para destinos não revelados. O cereal será entregue na temporada 2020/21.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
mar/21 85,15 -0,18%
mai/21 83,66 -0,35%
jul/21 77,6 -0,78%
set/21 74,85 -0,86%
Última atualização: 17:14 (05/02)

Os preços futuros do milho operaram em campo misto na Bolsa Brasileira (B3) nesta sexta-feira. As principais cotações registraram movimentações entre 0,86% negativo e 0,17% positivo ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à R$ 85,30 com alta de 0,11%, o maio/21 valeu R$ 83,95 com ganho de 0,17%, o julho/21 foi negociado por R$ 77,60 com queda de 0,78% e o setembro/21 teve valor de R$ 74,85 com perda de 0,86%.

Com relação ao fechamento da última semana, os futuros do milho brasileiro acumularam baixa de 1,72% para o março/21 e de 0,21% para o setembro/21, além de elevação de 0,24% para o maio/21 e de 0,65% para o julho/21, na comparação com a última sexta-feira (29).

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, ainda falta milho no Brasil nesta reta final de entresafra com a colheita do milho verão devendo ganhar ritmo nos próximos dias, isso reduz a oferta e obriga quem precisa do cereal a ir ao mercado e pagar mais caro.

Com o andamento da colheita, o analista acredita que essa tendência deva se inverter com o milho chegando ao mercado. “Também teremos uma colheita de soja ao mesmo tempo da do milho para serem armazenadas nos mesmos armazéns. Então vai ser preciso vender rápido e vai haver uma pressão de baixa

O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, indica um volume de 468,349 mil toneladas de

milho a serem exportadas em fevereiro, conforme levantamento de Safras & Mercado. Desse total, 97,219 mil toneladas já foram embarcadas.

No mercado do Rio Grande do Sul, os compradores estão cotando o milho com R$ 82 fevereiro, R$ 83 março, e os vendedores um real mais. No entanto com a subida do milho paranaense e do frete, é esperado que o mercado comece a andar, pois o encarecimento gera uma tendência para qualquer lado, logo se importar ficar mais caro, o regional passa a sair.

Santa Catarina tem milho negociado para granjeiros a R$ 86,00 e os grandes pagam R$ 83,00. O mercado continua esperando alguém ceder. As ideias de preço continuam nas mesmas bases, com vendedores à R$86,00 em Campos Novos e compradores no máximo à R$85,50. Para Chapecó, pedidas saltam acima de R$86,00, mas compradores seguram à R$85,00. Por fim, na região de Canoinhas as pedidas se mantém em R$85,00, mas compradores não estão dispostos a pagar mais de R$83,00 por grandes volumes.

No Paraná, o comprador está a R$ 78,00, mas deve se movimentar em breve. No Oeste do estado mercado totalmente parado, com grande distância entre comprador e vendedor. Para Campos Gerais o comprador permanece com ideias de R$78,00 a saca, mas o vendedor se prende à R$80,00. Nas fábricas dos Campos Gerais o milho foi cotado a R$ 76,00 para entrega e pagamento nos próximos 30 dias, mas sem negócios reportados.

No Mato Grosso do Sul, as chuvas continuam atrapalhando a colheita e comercialização. Com o início da colheita do milho de verão nos três estados do Sul a demanda de outros estados sobre o milho do Mato Grosso do Sul não evolui e, consequentemente, os preços permanecem inalterados (mas não caem), mas 8 reais acima de dezembro.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
04/02/2021 83,02 -0,08% -0,38% 15,22
03/02/2021 83,09 0,07% -0,30% 15,5
02/02/2021 83,03 -1,10% -0,37% 15,5
01/02/2021 83,95 0,73% 0,73% 15,4
29/01/2021 83,34 0,11% 5,96% 15,2

A sexta-feira (05) chega ao fim com os preços do milho se movimentando em campo misto no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações em Porto de Santos/SP (1,39% e preço de R$ 73,00) e Campo Grande/MS (1,43% e preço de R$ 71,00).

Já as desvalorizações apareceram nas praças de Tangará da Serra/MT (1,47% e preço de R$ 67,00), Campo Novo do Parecis/MT (1,49% e preço de R$ 66,00), Campinas/SP (1,76% e preço de R$ 83,50), Itapetininga/SP (2,44% e preço de R$ 80,00) e São Gabriel do Oeste/MS (2,74% e preço de R$ 71,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, os preços do milho no mercado físico estiveram pressionados negativamente. “O comprador está recuado, enquanto os vendedores estão com dificuldade de negociar como faziam nas semanas anteriores. O clima está favorável para a colheita”.

A consultoria SAFRAS & Mercado considera que o mercado brasileiro de milho apresentou preços pouco alterados na maior parte das regiões nestes últimos dias. “O ritmo de negócios foi lento. Os vendedores procuraram não ceder em relação às cotações, mas os compradores também mostram estar numa posição relativamente confortável em seus estoques no curto prazo”.

O analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, aponta ainda que, para a safrinha, as negociações permanecem travadas em função da volatilidade cambial e da Bolsa de Chicago ao longo dessa semana.


SOYBEAN - SOJA

Os preços da soja seguem subindo na Bolsa de Chicago nesta manhã de sexta-feira (5), porém, com ganhos bastante tímidos entre as posições mais negociadas. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 2 e 4,75 pontos, levando o março a US$ 13,74 e o maio a US$ 13,72 por bushel.  Mas perderam força ao longo do dia e encerram quase todos no campo negativo, se mantendo entre US$ 13,66 à US$ 13,04 por bushel.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
mar/21 13,6675 -5,75 -0,42
mai/21 13,6575 -3,5 -0,26
jul/21 13,4775 -1,75 -0,13
ago/21 13,04 1,75 0,13
Última atualização: 17:02 (05/02)  

O mercado continua se comportando de forma bastante técnica nesta semana, à espera de notícias fortes, principalmente com a chegada do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que chega na terça-feira, dia 9. 

Enquanto não chegam mais informações, os traders ainda se equilibram entre os dados de oferta e demanda, o clima para a conclusão da safra na América do Sul e situações pontuais como a greve dos caminhoneiros na Argentina e os movimentos de washout que tem sido registrados na China. 

De acordo com a AgResource Brasil, o clima sul-americano, junto dos primeiros resultados de rendimento da soja brasileira (que devem decepcionar), impulsionarão o valor da oleaginosa na Bolsa de Cereais de Chicago (CBOT) antes do relatório do USDA de fevereiro, que será publicado na terça-feira que vem, dia nove de Fevereiro.

“A visão da nossa equipe se mantém otimista quanto aos preços. Estes devem apresentar momentos naturais de baixa, porém o racionamento da demanda, que parece não ter fim, acontecerá através da alta nos preços”, concluem os analistas de mercado da AgResource Brasil. 

A China ficou novamente quieta durante a sessão de comércio de hoje devido às margens negativas de esmagamento de soja, enquanto os prêmios em dinheiro permaneceram estáveis. Nesse cenário, o mercado internacional da oleaginosa não teve movimentação.  

SOJA - PREMIO
CONTRATO VALOR
fev/21 50
mar/21 30
abr/21 30
mai/21 35
Última atualização: 05/02/2021
   

Os  prêmios  em  uma  base  CFR  China  para  os  grãos  do Brasil  e  dos  EUA  caíram  marginalmente  com  os embarques de março e abril de Santos oferecidos a 150 c/bu  sobre  os  futuros  de  março  e  140  c/bu  sobre  os futuros de maio, respectivamente. Os  valores  negociáveis  para  essas  remessas  foram atrelados a  5-6  c/bu abaixo  das ofertas - praticamente inalterados no dia. 

O embarque de março do Golfo dos EUA ainda estava indicado em 215 c/bu em relação ao março futuro, mas nenhuma oferta firme foi relatada. O indicador CFR  China  para  remessa  de  março  da opção  mais  barata  foi  avaliado  1  c/bu  inferior  no  dia para 137 c/bu sobre o futuro de março, equivalente a $ 554,75/t, um aumento de $ 1,5/t da avaliação anterior.

No Brasil, a falta de volatilidade trouxe alguma liquidez com uma enxurrada de negociações de março a julho. A remessa de março negociou 31 c/bu sobre os futuros de março, 28 de abril c/bu sobre os futuros de maio, 61 de junho c/bu sobre os futuros de julho e julho 75 c/bu sobre o contrato no mesmo mês. Com base no preço fixo que funcionou em US$ 516,25/t para março, alta de cerca de US$ 1/t no dia, e abril foi de US$ 513,75/t FOB Paranaguá, estável no dia. Santos estava cotado a US$ 1,75/t acima.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 520,57   05/fev
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 519,42   05/fev
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 514,25   05/fev
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 166,00 por saca

O caminho que a demanda da China vem fazendo diante de uma oferta tão apertada atualmente vem ganhando ainda mais espaço nas análises de consultores e analistas nacionais e internacionais. Apesar dos movimentos de washout que tem sido registrados na nação asiática, traders afirmam que o crescimento do consumo segue forte e ainda tem espaço para continuar. 

Em entrevista à Bloomberg, o CEO da Cargill, Dave MacLennan afirmou que as compras chinesas fortes ainda têm "pelo menos mais alguins trimestres pela frente" para que o país tenha estoques suficientes de soja e milho. Mais do que isso, acredita ainda que os preços terão que subir ainda mais para, de fato, conseguirem conter o ímpeto do consumo. 

MacLennan afirma que isso se dá diante de um percentual já muito elevado da soja norte-americana comprometida com a exportação - de 60,7 milhões de toneladas estimadas para serem exportadas, quase 59 milhões já foram vendidas - e as vendas de milho dos EUA para a China já também registram volumes recordes. Somente na última semana, as vendas semanais do cereal para exportação norte-americanas foram de mais de 7,4 milhões de toneladas, e o principal destino foi o país asiático. 

"A mais antiga &39;cura&39; para preços altos são preços ainda mais altos, ainda não chegamos lá e os chineses continuam sendo fortes compradores", disse o CEO da Cargill. 

Ao lado do interesse comprador, há também o interesse vendedor, já que nos EUA os lucros garantidos com as exportações de soja pelo Golfo do México, em 2020, registraram seus mais elevados patamares desde 2016. O mesmo se dá no Brasil, com os preços da oleaginosa e do milho em níveis historicamente elevados, e ainda sendo beneficiados - ao lado dos bons preços em Chicago - pelo dólar alto frente ao real, mantendo-se acima dos R$ 5,40 nesta semana. 

E no mercado brasileiro, as condições da oferta se agravam diante também de um elevado índice de comercialização já realizada - mais de 60% - o que garante perto de 40% apenas da nova safra a ser vendida. E este volume deverá ser acirradamente disputado entre exportações e demanda interna, já que o processamento da oleaginosa internamente também vem crescendo ano a ano. 

Além das vendas antecipadas já muito adiantadas, a safra brasileiras inspirou uma série de incertezas desde o plantio. Os trabalhos de campo sofreram com adversidades climáticas no início da temporada e, mesmo que pontualmente, são registrados agora também durante a colheita, que já se mostra atrasada e com os primeiros volumes disponíveis com perda de qualidade dos grãos. 

"O fato é que a colheita está andando e o grão que tem saído dos campos está com qualidade baixa e a maior parte não consegue dar padrão de exportação. Assim, as ofertas seguem escassas, mantendo fôlego positivo dos preços, com apoio do dólar. Ainda assim, o mercado não conta com muitos vendedores, já que eles continuam esperando mais pela soja", explica Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting. 

Do lado dos compradores, ainda como relata o consultor, também há certa cautela e espera, já que há muitos contratos para começarem a ser cumpridos. "Os grandes compradores dão sinais de que vão esperar receber a soja para depois negociar novos volumes. Assim, neste momento, temos uma calmaria no mercado", diz. 

  soja US$ 5,38
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
mar/21 30,28 162,91 0,26%
   
Última atualização: 16:21 (05/02)  

Para a consultoria, a safra brasileira deverá ficar entre 127 e 133 milhões de toneladas. "Os números vão seguir flutuando, mas vem uma grande safra pela frente", acredita Brandalizze. Ao mesmo tempo, a Datagro revisou sua estimativa para cima e agora projeta a safra 2020/21 do Brasil em 135,87 milhões de toneladas. "Em caso de confirmação, esse volume será 6,9% superior aos 127,15 milhões de toneladas da safra recorde colhida em 2020", afirma a consultoria.

Assim, há expectativas também no mercado de que o USDA, em seu novo boletim mensal de oferta e demanda que chega no dia 9 de dezembro, traga revisões em suas estimativas para a safra brasileira. E o sentimento de especialistas ouvidos pelas S&P Global Platts é de que o número de 133 milhões de toneladas - que não é alterado desde setembro - seja corrigido para cima diante da melhora das chuvas no início de 2021. 

Enquanto a oferta do Brasil ainda segue bastante escassa, bem como a dos Estados Unidos vai se limitando a cada semana que passa, as margens de processamento da soja foram se ajsutando na China diante dos altos preços da oleaginosa, incentivando movimentos de washout pela nação asiática no destino, como informou ao Notícias Agrícolas a Agrinvest Commodities.

E de acordo com o portal internacional AgriCensus, entre quatro e cinco cargos de soja brasileira para embarques entre fevereiro e março passaram por este movimento nos últimos dias. O mesmo se deu também com três cargos de óleo de palma e um de óleo de soja. 

"As margens destes cargos não estavam boas. O mercado está bem baixista para os óleos vegetais agora", disse um analista ao AgriCensus direto da China. "Além disso, os embarques no Brasil estão bastante lentos, ao lado das margens que já não estão boas". 

Ao lado de margens apertadas e da falta de oferta ainda disponível no Brasil, a China se prepara para o feriado do Ano Novo Lunar, o mais longo e um dos mais importantes do país, o que também traz uma pausa gradual nas atividades da indústria processadora. Algumas delas, inclusive, só voltarão a operar em março. 

O momento deu espaço para algumas notícias de que a demanda chinesa estaria um pouco mais lenta, ao menos neste momento, todavia as expectativas de que o consumo chinês segue crescendo de forma muito intensa e consistente, como reafirmou o CEO da Cargill. 

Dessa forma, o que se espera, portanto, é que as compras chinesas - que já foram muito intensas nos últimos meses - voltem a se acelerar nos próximos meses. "Mas, o line-up entre fevereiro e março está bastante cheio e já há navios esperando para embarcar nos portos. Estas águas não ficarão sem soja em trânsito por muito tempo", diz a analista internacional de commodities da Reuters, Karen Braun. O lineup para fevereiro já está próximo de 11 milhões de toneladas. 

A Pátria Agronegócios trouxe a apuração de duas imagens que mostram o fluxo de navios graneleiros saindo da China com destino Brasil e Estados Unidos e a diferença é bastante clara:

"Os chineses estão chegando em peso para carregar soja no Brasil entre fevereiro e março", explica Matheus Pereira, diretor da consultoria. "A demanda está sendo represada. A soja disponível nos próximos dias, próximas semanas, irá ganhar prêmio", complementa. 

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
04/02/2021 167,67 0,93% -0,37% 30,74
03/02/2021 166,12 -1,39% -1,30% 30,98
02/02/2021 168,47 -0,11% 0,10% 31,44
01/02/2021 168,65 0,21% 0,21% 30,94
29/01/2021 168,3 -0,77% 9,36% 30,69

Os preços hoje andaram de lado no Rio Grande do Sul, subindo apenas na região das Missões. A maior razão é que os preços continuam em baixa, tanto do óleo, quanto do farelo, tanto no mercado interno, como no mercado externo e isto afeta os preços que as indústrias e Tradings podem pagar neste momento.

Apesar de estarem 11,26%  mais altos do que o mês passado, os  vendedores ainda aguardam novas altas para voltar a vender. Mas, a preocupação maior  é  com  a  colheita.  Não  há certeza sobre o volume exato que cada um conseguirá colher.  O preço futuro subiu mais dois reais e meio/saca para R$ 167,50 no porto gaúcho de Rio Grande, para maio de 2021. O preço para junho também subiu dois reais para R$ 168,40/saca.

No Paraná, o mercado futuro 2020/21 recuou cerca de 5 reais/saca para fevereiro-julho. Os preços são meramente teóricos, tanto de grão, quanto de farelo e óleo As indicações teoricamente continuam a R$ 158,00 do preço no balcão, em Ponta Grossa. No Oeste saíram alguns negócios entre R$ 166,00e R$ 168,00. Futuro nada reportado. No mercado de lotes,  com a queda de Chicago e a que do dólar, os preços subiram um real/saca para R$ 170,00  posto em Ponta Grossa, pagamento final de fevereiro de 2021. 

Sem muita disponibilidade de safra velha em Minas Gerais, o mercado continua andando de lado, mas elevado. Por sua vez os vendedores estão esperando novas altas, objetivando R$ 170,00/saca. Os preços de fevereiro estão 26,77% maiores do que os de dezembro, mostrando uma evolução significativa. Os lucros dos agricultores estão por volta de 83,47%.

 

SUGAR - AÇUCAR

March NY world sugar 11 (SBH21) on Friday closed up +0.37 (+2.31%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed up +9.40 (+2.02%) at $453.40.

Sugar prices on Friday closed sharply higher, with NY sugar at a 2-week high and London sugar at a new 3-3/4 year nearest-futures high. Smaller sugar supplies Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter, fueled gains in sugar Friday after the Thailand Office of the Cane & Sugar Board reported that Thailand&39;s 2020/21 sugar production during Dec 10-Feb 4 fell -25% y/y to 4.7 MMT.

Sugar prices also garnered support Friday a rally in crude oil to a new 1-year high. Higher crude oil prices benefit ethanol prices and may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus reducing sugar supplies. Recent demand for Brazil&39;s ethanol supplies has strengthened after Brazil&39;s Trade Ministry reported Thursday that Brazil Jan ethanol exports surged +155% y/y to 200 mln liters.

A negative factor for sugar prices is ramped-up sugar production in India, the world&39;s second-biggest sugar exporter. The Indian Sugar Mills Association (ISMA) reported on Tuesday that India Oct-Jan sugar production climbed +25% y/y to 17.68 MMT.

NY sugar on Jan 14 rallied to a 3-3/4 year nearest-future high and London sugar on Tuesday posted a 3-3/4 year high on the outlook for tighter global sugar supplies. Citigroup on Jan 14 raised its 2021 sugar price estimate to 14.7 cents/lb 13.6 cents/lb, citing "disappointment in the scale" of the government of India&39;s subsidy for sugar exports.

The president of India&39;s Shree Renuka Sugars Ltd said last Friday that a shortage of shipping containers in India is reducing sugar exports. India has exported only about 70,000 MT of sugar in January, well below the 370,000 MT of sugar exported at the same time last year.

Sugar prices garnered support after the European Commission on Monday cut its EU 2020/21 sugar production estimate to 15.6 MMT a December projection of 16.2 MMT.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported last Monday that China&39;s Dec sugar imports surged +325% y/y to 910 MT and China 2020 total sugar imports rose +55.5% y/y to 5.27 MMT.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Maxar last Wednesday said that "below-average precipitation is expected in the long term" in the Center South. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. The U.S. Climate Prediction Center said on Jan 14 that a La Nina weather pattern would likely last at least until March and possibly beyond, which could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Ample sugar supplies Brazil is a negative factor for sugar. Last Wednesday, Unica reported that Brazil&39;s Center-South sugar production in the first half of January was up +77% y/y at 8 MMT and that 2020/21 Brazil Center-South sugar production through mid-January was up +44% y/y to 38.193 MMT. The percentage of cane used for sugar rose to 46.21% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian government, on December 16, authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

Big Picture Sugar Market Factors: World sugar production in 2020/21 (Apr/Mar) is expected to climb +0.9% y/y to 171.1 MMT after falling -8.4% in 2019/20 to 169.6 MMT (ISO). The world sugar deficit in 2020/21 is expected to widen to a -3.5 MMT deficit a +1.86 MMT surplus in 2019/20 (ISO). Sugar production by Brazil, the world&39;s largest sugar producer, in 2020/21 (Apr/Mar) will climb by +32% y/y to 39.3 MMT 29.8 MMT in 2019/20, as millers divert 46.4% of cane juice to produce sugar (up 34.9% in 2019/20) due to the weak outlook for ethanol demand and prices (Conab). Sugar production by India, the world&39;s second-largest sugar producer, in 2020/21 will climb +13% y/y to 31 MMT due to a good monsoon season (India&39;s Sugar Mills Association).

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
04/02/2021 107,58 -0,77% -0,94% 19,72  
03/02/2021 108,42 -0,10% -0,17% 20,22  
02/02/2021 108,53 -0,53% -0,06% 20,26  
01/02/2021 109,11 0,47% 0,47% 20,02  
29/01/2021 108,6 0,32% 0,94% 19,81  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 108,45      
  valor saco $ 20,16      
  valor ton $ 403,15  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    

O mercado do açúcar registrou ganhos expressivos na sessão desta sexta-feira (05) na Bolsa de Nova York e em Londres. A sessão acompanhou as preocupações com a oferta do commodity, principalmente após atualizações da Tailândia.

O principal vencimento do açúcar em Nova York saltou 2,31% no dia, cotado a US$ 16,42 c/lb, com US$ 16,52 de máxima e mínima de US$ 16,07 c/lb. Em Londres, a sessão finalizou o dia com alta de 1,96%, a US$ 453,40 a tonelada.

Nesta semana, o açúcar em Nova York registrou valorização de 1,80%. As preocupações com a oferta da commodity seguem influenciando as negociações na Bolsa de Nova York e no terminal inglês.

"O menor fornecimento de açúcar da Tailândia, segundo maior exportador do mundo, está estimulando os ganhos no açúcar hoje", disse em nota de mercado nesta sexta a consultoria de mercado Barchart.

O Escritório da Tailândia do Conselho de Cana e Açúcar informou que a produção em 2020/21, de dezembro a fevereiro, caiu 25% no comparativo anual, para 4,7 milhões de toneladas. Também houve suporte no dia da alta do real ante o dólar e petróleo.

Por outro lado, operadores ainda acompanham as informações de alta produção de açúcar na Índia neste início de safra do país, além das expectativas com a oferta do Brasil.

O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, fechou com queda de 0,77%, a R$ 107,58 a saca de 50 kg na quinta-feira (04).

 

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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