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Soja Paranaguá entregam até 20/02/2021 com pagamento 30/03/21 ao preço de R$ 169,10/sc

Publicado em 13/01/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

A Bolsa de Chicago (CBOT) teve mais um dia altista para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registraram movimentações entre 2,25 pontos negativos e 8,75 pontos positivos  ao final da quarta-feira.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,24 com ganho de 7,25 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,27 com valorização de 8,75 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,24 com alta de 7,75 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,77 com perda de 2,25 pontos.

Esses índices representaram elevações, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 1,35% para o março/21, de 1,54% para o maio/21 e de 1,55% para o julho/21, além de queda 0,42% para o setembro/21.

miho

Chicago (CME)

CONTRATO

US$/bu

VAR

mar/21

524,5

7,25

MAY 2021

527,75

8,75

jul/21

524

7,75

SEP 2021

477,5

-2,25

Última atualização: 17:04 (13/01)

Segundo informações do site internacional Blog Price Group, o milho foi novamente muito mais alto em resposta aos relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgados na tarde de terça-feira. 

“O USDA cortou rendimentos e produção para os EUA e reduziu os níveis de estoque final, apesar da menor demanda. A demanda de exportação tem se mantido relativamente forte, já que o milho americano é o grão mais barato do mercado mundial. Já a demanda doméstica, tem sido menor devido à redução na demanda por processamento de etanol e questões sobre a demanda por ração”, comenta o analista do Price Group, Jack Scoville. 

O governo da Argentina decidiu substituir o limite diário de 30 mil toneladas para as exportações de milho por um monitoramento do saldo exportável, visando chegar à safra sem tensões, com compromisso do setor privado.

A medida foi anunciada após uma reunião do ministro da Agricultura do país, Luis Basterra, com representantes da cadeia do milho.

Em 30 de dezembro, a Argentina --terceira maior exportadora de milho do mundo--, chegou a suspender temporariamente o registro de novas exportações do cereal com data de embarque até fevereiro, para garantir o abastecimento doméstico.

Nesta semana, porém, o governo já havia levantado a suspensão, considerando o mal-estar gerado pela medida entre produtores, que deram início a uma greve comercial.

De acordo com a TF Agroeconômica, no estado do Rio Grande do Sul, o comprador grande está indicando R$ 83,00 para o milho e os granjeiros pagando R$ 85,00. “As novas altas de Chicago foram compensadas com as quedas do dólar e, assim, tranquilizaram um pouco os compradores, que não subiram os preços, mas os mantiveram ainda elevados”, comenta. 

Em Santa Catarina, o milho paraguaio continua competitivo e as compras são regulares. “Os compradores de Santa Catarina subiram suas pedidas para oferecendo R$ 78,00 no Oeste do estado e R$ 77,00 o Meio Oeste, eventualmente até R$ 80,00, contra vendedores ao redor de R$ 82,00 ou mais. Os preços estão muito firmes no estado, porque a safra quebrou pela seca e pelo aumento da demanda de carnes para exportação, da qual o estado é grande fornecedor”, completa. 

No Paraná, os compradores estão a R$ 80,00/saca com vendedores acima de R$ 83,00.

“Preço  de  comprador  do  milho  spot  subiu  dois reais/saca  para  R$  80,00  nos  Campos  Gerais,  mas poucas ofertas. Vendedor acima de R$ 83,00/saca. Sem indicação nas fábricas dos Campos Gerais.

Milho  futuro  subiu  três  reais/saca  para  R$  83,00  em Paranaguá para fevereiro/março de 2021. Indicação  subiu  11  reais/saca  para  R$  76,00  para março/abril de 2021, posto fábrica”, indica. 

miho

 

B3 (Bolsa)

 

jan/21

84,35

0,07%

mar/21

86,7

0,23%

mai/21

83,1

0,17%

jul/21

77

-1,22%

Última atualização: 18:07 (13/01)

Os preços permaneceram inalterados nesta terça-feira no Mato Grosso do Sul. “Os  preços  do  milho  permaneceram  inalterados  nesta terça-feira no Mato Grosso do Sul, com Santa Catarina preferindo comprar do Paraguai. O  estado  é  um  grande  fornecedor  de  matéria-prima para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em que pese a proximidade e a abundância do Paraná e os bons preços do Paraguai”, conclui.

O mercado do milho mostrou estresse com os dados do USDA divulgados ontem (12). Isto trouxe volatilidade para os futuros nos EUA e no Brasil. Há estoques com volume suficiente no Brasil, mas também há cautela por parte do produtor, que segura as vendas. As referências em Campinas-SP giram entre R$83-R$84/sc, CIf, 30d.

Os preços futuros do milho subiram durante boa parte da quarta-feira, mas encerraram o dia recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações entre 2,43% negativo e 0,54% positivo.

O vencimento janeiro/21 foi cotado à R$ 84,29 com alta de 0,54%, o março/21 valeu R$ 86,50 com desvalorização de 2,43%, o maio/21 foi negociado por R$ 82,96 com perda de 2,29% e o julho/21 teve valor de R$ 76,35 com queda de 2,05%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o milho está com altas muito fortes no mercado brasileiro e também em Chicago, já chegando muito próximo aos limites de altas.

“Acima de R$ 90,00 na B3 ou acima de US$ 5,40 lá em Chicago ele já começa a ser limitante de demanda e complicar até mesmo o setor de etanol que é um grande demandador de milho nos Estados Unidos”, explica.

A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou seu boletim de acompanhamento da safra brasileira de grãos para o mês de janeiro e apontou que a área cultivada com milho nesta primeira safra (verão) deve ser 1,5% menor do que o registrado na temporada passada, uma elevação com relação a publicação de dezembro, que indicava redução de 2,1%.

A publicação destaca que a semeadura do milho primeira safra, na safra 2020/21, está chegando ao final, cuja área plantada até de 1º de janeiro de 2021 foi de 88,5% da área prevista. “O clima prejudicou o plantio e o desenvolvimento das lavouras por todo o país. Em algumas áreas, o clima seco e a baixa umidade nos solos dificultaram o cultivo. Em outras, as chuvas ocorreram com intensidade e regularidade maior que o normal”.

Para o total das três safras brasileiras, a Conab ampliou a estimativa de cultivo geral para 18.463,5 mil hectares, uma produtividade de 5.541 quilos por hectare e uma produção aproximada de 102,3 milhões de toneladas, números 0,2% menor, 0,1% maior e 0,2% menor, respectivamente, ao registrado na safra passada.

“Para a safra 2020/21, a produção total é de 102,3 milhões de toneladas, um número 0,3% inferior ao divulgado no boletim de novembro. O ajuste se deve às possíveis reduções de produtividade da primeira safra estimadas pela Conab devido a adversidades climáticas na Região Sul”, aponta a Conab.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)

 

VALOR R$

VAR./DIA

VAR./MÊS

VALOR US$

13/01/2021

83,87

0,66%

6,64%

15,82

12/01/2021

83,32

0,82%

5,94%

15,62

11/01/2021

82,64

0,05%

5,07%

15,05

08/01/2021

82,6

-0,06%

5,02%

15,25

07/01/2021

82,65

0,41%

5,09%

15,34

    O relatório ainda manteve seu número para consumo interno em 68,7 milhões de toneladas para a safra 2019/20 e de 71,8 milhões de toneladas para o ciclo 2020/21. Por outro lado, elevou as projeções de importação de 1,1 milhão de toneladas para 1,3 milhão.

O ajuste se deve à necessidade de milho para suprir o consumo ao início de 2021 diante de uma menor oferta do cereal disponível para comercialização”, explicam os analistas.

 

Diante dos ajustes realizados, o estoque final esperado na safra 2019/20 deverá ser de 10,8 milhões de toneladas, volume suficiente para atender a demanda por aproximadamente dois meses, a partir de fevereiro de 2021.

 

“Para o estoque final esperado ao fim da safra 2020/21, projetamos um total de 7,3 milhões de toneladas, redução de 32,4% em relação à safra anterior. Esse fato se deve ao contínuo crescimento do consumo interno em contraponto com a nova expectativa de volume a ser produzido em 2020/21 em volume inferior a 0,2% ao observado na safra 2019/20”, diz a Conab.   



SOYBEAN - SOJA

O mercado da soja trabalhou de forma muito mais tímida e contida nesta manhã de quarta-feira (13) na Bolsa de Chicago, depois das altas de quase 50 pontos registradas na sessão anterior na sequência da divulgação dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 

Assim, por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações registravam estabilidade, subindo entre 0,75 e 1 ponto nos principais vencimentos, com o março sendo cotado a US$ 14,19 e o julho a US$ 14,00 por bushel. A exceção fica pelo janeiro, que subia 13,75 pontos para ser cotado a US$ 14,35. 

No fechamento do dia a variação ficou negativa entre -0,77% à -0,85%, fechando julho 2021 em US$ 13,885.

SOJA - PREMIO

CONTRATO

VALOR

jan/21

45

mar/21

45

abr/21

45

mai/21

50

Última atualização: 13/01/2021

Os traders acompanham os desdobramentos dos novos dados trazidos nesta terça (12) que sinalizaram safras menores nos EUA, na Argentina e mundial, além dos estoques finais também muitos ajustados no mundo todo. Assim, para analistas e consultores, os preços têm espaço para alcançar patamares ainda mais elevados. 

Afinal, o mercado segue acompanhando o clima adverso na América do Sul, com foco ainda nas perdas sendo registradas, principalmente, na Argentina, o comportamento da demanda, e as primeiras especulações sobre a disputa por área nos EUA para a safra 2021/22. 

SOJA - CME - CHICAGO

CONTRATO

US$/bu

Variação (cts/US$)

Variação (%)

jan/21

14,11

-11

-0,77

mar/21

14,0625

-12

-0,85

mai/21

14,0375

-10

-0,71

jul/21

13,885

-11

-0,79

Última atualização: 17:00 (13/01)

 


O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), nesta quarta-feira (13), informou uma nova venda de soja de 464,3 mil toneladas para destinos não revelados. Do total, 396,3 mil são da safra 2020/21 e as outras 68 mil, da safra 2021/22. Com este sendo o terceiro anúncio da semana, o total já vendido de soja pelo país chega a 716,3 mil toneladas nos últimos três dias.

Apesar da recente alta forte dos preços, a demanda ainda olha bastante para o mercado norte-americano. "A alta da soja na CBOT ainda não está trazendo racionamento da demanda", explicam os analistas da Agrinvest commodities.  

O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China elevou sua previsão para as importações de soja em 2020/21 em 3 milhões de toneladas para 98,1 milhões de toneladas e elevou a estimativa da produção doméstica para um recorde de 19,6 milhões de toneladas. Além disso, o USDA informou uma nova venda de 120.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos. 

O preço da soja voltou a subir forte no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com o que afirmou a TF Agroeconômica. “A grande deficiência de matéria-prima no estado e as fortíssimas altas em Chicago, que ultrapassaram$ 14/bushel estão elevando os preços da soja no interior do Rio Grande do Sul, com grande disputa entre indústrias locais e Tradings. Estas estão vencendo no porto e no entroncamento rodo-ferroviário de Crua Alta, mas, nas demais regiões as indústrias conseguem se impor”, comenta. 

“Enquanto as compradoras de exportação aumentaram apenas R$ 2,50/saca no porto de Rio Grande e 3 reais/saca no entroncamento rodo-ferroviário de Cruz Alta, as indústrias aumentaram R$ 4,00/saca em Ijuí e três reais em Passo Fundo e cinco reais em Santa Rosa. O preço futuro subiu R$ 1,80/saca no porto gaúcho de Rio Grande, para maio de 2021. O preço para junho ficou em R$ 173,50/saca”, completa. 

 

soja

US$

5,31

 

 

 

 

 

B3 (Bolsa)

 

 

CONTRATO

US$/sc

R$/sc

VAR

março/21

31,1

165,141

-0,80%

 

 

Última atualização: 16:21 (1301)

No Paraná, os preços no interior do estado se destacaram pelas altas. “Soja spot subiu cinco reais/saca para R$ 155,00 o preço no balcão.

No mercado de lotes, os preços subiram em média cinco reais/saca para R$ 167,00 posto em Ponta Grossa, pagamento final de janeiro de 2021.

Soja futura permaneceram em R$ 165,00 Ponta Grossa para safra 2021 abril/abril. Em Paranaguá permaneceram em R$ 170,00 em Paranaguá, pagamento final de fevereiro de 2021”, indica. 

“Na Ferrovia, em Maringá entrega até 20/03 com pagamento 30/04/21 preço subiu novamente para R$ 163,00/saca. Negociado lote de MS hoje.

Outros preços em Paranaguá entregam até 20/02/2021 com pagamento 30/03/21 R$ 169,10; entrega até 20/03 com pagamento 30/04/21 R$ 169,50; entrega abril com pagamento 30/04/21 R$ 169,50; entrega maio com pagamento 30/05/21 R$ 169,70; entrega junho com pagamento 30/06/21 R$ 170,20; entrega julho com pagamento 30/07/21 R$ 172,00”, conclui. 

 

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ

 

VALOR R$

VAR./DIA

VAR./MÊS

VALOR US$

13/01/2021

170,68

-0,02%

10,90%

32,2

12/01/2021

170,72

1,31%

10,93%

32,01

11/01/2021

168,51

1,75%

9,49%

30,69

08/01/2021

165,61

1,07%

7,61%

30,58

07/01/2021

163,85

-0,60%

6,47%

30,42

Com um aumento de área em 3,4%, a produção de soja na safra 2020/21 pode chegar a 133,7 milhões de toneladas no país.  A oleaginosa é a principal cultura cultivada e representa cerca de 50% da colheita de grãos no Brasil, estimada em 264,8 milhões de toneladas, como indica o 4º Levantamento da Safra de Grãos. Divulgado nesta quarta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o boletim ainda revela que a produção total deve registrar um crescimento de 7,9 milhões de toneladas se comparado com a safra 2019/20, quando a colheita foi de 256,94.

A colheita da oleaginosa já teve início em Mato Grosso, conforme foi divulgado pela Companhia no Progresso de Safra desta semana. Principal estado produtor de soja, a produção poderá chegar a 35,43 milhões de toneladas, com uma ligeira queda com o estimado na safra anterior, mesmo com a expectativa de aumento na área plantada. O resultado é reflexo da estimativa de menor produtividade, uma vez que as condições climáticas de 2019 não se repetiram até então.

"Desde janeiro-2020 a CONAB não divulga o quadro oficial de oferta & demanda brasileira de soja, eles ainda continuam trabalhando nas revisões e nos dados de demanda", lembra o analista de mercado Marcos Araújo, da Agrinvest Commodities. Ainda assim, a instituição trouxe também exportações estimadas em 85,7 milhões e o consumo interno variando enrre 45 e 49 milhões de toneladas, alimentado, principalmente, pelo aumento da produção de carnes e na demanda maior no setor do biodiesel, que deve passar do B12 para B13. 

"Há uma inconsistência uma vez que o estoque final é negativo. Portanto, a CONAB deverá ajustar o histórico com dados de produção e consumo para adequar os estoques finais", afirma Araújo, que acredita que a projeção de 133,7 milhões é bastante otimista e estima uma safra menor de 130 milhões de toneladas nesta temporada.

 

 Indicador

 

 $/MT

 

 Data

Preço soja referência (chicago ):$/MT

534,99

 

13/jan

 

 

 

 

 

 

Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT

535,72

 

13/jan

 

 

 

 

 

 

Preço Brasil - Paranaguá: $/MT

533,58

 

13/jan

PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 170,00 por saca



SUGAR - AÇUCAR

March NY world sugar 11 (SBH21) on Wednesday closed up +0.38 (+2.46%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed up +10.20 (+2.34%).

Sugar prices on Wednesday closed sharply higher, with London sugar at an 11-month nearest-futures high and NY sugar just below last Thursday&39;s 3-1/2 year high. Sugar prices rallied after Unica on Wednesday reported that Brazil Center-South sugar production in the second half of December fell -13.7% y/y to 11,000 MT. However, 2020/21 Brazil Center-South sugar production through December is up +44% y/y to 38.195 MMT, with the percentage of cane used for sugar climbing to rose to 46.22% in 2020/21 34.48% in 2019/20.

Sugar prices also found support on strength in the Brazilian real, which rose +0.42% to a 1-week high against the dollar on Wednesday. A stronger real discourages export selling by Brazil&39;s sugar producers.

Recent strength in crude oil prices benefits ethanol prices and is bullish for sugar prices. Crude oil prices on Wednesday rallied to 10-3/4 month nearest-futures high, which encourages Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus curbing sugar supplies.

Sugar prices have rallied sharply over the past four weeks, with NY sugar posting a 3-1/2 year high last Thursday. Sugar prices have gained on the outlook for tighter global supplies along with solid demand Asia. Alvean, the world&39;s largest sugar trader, said last Tuesday that it expects the global sugar market to be in a deficit of 5 MMT in 2020/21 and 6 MMT in 2021/22, providing the most "constructive" backdrop for sugar prices since 2016.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS

 

VALOR R$

VAR./DIA

VAR./MÊS

VALOR US$

 

13/01/2021

104,55

-0,82%

-2,83%

19,73

 

12/01/2021

105,41

-0,27%

-2,03%

19,77

 

11/01/2021

105,7

-0,33%

-1,76%

19,25

 

08/01/2021

106,05

-0,32%

-1,43%

19,58

 

07/01/2021

106,39

-0,89%

-1,12%

19,75

 

Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .

 

 

 

 

media R$

105,62

 

 

 

 

valor saco $

19,89

 

 

 

 

valor ton $

397,82

 porto santos - FAS - icmusa 130 - 180

 

 

                      com 7% icms

 

 

Smaller sugar output Thailand, the world&39;s second-largest sugar exporter, is also bullish for sugar prices. Tuesday&39;s data the Thailand Office of the Cane & Sugar Board showed that Thailand&39;s sugar production for the first month of the 2020/21 sugar season Dec 10-Jan 7 was 1.3 MMT, down -54% y/y. Also, the Thai Sugar Millers Corp reported last Friday that Thailand&39;s cane output in the first month of the 2020/21 crushing season through January 6 was 11.96 MT, down -45.6% the same time last year.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry December 30 said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported on December 24 that China&39;s Nov sugar imports surged +114% y/y to 710 MT and Jan-Nov China sugar imports rose +37.3% y/y to 4.36 MMT.

Slack demand for Brazilian ethanol may prompt Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward sugar production rather than ethanol production, which would boost sugar supplies and is bearish for prices. Unica reported Wednesday that Brazil Center-South domestic ethanol sales in December fell -6.6% y/y to 1.75 billion liters. Since the beginning of the season in April, domestic Brazil ethanol sales are down -18% y/y to 14.5 billion liters.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association reported on December 24 that India&39;s sugar production Oct 1-Dec 15 jumped +61% y/y to 7.38 MMT. On November 19, the USDA&39;s Foreign Agricultural Service (FAS) estimated that India&39;s 2020/21 sugar production would climb +16.8 % y/y to 33.76 MMT, and India&39;s sugar exports will climb +3.5% to 6.0 MMT. Also, the Indian government on December 16 authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. A La Nina weather pattern could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

Traders de açúcar na China, um dos maiores compradores mundiais do adoçante, cortaram drasticamente suas compras no exterior à medida que seus lucros de importação secam e o excesso da commodity se acumula nos depósitos allfandegados do país.

A China provavelmente importou quase 5,5 milhões de toneladas de açúcar bruto em 2020, dizem fontes do mercado, cerca de 2 milhões de toneladas a mais do que no ano anterior e grande parte disso excede às necessidades de consumo do país.

O superávit, segundo as fontes, se acumulou em depósitos alfandegados e levará algum tempo para funcionar, com menores importações provavelmente este ano e poucos pedidos esperados neste trimestre --um movimento que pode limitar os preços globais do açúcar bruto.

"O lucro da importação de açúcar para a China a partir de hoje é insignificante nos meses próximos. Em abril e maio do ano passado foi de mais de 200 dólares a tonelada, então entrou muito açúcar", disse o analista da Marex Spectron, Robin Shaw.

"Achamos que cerca de 1,5 milhão a 2 milhões de toneladas estão em depósitos alfandegados", acrescentou ele.

A China superou a Indonésia no ano passado para se tornar o maior importador de açúcar do mundo.

Ela adquiriu 4,4 milhões de toneladas de açúcar bruto nos primeiros 11 meses contra 2,7 milhões no mesmo período do ano anterior, mostram os dados da alfândega, mas fontes dizem que mais 1 milhão de toneladas chegou em dezembro.

Um trader de açúcar localizado em Hong Kong disse que a China provavelmente começará a importar em quantidades significativas apenas em abril, acrescentando que as compras totais para o ano de 2021 serão cerca de 1 milhão de toneladas a menos que no ano passado.

O mercado global comercializa cerca de 36 milhões de toneladas de açúcar bruto por ano, de acordo com a Organização Internacional do Açúcar (OIA), e 1 milhão de toneladas a menos de compras da China podem impactar os preços mundiais.

Fontes disseram que grande parte do estoque em depósitos alfandegados ainda não recebeu licença de importação, impedindo os traders de pedir mais açúcar por enquanto.

Os preços globais do açúcar bruto subiram 15% no ano passado, impulsionados em parte pelo aumento nas compras chinesas.

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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