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Soja fecha a R$ 165,00/sc em PNG e R$ 164,00/sc em Rio Grande para soja disponível

Publicado em 07/01/2021 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO

A Bolsa de Chicago (CBOT) acumulou recuos para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registraram movimentações negativas entre 0,25 e 1,00 ponto ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 4,94 com desvalorização de 1,00 ponto, o maio/21 valeu US$ 4,95 com queda de 0,50 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 4,93 com perda de 0,50 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,55 com baixa de 0,25 pontos.

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 0,20% para o março/21, de 0,20% para o maio/21 e de 0,20% para o julho/21, além de estabilidade para o setembro/21.

miho
     
Chicago (CME)
CONTRATO US$/bu VAR
mar/21 494 -1
MAY 2021 495,5 -0,5
jul/21 493,5 -0,5
SEP 2021 455,25 -0,25
Última atualização: 17:03 (07/01)

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros do milho em Chicago caíram nesta quinta-feira assim como também aconteceu com a soja e o trigo. Agora, a atenção do mercado se volta para os próximos relatórios que serão divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na semana que vem.

“O milho conseguiu ultrapassar a marca de US$ 5,00 na quarta-feira. Embora os preços não tenham superado esse marco, é bastante impressionante ver o milho tão alto. Com o grande relatório do USDA programado para a próxima terça-feira, não devemos nos surpreender em ver alguma realização de lucros nos próximos dias. Pelos preços atuais, os traders de grãos estão prevendo um relatório bastante otimista na próxima semana. Mas o USDA fornecerá dados para sustentar os preços atuais? Se as altas não conseguirem o que procuram, poderemos ver uma venda agressiva por alguns dias”, afirmou Bob Linneman da Kluis Advisors.

Vlamir Brandalizze acredita que as cotações vão continuar em alta também no mercado internacional sustentados pelas grandes exportações norte-americanas e pelo ávido apetite da China pelo cereal.

“É um ano de commodities e elas vão ser valorizadas em 2021”, aponta Brandalizze.    

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou a venda de 102,616 mil toneladas de milho para destinos não revelados.

miho
     
  B3 (Bolsa)  
jan/21 83,35 0,30%
mar/21 85,3 0,12%
mai/21 80,7 -0,06%
jul/21 74,6 0,61%
Última atualização: 18:00 (07/01)

Os preços futuros do milho operaram em queda durante a maior parte desta quinta-feira na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentação entre 0,68% negativo e 0,61% positivo ao final do dia.

O vencimento janeiro/21 foi cotado à R$ 83,10 com alta de 0,30%, o março/21 valeu R$ 85,20 com ganho de 0,41%, o maio/21 foi negociado por R$ 80,75 com perda de 0,68% e o julho/21 teve valor de R$ 74,60 com valorização de 0,61%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o ano de 2021 promete ser ainda melhor para o mercado de milho do que foi 2020, uma vez que todos os fundamentos do mercado são positivos para os preços, com uma grande demanda por milho no mundo e algumas dificuldades de fornecimento do grão.

Entre os pontos que sustentam o mercado, Brandalizze cita a manutenção do apetite chinês por milho no mercado internacional e a demanda interna brasileira se mantendo aquecida pelo setor de rações que já voltou ao mercado neste início de ano.

As cotações do milho começaram 2021 em alta e nem mesmo os recentes recuos nos preços deve afetar este ano que promete ser ainda melhor para o mercado de milho do que foi 2020, pelo menos, essa é a leitura que o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze faz do cenário do cereal.

O analista acredita que todos os fundamentos do mercado são positivos para os preços, com uma grande demanda por milho no mundo e algumas dificuldades de fornecimento do grão. Assim, 2021 pode não atingir os picos de preços de 2020, mas terá uma média de cotações superior a do ano passado.

Entre os pontos que sustentam o mercado, Brandalizze cita a manutenção do apetite chinês por milho no mercado internacional e a demanda interna brasileira se mantendo aquecida pelo setor de rações que já voltou ao mercado neste início de ano.

Do lado da oferta, a Argentina suspendeu as exportações até março e deve enfrentar dificuldades com a safra após estiagens, a Ucrânia colheu 2 milhões de toneladas a menos do que o esperado e a Rússia também começa a dar sinais de controle de exportações.

Olhando para o Brasil, a safra verão que já começou a ser colhida deve se consolidar com perdas de 5 milhões de toneladas após as dificuldades climáticas no sul do país. Assim, as 22 ou 24 milhões de toneladas produzidas irão atender o mercado interno até maio, quando deverá retornar a escassez do cereal até a próxima safrinha.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
07/01/2021 82,65 0,41% 5,09% 15,34
06/01/2021 82,31 0,85% 4,65% 15,58
05/01/2021 81,62 -0,21% 3,78% 15,51
04/01/2021 81,79 3,99% 3,99% 15,55
30/12/2020 78,65 0,25% 0,43% 15,17

O mercado físico do milho teve poucas alterações em meados desta semana. De um lado, o produtor oferta pequenas quantidades e de outro os consumidores não fazem grandes compras em função do atual patamar de preços. Em Campinas-SP, as referências giram ao redor de R$80-R$82/sc, CIF, 30d.

A quinta-feira (07) chega ao final com os preços do milho com movimentações em campo misto no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações apenas no Oeste da Bahia (0,79% e preço de R$ 63,50), Ponta Grossa/PR (2,70% e preço de R$ 76,00) e Castro/PR (15,38% e preço de R$ 75,00).

Já as desvalorizações apareceram em Pato Branco/PR (0,67% e preço de R$ 73,70), Marechal Cândido Rondon/PR, Ubiratã e Londrina/PR (0,68% e preço de R$ 72,50) e Eldorado/MS (0,70% e preço de R$ 70,60),

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, “o mercado físico do milho teve poucas alterações em meados desta semana. De um lado, o produtor oferta pequenas quantidades e de outro os consumidores não fazem grandes compras em função do atual patamar de preços”.

Um levantamento do AviSite indica que os preços do milho acumulam valorização de 140% na comparação das cotações de janeiro de 2021 com as registradas em janeiro de 2018. Em novembro de 2020 a saca do cereal atingiu seu preço médio mais elevado no ano quando chegou à R$ 82,13.


SUGAR - AÇUCAR 
 

March NY world sugar 11 (SBH21) on Thursday closed down -0.65 (-4.00%), and March London white sugar 5 (SWH21) closed down -10.60 (-2.39%).

Sugar prices on Thursday settled sharply lower. NY sugar fell back a new 3-1/2 year nearest-futures high Thursday as a stronger dollar sparked long liquidation pressures. Also, weakness in the Brazilian real against the dollar prompted selling in sugar futures. The real on Thursday tumbled -1.59% to a 1-1/2 month low against the dollar, which encourages export selling by Brazil&39;s sugar producers.

Sugar prices have rallied sharply over the past three weeks with NY sugar posting a 3-1/2 year high Thursday and London sugar posting a 10-3/4 month high on Wednesday. Sugar prices continue to climb on the outlook for tighter global supplies along with solid demand Asia. Alvean, the world&39;s largest sugar trader, said on Tuesday that it expects the global sugar market to be in deficit by 5 MMT in 2020/21 and 6 MMT in 2021/22, providing the most "constructive" backdrop for sugar prices since 2016.

Sugar prices have underlying support solid sugar demand Asia. Sugar demand in Indonesia, the world&39;s top importer, is a bullish factor for sugar prices after Indonesia&39;s Trade Ministry last Wednesday said it would allow sugar refiners to import 1.93 MMT of raw sugar in the first half of 2021. Also, Indonesia&39;s Sugar Refivers Association recently said that it expects Indonesia&39;s sugar imports to climb +10% y/y to a record 3.3 MMT in 2021 due to higher demand the food and beverage industry. In addition, robust sugar demand in China, the world&39;s second-largest sugar importer, is positive for prices after China&39;s General Administrations of Customs reported on December 24 that China&39;s Nov sugar imports surged +114% y/y to 710 MT and Jan-Nov China sugar imports rose +37.3% y/y to 4.36 MMT.

Strength in crude oil prices benefits ethanol prices and is bullish for sugar prices. Crude oil prices on Thursday climbed to a new 10-1/2 month nearest-futures high, which encourages Brazil&39;s sugar mills to divert more cane crushing toward ethanol production rather than sugar production, thus curbing sugar supplies.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
07/01/2021 106,39 -0,89% -1,12% 19,75  
06/01/2021 107,35 -0,87% -0,22% 20,32  
05/01/2021 108,29 1,38% 0,65% 20,58  
04/01/2021 106,82 -0,72% -0,72% 20,3  
30/12/2020 107,59 -0,96% -2,89% 20,75  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 107,29      
  valor saco $ 19,87      
  valor ton $ 397,36  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
           

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association reported on December 24 that India&39;s sugar production Oct 1-Dec 15 jumped +61% y/y to 7.38 MMT. On November 19, the USDA&39;s

Foreign Agricultural Service (FAS) estimated that India&39;s 2020/21 sugar production would climb +16.8 % y/y to 33.76 MMT, and

India&39;s sugar exports will climb +3.5% to 6.0 MMT. Also, the Indian government on December 16 authorized spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

Unica, on December 24, reported that Brazil&39;s Center-South sugar production in the first half of December rose +70.3% y/y to 85 MT. The percentage of cane used for sugar rose to 29.51% in 2020/21 15.35% in 2019/20.

Sugar prices have underlying support dry conditions in Brazil that may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. A La Nina weather pattern could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.


SOYBEAN - SOJA

A quinta-feira (7) foi negativa para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago e os futuros da oleaginosa terminaram o dia com perdas de mais de 10 pontos entre as posições mais negociadas. O movimento de recuo foi, entretanto, perdendo força ao longo do dia e o mercado fechou com perdas 4,75 a 6,50 pontos nas posições mais negociadas. O janeiro fecha com US$ 13,60 e o março, US$ 13,55 por bushel. 

"O mercado subiu US$ 2,00 em três semanas, e isso é muito e abre espaço para correções", explica Luiz Fernando Gutierrez, analista de mercado da Safras & Mercado. 

As baixas chegam após sessões consecutivas de altas fortes, com os dois primeiros vencimentos subindo, somente entre os pregões de 2021, 3,72% e 3,66%, respectivamente, com o mercado realizando lucros e ajustando suas posições à espera de mais notícias. 

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
jan/21 13,605 -4,75 -0,35
mar/21 13,5525 -6,25 -0,46
mai/21 13,5375 -6,5 -0,48
jul/21 13,4175 -5,25 -0,39
Última atualização: 17:00 (07/01)  
       

Todavia, o movimento, segundo analistas e consultores de mercado, são pontuais e momentâneos, uma vez que os fundamentos continuam dando suporte ao viés positivo dos futuros da oleaginosa. E ao lado dos fundamentos, há ainda as posições compradas recordes por parte dos fundos investidores não só na soja em grão, mas também dos derivados, milho e trigo. 

No centro das atenções permanecem as preocupações com a safra da América do Sul - em especial a Argentina neste momento -, os baixos estoques norte-americanos, o elevado comprometimento do programa exportador dos EUA, boa parte da nova safra brasileira já vendida e a demanda muito intensa diante desta oferta limitada e comprometida. 

O comportamento do dólar não só no Brasil, mas frente a uma série de moedas, também é um dos pontos de constante monitoramento dos traders. Frente ao real, nesta quinta-feira, a divisa norte-americana vem registrando forte alta, de mais de 1,5%, para se aproximar novamente dos R$ 5,40. 

SOJA - PREMIO 8
CONTRATO VALOR  
jan/21 60  
mar/21 50  
abr/21 52  
mai/21 65  
Última atualização: 06/01/2021  
     

Também nesta quinta-feira, outro fato que contribuiu para esta realização de lucros foi o número das exportações semanais dos EUA trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que marcou uma mínima para a temporada. com apenas 37 mil toneladas. As expectativas do mercado variavam entre 400 mil e 800 mil toneladas. A China se mantém como principal compradora da oleaginosa norte-americana. 

Os dados refletem o momento atual que vivem os EUA com suas exportações. Do total estimado para ser exportado pelo país de soja nesta safra - 59,88 milhões de toneladas -  mais de 91% já foram comprometidos. Em todo ano comercial, que termina em 31 de agosto, os americanos já venderam 54,768 milhões de toneladas. 

"Isso demonstra que estamos voltando à uma normalidade, uma divisão mais normal nesta demanda (entre Brasil e EUA)", ainda segundo Gutierrez.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou duas vendas de soja nesta quinta-feira (7). Foram 213,350 mil toneladas da safra 2020/21 e 130 mil da safra 2021/22. Em ambos os casos, os volumes foram adquiridos por destinos "não revelados". 

As margens de esmagamento da soja começaram a melhorar na China, o que acaba aumentando a demanda por grão, de acordo com o que afirmou a TF Agroeconômica. “Os futuros mais altos impulsionaram as margens de esmagamento de soja na China, o que manteve o interesse de compra no mercado CFR China”, comenta.  

“Ofertas foram relatadas  para  embarques  para  quase  todo  o  ano  de  2021, com  os  interesses  dos  grãos  brasileiros concentrados  nos  embarques  de  fevereiro  a  setembro  e  os  dos  grãos  dos  EUA  centrados  no  quarto  trimestre”, completa a consultoria. 

Nesse cenário, a remessa de fevereiro do Brasil foi licitada a 145 c/bu sobre o março futuro contra as ofertas relatadas a 158-160 c/bu sobre o março futuro.

           
Preço soja referência (chicago ):$/MT 521,94   07/jan
           
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 505,71   07/jan
           
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 509,26   07/jan
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 165,00 por saca

“Os  embarques  de  março,  maio  e  junho  foram  licitados  a  135  c/bu  sobre  os  futuros  de  março,  138  c/bu  sobre  os futuros de maio e 148 c/bu sobre os futuros de julho, respectivamente, contra as ofertas colocadas 8-10 c/bu acima desses lances”, indica. 

“O  indicador  CFR  China  para  remessa  de  fevereiro  da  opção  mais  barata  foi  150  c/bu  sobre  o  março  futuro, equivalente a $ 556/t, queda de $ 0,25/t em relação à avaliação anterior. Outros interesses foram para os embarques de julho e agosto do Brasil, bem como para os embarques de outubro e novembro da PNW nos EUA”, informa. 

“No Brasil, o mercado de papel estava um pouco mais ativo, mas os prêmios permaneceram estáveis no dia, com o embarque de  fevereiro permanecendo em  70  c/bu sobre o  março futuro na  base  FOB Paranaguá, equivalente a $ 526,5/t”, conclui. 

  soja US$ 5,4
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
nov/20 29,8 160,92 -0,86%
   
Última atualização: 16:21 (07/01)
       

A safra de soja do Brasil 2020/21 foi estimada em recorde de 131,5 milhões de toneladas, estável ante projeção anterior apesar de preocupações climáticas, apontou o adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no país em relatório recente.

O representante do USDA ainda manteve a projeção de área plantada em 38,5 milhões de hectares. Ambos estão abaixo do dado oficial do USDA, de 133 milhões de toneladas e 38,6 milhões de hectares.

"A semeadura desta temporada foi atrasada em até seis semanas em algumas áreas do país devido ao clima mais seco do que o normal. Embora essas preocupações com o clima sinalizem problemas potenciais para a safra 2020/21, é muito cedo para reavaliar a previsão de rendimento", disse o adido.

Ele manteve sua projeção de exportação de soja do Brasil (maior produtor e exportador global) em 85 milhões de toneladas na temporada, assim como o esmagamento em 45,5 milhões de toneladas.

Já a previsão da safra de soja da Argentina foi reduzida em 1 milhão de toneladas, para 50 milhões de toneladas, devido ao tempo seco, e agora a projeção está em linha com a estimativa oficial do USDA.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
07/01/2021 163,85 -0,60% 6,47% 30,42
06/01/2021 164,84 1,28% 7,11% 31,2
05/01/2021 162,75 5,20% 5,75% 30,92
04/01/2021 154,7 0,52% 0,52% 29,4
30/12/2020 153,9 1,89% -4,86% 29,68
         

No Brasil, o mercado da soja também permanece firme e sustentado. Ao lado das altas em Chicago, os preços são favorecidos ainda pelo dólar alto e pelos prêmios que permanecem positivos no país. "É um momento ainda muito bom para o produtor. Nunca vimos uma entrada de safra com preços tão altos, é um momento ainda de oportunidade e o produtor pode se aproveitar disso", afirma o analista da Safras. 

Afinal, a sinalização é de que o dólar possa perder um pouco de força em 2021, podendo voltar aos R$ 5,00, o que poderia impactar no quadro nacional e precisa ser monitorado. Ainda assim, "acredito que este será um ano muito promissor para os preços". 

Nesta quinta-feira, o interior do país marcou altas de até 7,14%, como foi o caso de Luís Eduardo Magalhães, onde a referência foi a R$ 150,00 por saca. E bons ganhos foram registrados em quase todo Brasil, mantendo as referências em patamares historicamente elevados. 

Nos portos, o avanço dos indicativos também foram intensos. Para a soja disponível, alta de 2,48% em Paranaguá e de 1,86% para Rio Grande, com valores de R$ 165,00 e R$ 164,00 por saca, respectivamente. Para fevereiro e março, altas de 2,47% e 3,16%, para R$ 166,00 e R$ 163,00 por saca. 

 

 

 

 

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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