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Análise diaria mercado agricola milho soja açucar

Publicado em 21/12/2020 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO
Os preços internacionais do milho futuro contabilizaram ganhos durante toda a tarde desta segunda-feira (21) na Bolsa de Chicago (CBOT). Brandalizze explica que em Chicago, o mercado vinha em queda até por volta de 12h00 (horário de Brasília), mas que após a divulgação do relatório de exportações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), registrando 12,7 milhões de toneladas embarcadas desde o início do ano, frente as 7,6 milhões de toneladas exportadas em 2019, recorde histórico, ajudou o mercado a reverter.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 4,40 com valorização de 2,50 pontos, o maio/21 valeu US$ 4,42 com elevação de 2,74 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 4,42 com alta de 2,50 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,25 com ganho de2,25 pontos.

miho  
       
  B3 (Bolsa)    
mai/21 74,25 0,79%  
jan/21 78 0,76%  
mar/21 78,43 1,08%  
jul/21 66,8 -0,28%  
Última atualização: 17:45 (21/12)  
   

Uma alta nos preços do milho chinês está estimulando o governo a agir, o que inclui uma medida incomum de aumentar a oferta em um momento em que as vendas dos produtores estão prestes a se expandir.

O governo anunciou um plano na semana passada para retomar as vendas estaduais de milho, que será a primeira vez em anos que o fará durante um período sazonal de pico de vendas aos agricultores. Na segunda-feira, a principal região de milho da China, Heilongjiang, fez uma oferta para vender quase 1 milhão de toneladas a compradores designados. Isso se soma às 1,3 milhão de toneladas já vendidas para refinarias e fábricas de rações em Jilin e Heilongjiang nas duas semanas anteriores.

Os preços do milho na China subiram este ano, com os futuros de Dalian batendo um recorde no início de dezembro, em meio à necessidade de alimentar um grande número de porcos à medida que seu rebanho se recupera da peste suína africana. As compras no exterior pelo segundo maior consumidor do mundo também aumentaram, ultrapassando a cota anual de importação de milho estabelecida pela Organização Mundial do Comércio pela primeira vez.

Embora os volumes da última venda do governo sejam inferiores aos 4 milhões de toneladas por semana observados entre maio e setembro, o movimento é um sinal de que a China não quer ver os preços subirem muito, disse Meng Jinhui, analista sênior da Shengda Futures.

Com a diferença entre os preços domésticos e internacionais ainda grande, é provável que as importações continuem fortes no mês que vem, quando as usinas chinesas receberem novas cotas de importação para o ano novo. A China comprou pelo menos 11,7 milhões de toneladas de milho americano para 2020-21, de acordo com o Conselho de Grãos dos EUA . Isso exclui um recorde de 7 milhões de toneladas vendidas para destinos desconhecidos, alguns dos quais provavelmente com destino à China.Os futuros de milho mais ativos para entrega em maio na Dalian Commodity Exchange fecharam 1,2% a mais, a 2.645 yuans na segunda-feira, em comparação com um recorde de 2.682 yuans em 1º de dezembro. Os preços subiram 38% este ano.

De acordo com o que informou a TF Agroeconômica, o milho fechou a última semana alta no mercado internacional. “Para os mercados à vista, depois que a atividade despertou na quinta-feira, na sexta-feira o mercado de milho ucraniano, teve ofertas a partir de $ 227/t FOB HIPP para carregamento de fevereiro, mantidas inalteradas nos níveis noturnos, contra uma falta acentuada de compradores”, comenta. 

“As ofertas de milho com documentos chineses foram na faixa de US $ 230- $ 232/t contra nenhuma oferta firme para carregamento em janeiro. Contra  isso,  o  corte  de  hoje  de  3  milhões  de toneladas  na  previsão  de  importação  de  milho  da União  Europeia  pela  Comissão  Europeia  não  trouxe muito  otimismo  sazonal,  com  a  UE  ainda  sendo  o maior importador individual de milho ucraniano”, completa. 

A previsão para a produção de milho da União Europeia foi aumentada em 2,3 milhões de toneladas  em comparação com o relatório de novembro para 62,5 milhões de toneladas em uma área plantada maior, enquanto as estimativas de uso de ração foram cortadas em 1 milhão de toneladas para 65,5 milhões de toneladas. “As exportações semanais de milho ucraniano aumentaram 45% para 860.000 toneladas, elevando o valor total das exportações no ano de comercialização para 7,5 milhões de toneladas. Apesar do aumento semana após semana, o número ainda é 25% menor em comparação com o mesmo estágio de 2019”, indica. 

“Enquanto isso, os embarques semanais de milho da Rússia foram zero, deixando as exportações totais de milho desde o início da campanha de comercialização de 2020/21 inalteradas em 1 milhão de toneladas, 29% atrás do ritmo do ano passado”, conclui. 

Compradores consultados pelo Cepea voltaram a ficar mais ativos no mercado de milho nos últimos dias, com interesse em entregas nos primeiros meses de 2021.

Muitos produtores, contudo, estão afastados do mercado, na expectativa de novas valorizações no primeiro trimestre de 2021, fundamentados nos baixos estoques brasileiros, na demanda internacional aquecida e nas quedas de produtividade em lavouras de verão no Sul do País. Além disso, questões financeiras, como o imposto de renda, e a paralisação de cooperativas e/ou de caminhoneiros para as festas de final de ano também afastam agentes dos negócios. Nesse cenário, os preços voltaram a reagir em algumas praças, sobretudo nas consumidoras e nos portos brasileiros – neste último caso, o impulso também veio do dólar e dos avanços nos valores externos. 

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
21/12/2020 75,1 1,19% -4,10% 14,66  
18/12/2020 74,22 0,15% -5,22% 14,59  
17/12/2020 74,11 -0,99% -5,36% 14,6  
16/12/2020 74,85 1,37% -4,42% 14,6  
15/12/2020 73,84 0,72% -5,71% 14,51  
           

Os preços futuros do milho contabilizaram leves altas durante boa parte da segunda-feira (21) na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 17h45 (horário de Brasília), as movimentações variavam entre alta de 1,08% a queda de 0,28%.

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 78,00 com ganho de 0,76%, o março/21 valia R$ 78,43 com elevação de 1,08%, o maio/21 era negociado por R$ 74,25 com alta de 0,79% e o julho/21 tinha valor de R$ 66,80 com queda de 0,28%.

Em relação ao cereal no mercado brasileiro, as cotações na Bolsa Brasileira (B3), são consideradas "fortes" por Brandalizze. "O mercado braliseiro é muito lastreado no dólar, e como a moeda está mais firme, acaba puxando para cima. O Brasil é o segundo maior exportador de milho do mundo, portanto, o formador de preços acaba sendo o porto", disse.

No entando, as negociações longe dos postos está mais parada, de acordo com o consultor, uma vez que as cooperativas e indústrias de rações estão entrando em férias coletivas. 

De acordo com a TF Agroeconômica, no Rio Grande do Sul, cerca de 18% do milho de verão já foi negociado antecipadamente. “Houve muitos negócios com tradings para março/21 e ainda mais com indústrias de proteína animal, mas o volume maior do milho ainda está no spot. Produtor aos poucos está olhando para futuros até porque não era uma prática muito usual no RS”, comenta. 

Com perdas de 28,71% na safra de milho, Santa Catarina deve reduzir rebanho. “O estado plantou 222.424 hectares, mas só deverá colher 217.314 hectares. Da estimativa inicial de produção de 9.435.592 toneladas o estado deverá colher efetivamente 6.726.327 toneladas, perda de 28,71%, segundo dados da Epagri/Cepa do final de novembro, divulgados nesta semana”, completa. 

No Paraná, a safra de verão não sofreu perdas, mas o preço subiu com a demanda de outros estados. “O  Deral-PR  divulgou  os  dados  atualizados  da  safra  paranaense  de  milho  de  verão.    Foram  359.029  hectares plantados,  que  devem  ter  rendimentos  entre  9.121/10.147  kg/hectare  e  uma  produção  entre  3.274.762  tons  e 3.643.041 toneladas. As condições das lavouras são de 5% ruim, 16% médio e  79% boas.  As fases em  que se  encontram as culturas são 37% em desenvolvimento vegetativo, 37%  em  floração, 25% em frutificação e 1% em maturação”, indica. 

Para finalizar, no Mato Grosso do Sul, o mercado “exportador” manteve as altas, mas o preço caiu em Sidrolândia.

“O  mercado  de  milho  manteve  inalteradas  as  altas  do dia  anterior,  subindo  um  pouco  mais  em  Campo Grande  e  caindo  1,59%  em  Sidrolândia.  Novamente, não  houve  nenhum  relatório  de  negócios,  para compradores gaúchos ou catarinenses”, conclui. 

miho  
       
Chicago (CME)  
CONTRATO US$/bu VAR  
mar/21 440 2,5  
MAY 2021 442 2,75  
jul/21 442,25 2,5  
SEP 2021 425,25 2,25  
Última atualização: 17:03 (21/12)  
       

A segunda-feira (21) chega ao fim com os preços do milho registrando movimentações distintas no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas desvalorizações em Amambai/MS (1,54% e preço de R$ 64,00) e Itiquira/MT (0,81% e preço de R$ 61,50), Rondonópolis/MT (0,78% e preço de R$ 63,50), e Alto Garças/MT (0,78% e preço de R$ 63,50).

Já as valorizações apareceram nas praças de Ubiratã/PR (0,79% e preço de R$ 64,00), Londrina/PR (0,78% e preço de R$ 64,50), Cascavel/PR (0,78% e preço de R$ 64,50), Marechal Cândido Rondon/PR (0,79% e preço de R$ 64,00), Pato Branco/PR (2,35% e preço de R$ 65,20), Eldorado/MS (0,81% e preço de R$ 62,10), e Cândido Mota/SP (0,76% e preço de R$ 66,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, "o mercado físico do milho segue sem tendência em função dos poucos negócios concretizados nos últimos dias. O susto com os lockdowns na Europa trazem volatilidade hoje, porém a situação é parecida com que já foi vista meses atrás".

As cotações relativamente frouxas do milho e da soja grão ao longo da primeira quinzena de dezembro, e a queda das cotações no mercado do boi gordo, esfriaram os negócios no mercado de DDG e WDG na primeira quinzena de dezembro. Apesar disso, a oferta restrita de DDG e WDG deu sustentação às cotações.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação média do DDG subiu 0,9% frente ao fechamento de novembro e ficou cotado entre R$1.260,61 e R$1.813,33 por tonelada, sem o frete, considerando os preços convertidos para 32% de proteína bruta. Para o coproduto úmido, o WDG, os preços variaram de R$350,00 até R$434,29 por tonelada, nas mesmas condições.

Os preços apresentados para o DDG e WDG são médias de Mato Grosso e Goiás e referemse às cotações para contratos com entrega a partir de 2021.


SUGAR - AÇUCAR
 

Mar NY world sugar 11 (SBH21) on Monday closed up +0.09 (+0.62%), and Mar London white sugar 5 (SWH21) closed up +2.00 (+0.50%).

Sugar prices on Monday settled moderately higher on the outlook for increased sugar consumption Indonesia, Southeast Asia&39;s largest economy. The Indonesia Sugar Refiners Association on Monday said that it expects Indonesia to boost its sugar exports next year by +10% y/y to 3.3 MMT due to higher demand the food and beverage industry.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
21/12/2020 108,08 0,56% -2,45% 21,09  
18/12/2020 107,48 -0,07% -2,99% 21,13  
17/12/2020 107,56 0,26% -2,92% 21,19  
16/12/2020 107,28 -1,96% -3,17% 20,93  
15/12/2020 109,43 1,02% -1,23% 21,5  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 107,97      
  valor saco $ 21,09      
  valor ton $ 421,74  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms    
           

On the negative side was last Wednesday&39;s action by the Indian government to authorize spending 35 billion rupees ($475 million) to help subsidize Indian sugar producers to export as much as 6 MMT in the 2020/21 season.

The outlook for more sugar supplies India is bearish for sugar prices. The Indian Sugar Mills Association reported on Thursday that India&39;s sugar production Oct 1-Dec 15 jumped +61% y/y to 7.38 MMT. On Nov 19, the USDA&39;s Foreign Agricultural Service (FAS) estimated that India&39;s 2020/21 sugar production will climb +16.8 % y/y to 33.76 MMT and that India&39;s sugar exports will climb +3.5% to 6.0 MMT.

Unica, on December 10, reported that Brazil&39;s Center-South sugar production in the second half of November rose +22.6 y/y to 427 MT. The percentage of cane used for sugar rose to 35.55% in 2020/21 23.85% in 2019/20.

Current supplies appear robust after data Dec 3 showed Brazil&39;s Nov sugar exports rose +60% y/y to 3.1 MMT. Also, the India Sugar Mills Association (ISMA) reported on Dec 2 that India Oct 1-Nov 30 sugar production surged +107% y/y to 4.29 MMT due to an early start for the crushing season.

Sugar prices had trended higher over the past two months to a 10-month nearest-futures high Nov 17 on concern that Brazil&39;s dry conditions may curb sugarcane yields and reduce Brazil&39;s sugar production. Irregular rain in Brazil&39;s sugar-growing areas is keeping soil moisture levels below normal. Maxar recently said that Brazil&39;s sugar-growing regions had received only 5%-25% of average rain in the past few months, leaving crops "extremely dry." Also, a La Nina weather pattern could lead to prolonged excessive dryness in Brazil that cuts sugarcane yields.

In a bullish factor, ISO on Nov 17 cut its global 2020/21 sugar production estimate and increased its global 2020/21 sugar deficit estimate. ISO projects that global 2020/21 sugar production will increase by +0.9% y/y to 171.1 MMT. ISO also said the global 2020/21 sugar market would fall into deficit by -3.5 MT a +1.86 MMT surplus in 2019/20.

Sugar prices are also seeing support the smaller sugar crop in Thailand, the world&39;s second-biggest sugar exporter, which has been decimated by drought. The Thailand Sugar Mills Corp said Oct 2 that Thailand&39;s 2020/21 sugar production would fall -13% y/y to an 11-year low of 7.2 MMT as dry weather this year ravaged cane plantations


SOYBEAN - SOJA
 

O mercado norte-americano da soja no início da tarde desta segunda-feira (21) seguiu com uma movimentação técnica, após uma manhã de realização de lucros, de acordo com o consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze. "Agora está havendo uma pressão compradora no mercado da oleaginosa", apontou o especialista.

SOJA - CME - CHICAGO
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)
jan/21 12,4325 23,25 1,91
mar/21 12,475 23,5 1,92
mai/21 12,4675 23 1,88
jul/21 12,4025 21 1,72
Última atualização: 17:02 (21/12)  
       

Por volta de 12h14 (horário de Brasília), na Bolsa de Chicago (CBOT), o vencimento Janeiro/21 subia 12,50 pontos, chegando a US$ 12,32/bushel, o Março/21 tinha alta de 13,25 pontos, atingindo US$ 12,37/bushel, o contrato Julho/21 tinha aumento de 11,50 pontos, valendo US$ 12,230/bushel, e o Agosto/21 tinha valorização de 9,00 pontos, com preço de US$ 12,00/bushell. Uma combinação de fatores influenciou o preço da soja no dia de hoje, causando altas de mais de 20 pontos no encerramento do mercado Americano. O risco climático na América do Sul, a demanda forte pela soja americana e greve na Argentina estimularam estas altas em Chicago.

  soja US$ 5,12
       
  B3 (Bolsa)    
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR
nov/20 27,39 140,2368 1,50%
   
Última atualização: 17:44 (21/12)
       

Os futuros mais fortes não conseguiram desencadear qualquer movimento significativo nos mercados à vista, o que acabou espantando os compradores, inclusive os chineses, de acordo com o que afirmou a TF Agroeconômica. “Os prêmios nas três principais regiões de exportação diminuíram em reação aos fortes futuros, com os do mercado de papel do Brasil caindo 3-8 c/bu ao longo da curva”, comenta. 

“O embarque de fevereiro foi visto pela última vez oferecido a 82 c/bu sobre os futuros de março contra 72 c/bu sobre os futuros de março na base FOB Paranaguá, que foi avaliado a 78 c/bu sobre os mesmos futuros, equivalente a $ 477,25 /t, com alta de $ 3/t no dia”, completa. 

SOJA - PREMIO
CONTRATO VALOR
dez/20 130
mar/21 55
abr/21 55
mai/21 60
Última atualização: 21/12/2020
   

A remessa de abril caiu 4 c/bu no dia para 54 c/bu sobre o futuro de maio e a remessa de julho caiu 7 c/bu para 86 c/bu sobre o futuro de julho, que se traduziu em $ 468,50/t e $ 478,50/t, respectivamente. “No Sul, os prêmios no Up River da Argentina recuaram 2 c/bu em toda a linha, com embarque de maio avaliado em 53 c/bu sobre o futuro de maio, que equivale a US $ 468/t. Do outro lado do equador, os prêmios permaneceram praticamente inalterados, com preços definitivos subindo $ 5-6/t no dia devido à alta dos futuros”, indica. 

“Na China, as atividades foram quietas, uma vez que os futuros mais altos pressionaram as margens de esmagamento e os comerciantes ficaram em modo de espera. O indicador China para o embarque de fevereiro em sua opção mais barata foi avaliado em 182 c/bu sobre o março futuro, equivalente a US $ 515,5/t, alta de US $ 5,5/t em relação à avaliação anterior”, conclui. 

Preço soja referência (chicago ):$/MT 504,58   21/dez  
             
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 491,47   21/dez  
             
Preço Brasil - Paranaguá: $/MT 507,81   21/dez  
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 156,00 por saca  

No caso do mercado interno, a Bolsa Brasileira (B3), registrava leve alta de 0,43% para o vencimento Março/21 na soja, valendo US$ 27,10/saca. Brandalizze explica que o mercado brasileiro segue calmo, com as cooperativas e indústrias do setor de ração parando para férias coletivas. 

No mercado físico, a soja  foi cotada a R$ 156,00/sc 60 kg em Parananguá. Preços continuam na faixa entre R$135 ,00 à  R$160,00/sc 60kg  e a disponibilidade é menos de 2% do volume total plantado.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
21/12/2020 150,98 -0,11% -6,67% 29,47
18/12/2020 151,15 0,11% -6,56% 29,71
17/12/2020 150,99 0,43% -6,66% 29,75
16/12/2020 150,35 -1,58% -7,06% 29,33
15/12/2020 152,76 0,90% -5,57% 30,02
         

A demanda doméstica por soja se enfraqueceu nos últimos dias, tendo em vista que muitas indústrias brasileiras já estão finalizando os processamentos deste ano. De acordo com pesquisadores do Cepea, o movimento de baixa, entretanto, foi limitado pela valorização do dólar. Além disso, já há preocupações quanto a um possível atraso no cumprimento de contratos em janeiro/21, devido ao cultivo tardio de soja no Brasil. No campo, a semeadura de soja foi finalizada em praticamente todo o País, restando apenas regiões de cultivos mais tardios, como o Rio Grande do Sul e Matopiba.

A cotação da soja em grão e o farelo de soja tiveram seus preços inferiores ao longo da primeira quinzena de Dezembro se comparados a última quinzena de Novembro. O motivo principal foi o dólar mais fraco. Em Mato Grosso, a cotação média caiu 4,7% na primeira quinzena de dezembro frente a última quinzena de novembro, e ficou cotada em média, em R$2.604,80 por tonelada, sem o frete. 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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