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Análise diaria mercado agricola milho soja açucar

Publicado em 03/11/2020 Editoria: AgroNews Comente!


CORN - MILHO 

A Bolsa de Chicago (CBOT) segue registrando ganhos para os preços internacionais do milho futuro nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 2,75 e 4,50 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).

Segundo informações do site internacional Successful Farming, as cotações dos grãos aumentaram no comércio da madrugada depois que um relatório do governo mostrou que a colheita não estava tão adiantada quanto alguns esperavam e com a demanda contínua por produtos agrícolas dos Estados Unidos.

miho  
       
  B3 (Bolsa)    
nov/20 81,75 0,20%  
jan/21 82,9 0,55%  
mar/21 81,41 0,01%  
mai/21 74,52 2,01%  
Última atualização: 18:00 (03/11)  
   

Os preços futuros do milho ganharam força na Bolsa Brasileira (B3) e passaram a subir nesta terça-feira (03). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,01% e 2,50% por volta das 11h56 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 81,41 com valorização de 2,33%, o janeiro/21 valia R$ 82,00 com elevação de 2,50%, o março/21 era negociado por R$ 80,76 com ganho de 2,16% e o maio/21 tinha valor de R$ 73,79 com alta de 1,01%.

As flutuações do cereal brasileiro retornam do recesso do feriado do Dia de Finados na última segunda-feira (02) seguindo o caminho do dólar ante ao real nesta manhã. Por volta das 09h19 (horário de Brasília), a moeda americana caia 0,51% e era cotada à R$ 5,71.

Os preços do mercado interno estão atingindo um ponto de equilíbrio, 18,57% mais alto do que antes das importações. Na visão dos analistas de mercado, os valores do cereal nacional “deverão se manter elevados até janeiro e fevereiro próximos”.

A terça-feira (03) chega ao final com os preços do milho se movimentando nas duas direções no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas desvalorizações em Porto de Santos/SP (1,18% e preço de R$ 84,00), Campinas/SP (2,35% e preço de R$ 83,00), Brasília/DF (2,99% e preço de R$ 65,00), Itapetininga/SP (3,61% e preço de R$ 80,00).

Já as valorizações apareceram nas praças de Cândido Mota/SP (0,71% e preço de R$ 70,50), Pato Branco/PR e Londrina/PR (0,72% e preço de R$ 69,70), Marechal Cândido Rondon/PR, Cafelândia/PR e Ubiratã/PR (0,74% e preço de R$ 68,50), Eldorado/MS (0,76% e preço de R$ 66,30), São Gabriel do Oeste/MS, Jataí/GO e Rio Verde/GO (1,43% e preço de R$ 71,00), Panambi/RS (2,71% e preço de R$ 75,00), Não-Me-Toque/RS (2,74% e preço de R$ 75,00), Amambaí/MS (2,74% e preço de R$ 75,00), Rondonópolis/MT, Alto Garças/MT e Itiquira/MT (3,11% e preço de R$ 66,30), Castro/PR (4% e preço de R$ 78,00) e Ponta Grossa/PR (5,56% e preço de R$ 76,00).

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA (Mercado)  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
03/11/2020 80,77 -1,37% -1,37% 14,05  
30/10/2020 81,89 -0,80% 28,70% 14,25  
29/10/2020 82,55 -0,15% 29,73% 14,35  
28/10/2020 82,67 1,46% 29,92% 14,4  
27/10/2020 81,48 2,27% 28,05% 14,36  

No encerramento de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (região de Campinas – SP) do milho chegou à casa dos R$ 82,00/saca de 60 kg, recorde real da série diária do Cepea, iniciada em agosto de 2004 (os valores diários foram deflacionados pelo IGP-DI de setembro/2020). No dia 30, o Indicador fechou a R$ 81,89/saca, forte aumento de 28,7% no acumulado de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação para o movimento de avanço – que segue firme há sete semanas – vem da demanda aquecida, do alto preço internacional e do dólar valorizado, estes dois últimos fatores que mantêm a paridade de exportação elevada. Muitos compradores consultados pelo Cepea, especialmente de São Paulo e do Rio Grande do Sul, relatam dificuldades em negociar grandes volumes. No Centro-Oeste, mesmo com a safra maior, vendedores seguem retraídos, atentos ao bom ritmo de exportação do cereal. Neste contexto, a comercialização segue lenta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea.


SUGAR - AÇUCAR

As preocupações com uma segunda onda de contaminação pelo novo coronavírus têm trazido incerteza para o mercado de açúcar, avalia, em relatório semanal, a Archer Consulting. De acordo com o diretor da consultoria, Arnaldo Correa, ainda não é possível saber os efeitos sobre o consumo da commodity e de combustíveis, o que torna difícil manter uma avaliação positiva sobre o cenário futuro de preços.

“Europa e Estados Unidos vão intensificar as medidas sanitárias para evitar a propagação do vírus. Especialistas gabaritados que acreditam na ciência admitem que a vacina poderá vir apenas em 2021, mas não descartam o primeiro trimestre 2022”, pontua o consultor.

Outro fator de incerteza vem da Índia. De acordo com Arnaldo Correa, o atraso na divulgação dos subsídios do país promove um desequilíbrio ao mercado. A expectativa é de que saia, mas em volume menor ao do ano passado, além da aprovação de um novo preço mínimo para o produto. No entanto, enquanto isso não acontece, usinas poder ser levadas a vender abaixo do mínimo.

Na avaliação do consultor, poucos agentes do mercado acreditam que o setor de açúcar na Índia ficará sem o subsídio. De qualquer forma, há um “sentimento” de que, se isso ocorrer, poderia haver o que chama de “colapso” no preço local. Com isso, a Bolsa de Nova York, principal referência de preços global da commodity, teria que atingir um ponto que tornasse o açúcar indiano novamente atrativo.

“É óbvio que esse preço tem que colapsar sem subsídio para a exportação, pois entre 5 e 6 milhões de toneladas de açúcar trarão enorme pressão no mercado doméstico”, afirma e questiona: “A pergunta de um milhão de dólares é como o mercado internacional de açúcar vai reagir se forem enxugadas de 5 a 6 milhões de toneladas de açúcar. E qual seria o preço de equilíbrio em NY sem a garantia de preço mínimo interno na Índia?”.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL ESALQ/BVMF - SANTOS
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
03/11/2020 100,84 0,23% 0,23% 17,53  
30/10/2020 100,61 0,22% 13,66% 17,5  
29/10/2020 100,39 0,03% 13,41% 17,46  
28/10/2020 100,36 1,20% 13,38% 17,48  
27/10/2020 99,17 0,21% 12,03% 17,48  
Nota: Reais por saca de 50 kg, com ICMS (7%) .      
  media R$ 100,27      
  valor saco $ 17,41      
  valor ton $ 348,17  porto santos - FAS - icmusa 130 - 180
                          com 7% icms  
           

O que tem havido de suporte aos preços da commodity vem dos fundos, lembra o diretor da Archer Consulting. Além de reforçarem a posição comprada para o vencimento de março de 2021, começaram a aumentar a pressão sobre o contrato de maio, apostando em condições favoráveis para rolarem a posição na bolsa americana.

“A posição, dos fundos não poderia ser mais confortável, pois embora ainda tenhamos mais de 100 dias pela frente até a expiração do contrato futuro de março de 2021, a inversão do mercado favorece a rolagem da posição comprada de março para maio uma vez que o fundo, ao fazê-la, estará vendendo o março mais caro do que a nova compra no maio, gerando um lucro realizado no seu portfólio”, explica.

Em meio a este cenário, o contrato de açúcar com vencimento em maio de 2021 encerrou cotado a US$ 0,1436 por libra-peso. Maio de 2021 fechou a US$ 0,1339 e julho do ano que vem a US$ 0,1282. Os três contratos são os de maior volume negociado em Nova York (ICE Futures US).

De acordo com a Archer Consulting, no períido de uma semana, o contrato de março sofreu uma desvalorização equivalente a US$ 7 por tonelada de açúcar. No Brasil, a perda foi compensada pela valorização do dólar em relação ao real.

“Um contrato a termo de moeda com liquidação financeira, mostrou excelentes valores em reais por tonelada para os açúcares de longo prazo. Pode ser essa uma das razões para a cotação de NY ter tido uma queda tão acentuada nos vencimentos mais longos. A melhora dos preços esta semana, foi em média de R$ 17,00 por tonelada”, analisa Arnaldo Correa, no relatório.

 

SOYBEAN - SOJA 

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago voltam a subir nesta terça-feira (3), depois das baixas registradas na sessão anterior. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações subiam enre 11 e 13 pontos nos principais vencimentos. Assim, o novembro tinha US$ 10,63 e o maio/21, US$ 10,55 por bushel. 

SOJA - CME - CHICAGO  
CONTRATO US$/bu Variação (cts/US$) Variação (%)  
nov/20 10,59 8,25 0,79  
jan/21 10,6425 12 1,14  
mar/21 10,5775 12,5 1,2  
mai/21 10,5475 12 1,15  
Última atualização: 17:00 (03/11)    
         

"Suporte da forte demanda de todos os lados. As compras agressivas de soja pela China nas últimas semanas, compra recorde de milho pelo México na semana passada e hoje licitações de compra de trigo mostram que ou o mercado está preocupado com a possibilidade de faltar produto em 2021 ou quer adiantar compras para não ter que comprar mais caro depois", explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da TradeHelp. 

Ao lado da demanda intensa, o mercado ainda acompanha o clima incerto na América do Sul, sob influência do La Niña, o que intensifica a volatilidade e a especulação. 

Ao mesmo tempo tempo, atenção ainda à colheita nos EUA - que está na reta final - e ao mercado financeiro internacional, principalmente no dia em que se encerra o processo eleitoral nos EUA. Entre as demais commodities, o petróleo liderava as altas, com ganhos de mais de 3% no WTI na Bolsa de Nova York. 

Espera-se que as margens globais de esmagamento de soja sejam apoiadas, pelo menos, nos próximos dois anos, pela decisão da China de continuar a reconstruir seu rebanho de suínos e profissionalizar seu setor pecuário, com a indústria se preparando para uma demanda crescente por proteínas, disse o CEO da Archer Daniels Midland (ADM) na sexta-feira. A informação foi divulgada pela TF Agroeconômica, citando o Agricensus. 

Segundo a consultoria, a companhia norte americana esmagou um volume recorde de soja até agora neste ano, baseada no aumento da demanda por farelo de soja pela China, enquanto suas margens de exportação dos EUA aumentaram, na contramão da demanda chinesa por soja e milho dos EUA. “A economia da China voltou dos efeitos da pandemia Covid-19 que a atingiu no início deste ano e está reconstruindo seu rebanho de suínos após ter sido atingida por um surto de peste suína africana (ASF) em 2018-2019", disse.  

"Achamos que provavelmente há, ainda, alguns anos à nossa frente para a China recuperar completamente o rebanho, pois acho que eles vão construir sua autossuficiência. Então, vamos ver força contínua nas margens de esmagamento e sentimos que isso vai impulsionar a demanda", disse Juan Ricardo Luciano durante uma chamada para investidores na sexta-feira. Luciano acrescentou que, embora haja um "grande esforço" na China para reconstruir o rebanho suíno, ela está profissionalizando o setor de pecuária ao mesmo tempo, o que está aumentando ainda mais a demanda por farelo de soja e milho."É por isso que você vê tanta atração da China por milho importado", completa. 

  soja US$ 5,76  
         
  B3 (Bolsa)      
CONTRATO US$/sc R$/sc VAR  
nov/20 23,23 133,8048 -0,68%  
  nenhuma negociação desde 29/10  
Última atualização: 13:42 (29/10)  
         

A demanda do setor suíno foi suplementada pelo setor avícola da China, que aumentou durante o surto de ASF e continuou a expandir-se mesmo com o rebanho suíno se expandindo novamente. "Certamente vemos 2021 com muito otimismo, condições estão lá para que tenhamos bons momentos. E não vemos que isso vai mudar. A demanda é forte", conclui Luciano. 

A China deverá comprar cerca de 4 milhões de toneladas da Argentina em 2021. Uma compra por trituradores chineses, com apenas um acordo relatado concluído na sexta-feira, com os prêmios dos EUA caindo ligeiramente. E os prêmios do mercado físico ficaram mais baixos na base CFR China não foram lucrativos o suficiente para impulsionar a demanda chinesa.

Os embarques de soja dos EUA em uma base da CFR China foram avaliados em 2 c/bu mais baixos no dia em 250 c/bu em relação aos futuros de janeiro, o que equivale a US$ 478 – o menor desde 13 de outubro deste ano. O mesmo embarque do Noroeste do Pacífico (PNW) foi avaliado em 5 c/bu mais baixo em 240 c/bu em relação aos futuros de janeiro em termos cfr, o que equivalia a US $ 474,25 /t.. 

Com o mercado FOB brasileiro efetivamente fechado para um feriado nacional e a Argentina fora de temporada, qualquer comércio foi limitado aos EUA. “No mercado de barcaças CIF Golfo, os prêmios para dezembro foram fixos em 91 c/bu e os valores mostraram um leve abrandamento nas cargas a 151 c/bu. Isso se traduziu em um preço fixo de $441/t, cerca de US $ 1/t mais baixos no dia. A Sinograin deverá comprar 4 milhões de t de soja argentina em 2021 em vez dos 3 milhões de t que compraram em 2020, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Argentina”, indica. 

No mercado de subprodutos, o óleo de soja fechou em baixa na Europa e China. “No porto chinês de Dallian a soja avançou para US$ 754,11 contra US$ 750,01 do dia anterior; o farelo de soja recuou para US$ 465,32, como os US$ 467,43 do dia anterior e o óleo de soja recuo para US$ 1.087,29 como os US$ 1.096,25 do dia anterior”.

SOJA - PREMIO  
CONTRATO VALOR  
out/20 200  
nov/20 240  
fev/21 120  
mar/21 90  
Última atualização: 03/11/2020  
     

No Brasil, os preços recuperaram novamente mais R$ 1,50 real/saca para R$ 169,50 no porto gaúcho de Rio Grande, para pagamento em novembro. Em Canoas o preço também recuperou mais um real/saca subindo para R$ 169,00 para pagamento em novembro. Em Ijuí e em Cruz Alta o preço permaneceu inalterado a R$ 170,00, para final de novembro. Em Passo Fundo também permaneceu inalterado a R$ 170,00, para final de novembro. Em Santa Rosa, os preços também continuaram a R$ 172,00/saca.

No Paraná, os preços de balcão recuaram R$ 10,00/saca e os de lotes só mediante oferta firme. No mercado de lotes, para entrega imediata e pagamento em dezembro os preços foram fixados em R$ 160,00/saca, em Ponta Grossa. No interior dos Campos Gerais, o preço recuperou mais 5 reais/saca para R$ 160,00, retirada imediata, mas pagamento no início de janeiro. Em Paranaguá a cotação do mercado disponível subiu 2 reais/saca para R$ 155,00, entrega no mês e pagamento final de outubro, cotação apenas nominal, porque não há negócios.

Pouca disponibilidade e insegurança provocam poucos negócios nesta semana no Mato Grosso do Sul. Da safra 2019/20 foram negociadas apenas 5.000 toneladas conhecidas, devido à pouca disponibilidade do produto apesar do preço de R$ 175,00/saca. Da safra 2020/21 o preço oferecido foi de R$ 128,00/saca, mas não houve ofertas.

No Mato Grosso, existem poucos negócios por baixa disponibilidade ou porque agricultor está focado no plantio. Da safra 2019/2020 foram feitas apenas 6.000 toneladas de fixações de preço e outras 6.000 tons de compra nova. Mercado e estoque praticamente zerados. Preços de referência entre R$ 175,00 a R$ 180,00/saca.

Preço soja referência (chicago ):$/MT 477,30   03/nov    
               
Preço Brasil - esalq - Paranaguá: $/MT 478,18   03/nov    
               
Preço Brasil - MI - Paranaguá: $/MT 462,96   03/nov    
PREÇO REFERÊNCIA FAS PARANAGUÁ NET.  Preço Brasil MI = R$ 160 por saca    
               

A temporada brasileira 2020/21 avança com preços médios da soja operando em níveis recordes reais em algumas praças. Considerando-se a média das regiões acompanhadas pelo Cepea, de outubro/19 para outubro/20, o valor da soja pago ao produtor (balcão) subiu 88% e o de negócios entre empresas (lote), 94%, em termos nominais. Pesquisadores do Cepea indicam que a sustentação inicial veio das firmes demandas interna e externa e da forte valorização do dólar frente ao Real, que tornou a exportação atrativa. Com fluxo crescente de embarques, os estoques domésticos estão baixos. Agora, pesquisadores do Cepea indicam que o atual semeio da safra 2020/21 em ritmo mais lento que em anos anteriores tem elevado as incertezas quanto ao volume a ser colhido, ao mesmo tempo em que as vendas antecipadas desta temporada estão em ritmo acelerado. Com isso, vendedores seguem resistentes em fechar novos negócios, seja envolvendo o grão remanescente da safra 2019/20 ou da nova.

Um terminal de exportação de grãos dos Estados Unidos perto de Baton Rouge, em Louisiana, embarcou na segunda-feira cerca de 38 mil toneladas de soja norte-americana em um navio graneleiro para envio ao Brasil, mostraram dados da agência portuária local vistos pela Reuters.

O pouco usual embarque dos EUA, segundo maior exportador global de soja, para o Brasil, principal fornecedor da oleaginosa, vem em momento em que o país sul-americano lida com uma alta nos preços dos alimentos.

O navio Discoverer chegou ao terminal portuário Louis Dreyfus Port Allen, em Louisiana, ao longo do rio Mississippi, na manhã de segunda-feira, segundo dados do Refinitiv Eikon.

O Discoverer é um navio que pode carregar cerca de metade da carga dos grandes Panamax, que são usados para levar embarques de entre 60 mil e 70 mil toneladas de uma única vez para grandes importadores como a China.

INDICADOR DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA - PARANAGUÁ  
  VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$  
03/11/2020 165,26 1,05% 1,05% 28,74  
30/10/2020 163,54 -0,17% 10,41% 28,45  
29/10/2020 163,82 -0,32% 10,60% 28,49  
28/10/2020 164,34 -1,34% 10,95% 28,62  
27/10/2020 166,57 1,12% 12,46% 29,36  
           

Os custos de produção de soja para esta safra estão 7,44% maiores em Mato Grosso. Isso representa um aumento de R$ 290,77/hectare. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) defensivos e custo de oportunidade são os fatores que puxaram a alta porque também foram impactados pela alta do dólar e do valor da soja. 

O preço da soja disponível no Estado teve novo patamar histórico, semana passada, quando fechou em média de R$ 159 a saca. Ano passado, no mesmo período, o preço médio era R$ 75,04. Com a alta de mais de 32% do dólar em 12 meses os produtores começaram a adiantar as compras para o ciclo 21/22 e o volume já é um recorde com 18,74% já negociados.

A semeadura da safra está em cerca de 25%, abaixo do ano passado devido à seca no começo da janela. Para este ciclo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta que serão plantados 10,2 milhões de hectares com a oleaginosa. No país estão previstos 37,8 milhões de hectares.

 

 

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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