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Nossas think tanks

Publicado em 21/08/2018 Editoria: Artigos Comente!


Vinicius Lummertz – Ministro do Turismo

Vinicius Lummertz – Ministro do Turismo

Estamos vivendo um novo momento em duas de nossas principais ‘think tanks’ -  expressão criada pelo escritor norte-americano Paulo Dickson para denominar fábricas de ideias, círculos de reflexão ou ainda laboratório de ideais. Mario Cesar de Aguiar assume a Federação das Indústrias, depois de sete anos revolucionários sob o comando de Glauco José Côrte, e Bruno Breithaupt vai para o terceiro mandato na Fecomércio SC com o desafio de renovar o setor e também a própria Confederação Nacional do Comércio (CNC), há 37 anos nas mãos do mesmo presidente.

É preciso deixar claro que, antes de serem fábricas de ideias, Fiesc e Fecomércio desenvolvem atividades que são fundamentais para que o desenvolvimento da indústria, do comércio de bens, serviços e turismo de SC chegassem ao patamar que chegaram, transformando-se em referência nacional e internacional. Por trás de tudo isso a Fiesc, por exemplo, tem 140 sindicatos filiados, 16 vice-presidências regionais. Sob sua batuta estão o Senai/SC, com 65 unidades fixas, 23 móveis, 454 salas de aula, 726 laboratórios didáticos e atuação em 250 cidades; e o Sesi, com unidades regionais que cobrem cerca de mil pontos no estado, prestando diariamente 300 mil atendimentos. Já a Fecomércio congrega 72 sindicatos dos setores de serviços, habitação, varejo, atacado, turismo, supermercados e comércio farmacêutico em Santa Catarina e também é gestora do Sesc (52 unidades fixas e móveis) e Senac (29 unidades operativas).

Mas as duas entidades são, como já disse, fábricas de ideias. E essas ideias surgem a partir de informações precisas, seguras e inéditas que são obtidas por intermédio de bureaus ultramodernos como o Observatório da Indústria, da Fiesc, ou das pesquisas Fecomércio SC sobre os resultados e tendências da temporada de Verão, festas regionais ou mesmo sobre projeções e resultados nas grandes datas do comércio. Foi assim, com base científica, que a Fiesc identificou 16 setores portadores de futuro na economia catarinense – e, na parte que me toca, destaco que o turismo está entre as prioridades em todas as regiões.

Importante ressaltar também que, quando foram construídas as Rotas Estratégicas e o Masterplan para o setor turístico, a Fiesc contou com a parceria efetiva da Fecomércio e do Sebrae – este, outra think tank de SC. O Turismo foi o último dos 16 volumes produzidos para constituir o Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC) 2022, que é imprescindível a qualquer governo que não se furte à responsabilidade de projetar o desenvolvimento catarinense não só para os próximos quatro anos, mas também para a décadas vindouras.

Nossas think tanks nada mais são do que o resultado do empreendedorismo, do trabalho e do talento do povo catarinense – instituições que se confundem com nossa própria história e com aquilo que queremos ser um dia.     

 

› FONTE: Floripa News (www.floripanews.com.br)

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