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Bondeconomia - Por Fernando Bond

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Havan só vai parar de crescer se governo não for pró-mercado

Publicado em 01/10/2018 Comente!

Loja da Havan em Jaraguá do Sul / Foto: Piero Ragazzi

Loja da Havan em Jaraguá do Sul / Foto: Piero Ragazzi

O presidente da Havan, Luciano Hang, concedeu uma entrevista à Folha de S. Paulo em que revela seus planos para 2019 e deixa claro que eles só não serão realizados “se a política econômica do próximo governo não for pró-mercado”.

Mesmo diante da incógnita, Hang abriu o jogo ao jornal, dizendo que vai investir nada menos que meio bilhão de reais no ano que vem para a abertura de 20 novas lojas no país. O dinheiro inclui a compra de terrenos, obras, móveis e estoques. “O capital demandado por cada operação varia, mas é de ao menos R$ 20 milhões”, explicou o empresário catarinense ao jornal paulista.

O tamanho mínimo de uma unidade é de 6 mil metros quadrados de área construída. Segundo a Folha, o montante usado na expansão virá do fluxo de caixa próprio e também de financiamentos obtidos junto a bancos privados. A empresa não revela o montante da sua dívida. “Todo o nosso planejamento está feito para realizar a expansão e temos recursos aprovados no orçamento”, afirmou Hang.

Para este ano, ele diz que “apesar do crescimento fraco do país, cumpriremos a proposta inicial de aportar R$ 300 milhões e chegar às 120 lojas em 2018. Da alta de 40% em receita que esperamos, 25 pontos virão dos novos negócios”. O faturamento deste ano deverá ser de R$ 7 bilhões. Ainda em 2018 serão inauguradas sete operações, inclusive as primeiras do Distrito Federal e no Rio Grande do Sul – em Brasília e Passo Fundo, respectivamente.

A Folha também apresenta um resumo dos números da Havan: faturamento de R$ 5 bilhões no ano passado, 113 lojas e 15 mil funcionários. A sede é em Brusque.

 

FAB E SENAI/SC PERTO DE PARCERIA

Cursos de mecânica de aeronaves e projetos de inovação na área espacial são algumas oportunidades imediatas de parceria que podem ser firmadas entre o Senai e a Força Aérea Brasileira (FAB). A avaliação é do comandante da Aeronáutica, tenente brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, que liderou visita de comitiva da corporação a unidades do Senai na Grande Florianópolis.

O grupo esteve na escola de mecânica de aviação, em Palhoça, e no Instituto de Inovação em Sistemas Embarcados, na Capital. "Com certeza, no que vimos em Palhoça, temos interesse na formação de técnicos para manutenção de aeronaves e já estamos trabalhando juntos - com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica - em projetos na área espacial", disse Rossato. "A espacial já é no mínimo uma área de extrema relevância para nós e que deve ter resultados bem ampliados a partir de agora". Segundo ele, a proposta é conhecer os campos de atuação do Instituto Senai para identificar outras oportunidades de parceria. Ele citou exemplos como os de veículos aéreos não tripulados (VANT) e monitoramento.

 

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