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Bondeconomia - Por Fernando Bond

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Lummertz faz palestra no dia em que Fiesc lança Rota da Indústria Criativa

Publicado em 17/09/2018 Comente!

Ministro Lummertz e o presidente da Fiesc / Foto: Filipe Scotti

Ministro Lummertz e o presidente da Fiesc / Foto: Filipe Scotti

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz lamentou na semana passada em Florianópolis que “nosso país tenha tantas dificuldades para criar ambientes propícios ao desenvolvimento e à criatividade como forma de progresso social e econômico”. Ele fez uma palestra sobre “Economia Criativa e Turismo” no lançamento do documento Rotas Estratégicas da Indústria Criativa, um dos 16 setores eleitos pela Federação das Indústrias (Fiesc) como portadores de futuro.

Ao lado do presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar (foto), o ministro afirmou que “o turismo hoje não é mais um setor econômico, mas uma ‘dimensão’, porque impacta e comporta muitos outros setores, sendo 52 deles diretamente – e a Economia Criativa também já passou para esse patamar”. Destacando que “um a cada cinco empregos do planeta hoje é gerado pelo turismo”, Vinicius Lummertz lembrou que o norte de Santa Catarina “passou há 20 anos por um processo de internacionalização que começou pela arte, pela criatividade, com a vinda da única escola do Balé Boshoi fora da Rússia para Joinville”.

Na visão do ministro, “essa internacionalização leva a que hoje Joinville e a região catarinense ocupem uma posição de vanguarda no país – um terço de suas das empresas são multinacionais, por exemplo. Isso acaba sendo refletido hoje pelo fato de a cidade realizar o maior festival de dança do mundo. Ou seja, a criatividade e a arte geraram desenvolvimento e hoje o desenvolvimento gera mais criatividade e arte”.


INVESTIMENTO: UM PAÍS FECHADO

O ministro criticou o fato de “o Brasil ter se fechado, depois de um momento de abertura nos anos 90. Os investidores querem vir para o nosso país, trazer bilhões e bilhões, mas nós criamos todos os tipos de impeditivos, além do próprio ‘custo Brasil’. Assim, para ele, “temos o maior potencial turístico do mundo, mas não conseguimos criar condições para o turismo crescer”.

Lummertz elogiou o trabalho que vem sendo feito pela Fiesc para “projetar Santa Catarina para os próximos anos, nessas rotas estratégicas que constituem o Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense, o PDIC”. A indústria criativa catarinense tem foco na criação de novos modelos de negócios, ampliação de mercado e já é reconhecida nacionalmente como a quarta maior do País. O setor reforça a integração da cadeia por meio da inovação e do empreendedorismo.

Com a Rota Estratégica, a Indústria Criativa realiza o seu planejamento estratégico, que permite avaliar os desafios e traçar ações de futuro para aumentar o potencial da atividade. 

 

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