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Bondeconomia - Por Fernando Bond

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Resultados Digitais faz movimentos estratégicos no mercado e no RH

Publicado em 03/09/2018 Comente!

FOTO CONVIVÊNCIA RD  CRÉDITO:  DIVULGAÇÃO/RD

FOTO CONVIVÊNCIA RD CRÉDITO: DIVULGAÇÃO/RD

Considerada um ícone entre as startups brasileiras, a catarinense Resultados Digitais – de ferramentas de marketing pela internet – passa por um momento de paradoxo. A parte boa da história é a compra da Plug CRM, de sistemas para gerenciar o relacionamento com clientes. A parte ruim foi a demissão de 10% do quadro de colaboradores em meados do mês passado, medida que pegou de surpresa não só os 70 funcionários, mas também o próprio mercado, que se acostumou a um comportamento mais “contemporâneo” por parte da empresa – que como toda startup moderna tem um ambiente informal, em que cabem até mesas de ping-pong nas áreas de conveniência (foto). A startup limitou-se a divulgar uma nota ao mercado, em que diz que “chegou a um momento de sua trajetória que exigiu readequação de funções para seguir crescendo com eficiência”, garante que as vagas serão reabertas ao longo de seis meses e que fez o possível para realocar os demitidos. De acordo com o site de notícias do setor Baguete, a RD teria levado um “puxão de orelhas dos investidores” por ter pessoas demais envolvidas com a venda do produto.  No final de 2016, a empresa recebeu um aporte de US$ 19,2 milhões, liderado pela TGP Growth. Dias depois desse episódio, a Folha de S. Paulo informou que a RD comprou a Plug e entrevistou o presidente da startup, Eric Santos, que afirmou ser natural no quadro de crescimento do mercado “que surjam sinergias entre as empresas”. Aliás, a reportagem da Folha era exatamente sobre essas “sinergias” que levam as startups às compras. O jornal lembra que ainda este ano, em março, a catarinense Decora – que produz imagens virtuais em 3D – foi comprada por US$ 100 milhões de dólares, um negócio que agitou mais ainda o mercado de TI, principalmente em Florianópolis, onde as cerca de 1200 empresas do setor já somam quase 45% do PIB da cidade.     

 

COMÉRCIO DE SC SE RECUPERA

Santa Catarina está na vice-liderança no saldo entre aberturas e fechamentos de lojas no primeiro semestre de 2018, atrás apenas de São Paulo (2.468). Foram criados 852 novos estabelecimentos comerciais com vínculo empregatício, conforme aponta estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Os dados entre janeiro e junho deste ano mostram que o mercado catarinense voltou a crescer, embora ainda não tenha revertido os prejuízos dos anos anteriores. Em 2017, SC foi o único estado do país com resultado positivo, mas em 2016 e 2015 quase 17 mil lojas fecharam as portas no Estado. O número anteriormente divulgado – cerca de 11 mil - foi revisado levando em conta as atualizações do Ministério do Trabalho.

 

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