Floripa News
Cota??o
Florian?polis
Twitter Facebook RSS
Bondeconomia - Por Fernando Bond

Bondeconomia Por Fernando Bond

Bondeconomia - Por Fernando Bond

Novo presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar coloca três “is” com metas

Publicado em 13/08/2018 Comente!

Posse na FIESC / Endrigo Righeto

Posse na FIESC / Endrigo Righeto

São três “is” que vão marcar o futuro das ações da Federação das Indústrias, desde a última sexta-feira sob a presidência de Mario Cezar de Aguiar, que tem a responsabilidade de suceder Glauco José Côrte (a quem cumprimenta na foto, no ato de posse), após sete anos de uma gestão considerada no mínimo “revolucionária” frente à Fiesc.

Os “is” são de internacionalização, inovação e infraestrutura e foram o destaque no discurso de Aguiar na concorrida solenidade que contou com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade. Afora esses três objetivos de futuro, o novo presidente quer ampliar as ações realizadas na gestão Côrte com relação a ambiente institucional, educação, saúde e segurança do trabalhador.

Eleito para um mandato que vai até 2021, Aguiar afirmou que “além de manter o plano estratégico vigente, concentraremos esforços no incentivo à internacionalização de nossas indústrias e na ampliação da agenda de inovação, com acesso às novas tecnologias e inserção de nossas empresas na Indústria 4.0. Indústrias mais inovadoras e internacionalizadas são mais competitivas frente às novas exigências da economia global”. Destacou que SC tem 1,1% do território nacional e mesmo com uma precária infraestrutura de transporte, o Estado produz 6% da riqueza nacional e possui o quarto maior parque industrial brasileiro. “Em 2017, fomos o Estado que mais empregos criou no país. E onde há uma indústria forte, há uma sociedade forte. Na sua grande maioria, nossas empresas são oriundas do próprio Estado, fruto do empreendedorismo da nossa população”.

Sobre o futuro do país, Aguiar propôs uma mudança no modelo econômico: “Para o Brasil avançar de maneira sustentável, precisamos migrar de um sistema de desenvolvimento baseado no simples incentivo ao consumo, para um modelo focado nos investimentos. Isso só será possível com o aumento da confiança do empresário. A confiança, por sua vez, depende de um ambiente de segurança jurídica, estabilidade política e ações do Governo para a implantação das reformas estruturantes”.


COM BREITHAUPT, DESAFIO COMUM

A segunda maior entidade representativa do setor produtivo, a Fecomercio-SC, também teve a posse do seu presidente, Bruno Breithaupt, na segunda-feira (13), para um terceiro mandato. Assim como Aguiar, Breithaupt assume com um grande desafio pela frente: a mudança nos mecanismos de incentivos fiscais que, queiramos ou não, foi o que impulsionou a economia catarinense nos últimos 30 anos.

No ano que vem serão R$ 5,9 bilhões, mas o Governo do Estado quer mudar as regras do jogo e cortar incentivos. Além de tudo, no seu discurso de posse, Aguiar tocou em outro ponto nevrálgico deste tema: “Precisamos acabar com a guerra fiscal e, sobretudo, promover a isonomia entre os estados. Nosso país é injusto, porém eficiente no momento de arrecadar. E é injusto e ineficiente na distribuição dos recursos”. 

 

Comentários

Bondeconomia

Por Fernando Bond

Agenda

+ eventos