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Bondeconomia - Por Fernando Bond

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WEG E SPIN VÃO SELECIONAR STARTUPS PARA DESENVOLVER NOVAS SOLUÇÕES INDUSTRIAIS

Publicado em 19/03/2018 Comente!

FOTO WEG PRÉDIO PRINCIPAL JARAGUÁ DO SUL  CRÉDITO:  WEG E SPIN VÃO SELECIONAR  STARTUPS PARA DESENVOLVER

FOTO WEG PRÉDIO PRINCIPAL JARAGUÁ DO SUL CRÉDITO: WEG E SPIN VÃO SELECIONAR STARTUPS PARA DESENVOLVER

NOVAS SOLUÇÕES INDUSTRIAIS

A multinacional catarinense WEG, que atua em cinco continentes com fábricas em 12 países e filiais em 29, firmou nova parceria estratégica com a Spin Exponencial Business para selecionar startups em diferentes estágios e que estejam alinhadas com temas e demandas de seu interesse. Considerada o principal hub de inovação do Norte Catarinense, a Spin irá, neste novo processo, selecionar startups com soluções focadas na predição de falhas em equipamentos industriais. Conforme o diretor de Engenharia da WEG, Milton Castela, a WEG está ampliando o modelo de inovação, passando a considerar os startups no processo. “A inovação aberta visa fortalecer nosso modelo e acelerar o nosso processo de inovação. Contratamos a Spin para nos ajudar neste processo porque ela é um dos primeiros hubs de inovação e aceleradora focada em indústrias”, explica. De acordo com o CEO da SPIN, o engenheiro Benjamin Farda, a Spin já nasceu como um innovation hub e aceleradora voltada às demandas de inovação das indústrias. “Continuamente ampliamos nossa capilaridade com parceiras nos principais polos de inovação do Brasil e do exterior, como no Vale do Silício e em Portugal, além de diversas outras em negociação”, destaca. Startups (software e hardware) podem se inscrever no processo de seleção da Spin até o dia 15 de abril, no link http://spin.capital/weg. A WEG é uma das maiores fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos do mundo, com um portfólio de 460 linhas de produtos e o investimento que faz em inovação gera resultados ao redor do planeta. Agora a companhia está atendendo a K + S Potash Canada (KSPC), subsidiária da K + S, uma empresa de recursos internacionais com sede na Alemanha. Em termos de estrutura de negócios internacionais, a K + S é o maior produtor de sal e um dos principais fornecedores de potássio do mundo. A WEG foi contratada para fornecer motores de baixa e média tensão para a mina KSPC Bethune, a primeira mina de terreno inexplorado de solução de potássio construída em Saskatchewan, Canadá.

SC SE PREPARA PARA EXPORTAR LEITE

Com uma produção que aumenta num ritmo de 6% ao ano, o estado quer agora conquistar o mercado externo. Para que o leite catarinense seja capaz de suprir o mercado internacional, o setor tem grandes desafios, passando pela redução de custos e organização logística da cadeia produtiva. O leite é a atividade agropecuária que mais cresce em SC. Envolvendo 45 mil produtores, a produção girou em torno de 3,4 bilhões de litros em 2017 – um incremento de 8% em relação a ano anterior. A produção está concentrada, principalmente, nas pequenas propriedades de agricultores familiares e representa uma importante fonte de renda no meio rural.  “O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética. Ainda temos muitos desafios pela frente e um deles é tornar nosso leite competitivo para exportação”, explica o ex-secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, que na semana passada entregou o cargo para o seu adjunto, Airton Spies.                                                                                  

 MAR LIMPO

FOTO PLÁSTICO NO MAR

CRÉDITO: DIVULGAÇÃO VOLVO RACE

Oito milhões de toneladas de plástico tomam conta dos oceanos todos os anos e a previsão é que em cerca de 30 anos haverá mais plástico do que peixes nos mares do mundo, aponta Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O papel de cada cidadão para evitar essa situação é o grande foco da edição 2017/2018 da Volvo Ocean Race, a maior regata do mundo à vela que chega a Santa Catarina em abril com diversas ações programadas em favor da natureza, com foco principal na limpeza dos oceanos. “Mais do que um evento esportivo mundial, a Volvo Ocean Race possui vocação para o engajamento social, para promover o bem-estar e a qualificação do meio de vivência da população. E está mais do que na hora de alertarmos para o intenso cuidado com os mares, fonte econômica, de sustento, transporte, esporte e lazer de todos”, lembra o presidente da Itajaí Stopover, Evandro Neiva.  

PLÁSTICOS

Os veleiros já saíram de Auckland, Nova Zelândia, e navegam em direção a Itajaí, que também viverá a experiência proposta pela ONU Meio Ambiente com a campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic” (Mares limpos: o mar não está para plástico), que visa alertar sobre a poluição dos oceanos causada pelo descarte e consumo irresponsáveis de plástico, sobre as atividades potencialmente poluidoras e orientar para o destino correto do lixo. Mais de 40 países já aderiram à campanha. Em Itajaí serão realizadas ações como projeções no ‘The Globe’, orientação de visitantes para que assumam compromissos de redução do consumo de plástico, abordagem entre barcos de lazer e turismo para conscientização do descarte correto do lixo em alto mar, além do apoio de outras ações sustentáveis realizadas na Vila da Regata.  

FALANDO NISSO

“A poluição plástica é um problema global que precisa de solução global”

Denise Hamú, Representante da ONU Meio Ambiente no Brasil  

Senai e Sesi

FOTO INAUGURAÇÃO INSTITUTO DA INDÚSTRIA

CRÉDITO: MARCOS CAMPOS/FIESC

Glauco José Côrte deixa sua marca definitiva na presidência da Fiesc – cargo que deixará em agosto – com a inauguração (foto) do Instituto da Indústria, que recebeu investimentos de R$ 15 milhões para promover o desenvolvimento de inovações para o setor industrial. A estrutura, de 3,3 mil m², no Sapiens Parque, em Florianópolis, abriga o Instituto Senai de Inovação em Sistemas Embarcados e o Centro de Inovação Sesi em Tecnologias para Saúde. Para Côrte, a união do Instituto Senai e do Centro Sesi em uma estrutura única é uma combinação perfeita. “De um lado, temos o Senai que vai promover a melhoria da competitividade e de outro temos o Sesi, que vai cuidar da saúde, segurança e requalificação do trabalhador”, afirmou.  

INDÚSTRIA 4.0

Na inauguração do novo complexo também foi lançada a Carta da Indústria 4.0, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Indústria 4.0 é conceito proposto recentemente, a partir da Alemanha, e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. O novo instituto leva o nome do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, que no seu pronunciamento enalteceu a participação do presidente da Fiesc não só na defesa da indústria catarinense, mas também brasileira, na CNI. “No Sistema Indústria temos pessoas muito competentes e essas pessoas têm a preocupação de inserir o setor numa nova fase que é hoje a 4.0. Precisamos estar preparados. As indústrias que vão sobreviver são aquelas indústrias que investirem em ciência, tecnologia e inovação”, afirmou.  

FALANDO NISSO
“A ruptura representada pela indústria 4.0 é uma ameaça, sem dúvida, mas avaliamos também como uma grande oportunidade de o Brasil se alinhar a essas tendências”.

Glauco José Côrte, presidente da Fiesc .

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