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Bondeconomia - Por Fernando Bond

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PRÓ-REITOR DA UDESC ESTÁ ENTRE OS 100 SELECIONADOS PARA RENOVAÇÃO POLÍTICA

Publicado em 08/01/2018 Comente!

FOTO LEONARDO SECCHI CRÉDITO: DIVULGAÇÃO

FOTO LEONARDO SECCHI CRÉDITO: DIVULGAÇÃO

Em momento nenhum da história nacional, uma eleição como a deste ano esteve tão impregnada pela economia. Depois de uma recessão histórica e de escândalos financeiros que tiveram como protagonistas políticos e grandes empresários, o país sai em busca da redenção econômica e política. Especialista em políticas públicas, com formação internacional, o catarinense Leonardo Secchi foi um dos 100 escolhidos no país para receber uma bolsa da ONG RenovaBR. A entidade, que conta entre os apoiadores o apresentador Luciano Huck, tem como objetivo “acelerar” novas lideranças e viabilizar o acesso do cidadão comum ao Congresso Nacional e às assembleias legislativas. Nesta entrevista, o professor explica porque bons gestores, preparados e honestos, são importantes nas casas legislativas e nos governos. 


O que significa ganhar essa bolsa do Renovar BR?

Secchi - É uma aposta em uma nova classe política. Os 100 escolhidos no processo seletivo nacional foram avaliados tanto pela questão de valores, bandeiras, conduta, quanto pelo potencial de sucesso para a renovação política nas eleições 2018 e nos próximos anos. Receberemos um curso de capacitação, mentoria com estrategistas políticos e também ajuda financeira para podermos fazer frente às necessidades de viagens e ausência no trabalho. Sem esse tipo de ajuda ficaria difícil competir com os atuais mandatários que já possuem verdadeiras máquinas eleitorais.


Com os primeiros resultados das pesquisas de intenção de voto, que apontam para candidatos com propostas retrógradas, você acredita que o eleitor brasileiro fará uma renovação política em 2018?

Secchi - Acredito que sim no âmbito do legislativo, em especial nas eleições para deputado federal e estadual. As taxas de renovação sempre giram em torno de 30% a 40%, mas desta vez há um clima popular de "não reeleja ninguém", o que poderá levar à renovação de mais da metade dos nossos políticos. Já nos cargos majoritários, tanto de governador e senador, quanto presidente, o quadro é menos esperançoso no curto prazo. Candidaturas viáveis para estes cargos dependem de muitos apoios partidários e muito dinheiro, tornando difícil que novos nomes venham a conquistar de imediato. No entanto, é uma semente que deve ser plantada em 2018, garantir espaços e dar o voto de confiança em gente nova, capacitada e que atue com missão pública. 


O que é um programa de Governo moderno, um parlamentar &39;avançado&39; - e isso passa por um envolvimento maior com a iniciativa privada, com concessões, PPPs, desestatização e gestão por uma economia sustentável?   

Secchi - Um programa de governo moderno é aquele que diz “como” irá fazer a implementação das políticas públicas. Prometer mundos e fundos é fácil e as pessoas já estão cansadas de promessas. O moderno é dizer quais as metas, de onde virão os recursos e como irá ser feita a coordenação técnica e gerencial dos órgãos para a execução dos programas e ações. A pauta das privatizações, concessões, mercantilização e PPPs deve ser vista como uma alternativa. Isso não quer dizer que em toda situação a privatização será boa. Nem dizer que a estatização seja remédio para tudo. Existem critérios e métodos para avaliar custos e benefícios de manter um serviço público ou privado, se devemos privatizar ou não escolas, creches, provedoras de água e esgoto, energia, transporte, rodovias, bancos e até a previdência.  Em algumas situações a privatização é benéfica, quando as forças de mercado estão maduras, há concorrência, há mecanismos de avaliação de desempenho. Em outras situações a privatização seria uma tragédia como, por exemplo, em serviços básicos de saúde, educação e segurança.  

BEE2SHARE                                                                                                                                         

A Bee2Share, ‘acelerada’ pela Spin Exponential Business, de Jaraguá do Sul, acaba de ser citada pela Startse, maior ecossistema de startups do país, como uma das dez ideias inovadoras mais promissoras para 2018. De acordo com a publicação, ela merece atenção por se tratar de uma plataforma que conecta as indústrias, solucionando o problema de quem tem máquinas ociosas e também daqueles que precisa dos equipamentos para produzir mais. Recentemente, a startup também ganhou destaque na mídia nacional no Jornal da Band.  

EM PIÇARRAS

A Rôgga entregou um dos empreendimentos imobiliários mais completos do litoral. Construído em região privilegiada em Piçarras, o Bali Beach Home Club inova pelas mais de 30 opções de lazer, por estar localizado à beira-mar e trazer o open mall no térreo do empreendimento, com 16 salas comerciais. O Valor Geral de Vendas (VGV) de todo o empreendimento foi de R$ 130 milhões. “Foi uma obra gigantesca, feita em três anos, o maior empreendimento imobiliário construído em Piçarras”, destaca Vilson Buss, presidente da Rôgga, empresa que está entre as 50 mais inovadoras do Sul do Brasil, segundo pesquisa do Grupo Amanhã. Desde 2006, já construiu mais de 320 mil m², entre Joinville, Jaraguá do Sul, Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha. (740)

MERCEDES-BENZ                                                                                                                                              

A procura por automóveis premium no Brasil e em SC ganhou fôlego em 2017. Após dois anos de vendas retraídas, o segmento apresentou resultados mais otimistas, com destaque para o portfólio da Mercedes-Benz, líder absoluta no setor. No Brasil, a montadora fechou na dianteira com 12.466 modelos comercializados. O Grupo DVA, representante exclusivo no estado, com concessionárias em Balneário Camboriú, Blumenau, Joinville e São José (Grande Florianópolis), acompanhou os bons resultados da matriz nacional, terminando também na liderança, com 864 carros vendidos. Como no país, os modelos mais vendidos foram os das famílias Classe C e GLA.  

É LUXO                                                                                                                                                     

E falando em automóveis premium, o mercado de luxo no mundo cresceu 5% em 2017. Movimentou U$ 1,44 trilhão, ou seja, algo como R$ 4,7 trilhões. O desempenho foi justamente impulsionado por carros de luxo, artigos pessoais e serviços, com expansão em todas as regiões do planeta, especialmente na China.  

Feliz 2017!   
 
                                                                                                                                                    
A economia catarinense reflete, agora, tudo aquilo que a gente comentou e noticiou aqui no ano passado. Comércio e agricultura tiveram excelentes resultados, acima da média brasileira. E a indústria impressiona: no acumulado de 2017, as exportações catarinenses somaram US$ 8,51 bilhões, avanço de 12% frente ao mesmo período de 2016. O desempenho coloca o Estado em oitavo lugar no ranking das exportações, responsável por 3,9% das vendas externas brasileiras. “Tão importante quanto a alta de 12% nas exportações, é o fato de que o resultado de 2017 é o melhor registrado desde 2014, o que contribuiu para a recuperação da economia”, avalia o presidente da Federação das Indústrias, Glauco José Côrte.  

FALANDO NISSO

“A balança comercial é o primeiro indicador fechado com os 12 meses de 2017 e confirma que o período representou o ano em que o Brasil saiu da recessão mais severa dos últimos 120 anos”

Glauco José Côrte, presidente da Federação das Indústrias (Fiesc)   
 

DESTAQUES

Os destaques da participação na pauta exportadora do estado em 2017 foram a carne de aves, que ocupa a primeira posição (com crescimento de 12,6% em relação a 2016), seguido pela soja (com ampliação de 19,2%) e pela carne suína (com avanço de 14,1%). Esta última representa 40,5% de todo o produto exportado pelo país. Com exceção da soja, todos os demais produtos de destaque da pauta catarinense possuem uma contribuição significativa na exportação nacional.  

PARA ONDE                                                                                                                                                         

Entre os trinta principais parceiros comerciais, que representam 92,2% das vendas externas do estado, os destaques são: EUA (responde por 16,57% dos embarques), China (11,28%), Argentina (6,88%), México (4,70%), Japão (4,69%) e Rússia (4,51%). No ano, as importações do estado apresentaram crescimento de 21,4% em relação ao mesmo período de 2016 (US$ 12,25 bilhões).  

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