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Bondeconomia - Por Fernando Bond

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RIQUEZA DOS CRUZEIROS MARÍTIMOS

Publicado em 11/12/2017 Comente!

FOTO TEDESCO, LUMMERTZ E MOACIR PEREIRA  CRÉDITO: FERNANDO BOND

FOTO TEDESCO, LUMMERTZ E MOACIR PEREIRA CRÉDITO: FERNANDO BOND

O jornalista Moacir Pereira estava bastante emocionado no lançamento do seu livro ‘Cruzeiros Marítimos – Surpresas, Descobertas e Riquezas Culturais’, num final de tarde esplendoroso no Atracadouro Barra Sul, em Balneário Camboriú, onde nesta temporada vão fazer escala 20 transatlânticos, trazendo à região 81 mil passageiros e tripulantes, injetando cerca de R$ 45 milhões na economia local. “Fico emocionado porque SC entrou na rota mundial dos navios de cruzeiro e porque hoje estamos aqui neste belo cenário que é a vitrine internacional do turismo brasileiro”, disse o jornalista. Ele fez uma homenagem ao empresário Julio Tedesco (à esquerda na foto), que com muita luta e persistência construiu não só o Atracadouro, mas também o Parque Unipraias e o Teleférico, que deram a estrutura de atratividade turística que Balneário Camboriú precisava. E agradeceu ao presidente da Embratur, Vinicius Lummertz (centro), por ter feito o prefácio da obra.  “Cruzeiros Marítimos é muito mais que um relato sobre uma viagem de duas semanas a bordo de um navio de cruzeiro pelas Ilhas Britânicas. Trata-se de uma descrição precisa de uma nova forma de se viajar pelo mundo e que tem crescido exponencialmente, o Turismo de Experiência”, escreveu Lummertz, lembrando que “cada vez mais o viajante atual deseja se aprofundar e absorver o máximo da cultura, história, literatura, gastronomia”. O movimento com passageiros de transatlânticos injetou R$ 1,9 bilhão na economia brasileira no ano passado. “Podemos multiplicar isso infinitamente nos próximos anos pelo potencial dos nossos mais de 7 mil quilômetros de litoral”, observou Lummertz, que lembrou também que neste momento o Ministério do Turismo investe R$ 18 milhões em parceria com o Governo do Estado e prefeitura na construção do Centro de Eventos de Balneário Camboriú.  
 

DINHEIRO DO FUNDAM VIABILIZA OBRAS E GERA EMPREGOS NOS MUNICÍPIOS DO INTERIOR DE SC
 

O Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam) está injetando um dinheiro importante para a economia catarinense, gerando emprego e renda em cidades onde as prefeituras têm dificuldades para investimento porque a conta do custeio engole boa parte da arrecadação. É o caso de Barra Bonita, de menos de 3 mil habitantes, no Extremo-Oeste: seu grande potencial econômico é a exploração de água mineral, mas para isso era preciso dinheiro para a construção de uma ponte que oferecesse acesso às fontes. Dias atrás a cidade recebeu R$ 603 mil do Fundam para começar a obra, que já está licitada. Além disso, duas comunidades do interior do município, Águas de Araçá e Três de Maio, vão ganhar calçamento. No mesmo dia, o governador Raimundo Colombo também assinou os convênios de R$ 1,2 milhão com Barra Velha, Guarujá do Sul e Rio do Oeste. Ainda é dinheiro do Fundam I, que garantiu mais de R$ 606 milhões para investimentos em todos os 295 municípios catarinenses, que tem 455 convênios assinados, com R$ 582 milhões. Enquanto isso, o governador visita os municípios que estão sendo contemplados com a segunda edição do programa. Nos últimos dias, foram São Pedro de Alcântara, Presidente Getúlio, Braço do Trombudo, Monte Castelo, Timbó Grande, Presidente Nereu e Leoberto Leal.  
 

MÁQUINAS 
 

FOTO SÓCIOS BEE2SHARE

CRÉDITO: BEE2SHARE/DIVULGAÇÃO
                                                                                                                                                                                    Na era do compartilhamento as pessoas espalham ideias, trocam informações e fazem negócios o tempo todo. Nesse contexto, surge Norte de SC a Bee2Share, uma startup brasileira que nasceu nos EUA por meio da observação do mercado por três brasileiros. “Nós fazemos com as máquinas da indústria o que o Uber faz com os carros e o que o Airbnb faz com os espaços ociosos”, resumem os fundadores Claudio D’Amato, Diego Vegini e Derian Campos (foto). A ideia é compartilhar máquinas a partir de uma plataforma online: de um lado empresários se cadastram em busca de equipamentos e, de outro, companhias “alugam” máquinas ociosas. 
 

PROJETOS            

                                                                                                                                                                                      Para estimular a participação da sociedade no desenvolvimento de projetos nas áreas de pesquisa e desenvolvimento e de eficiência energética, a Celesc está com chamadas públicas abertas para iniciativas nessas áreas. Nos últimos anos, a empresa vem investindo cerca de R$ 60 milhões nos dois programas. Os interessados têm até 5 de janeiro para inscrever os projetos de P&D, no site http://gestaoped.celesc.com.br e até o dia 12 de janeiro de 2018 para inscrições voltadas à eficiência energética, no site http://site.celesc.com.br/peecelesc/index.php/chamadas-publicas.  


ARQUITETURA

FOTO EQUIPE CASA DA ÁRVORE

CRÉDITO: DIVULGAÇÃO

                                                                                                                                                                                      No último ano, a Casa da Árvore se consolidou no mercado joinvilense e aumentou o faturamento de 17,3%. O escritório, fundado em 2014, tem como objetivo propor a arquitetura como ferramenta estratégica para empresas e empreendimentos comerciais. “A estrutura de um lugar precisa colaborar para a necessidade do cliente no mercado. Extrapolamos o conhecimento técnico, pensamos também nos negócios de quem atendemos”, diz Fabio Rivero, que lidera a equipe composta também por Maykon Osório, Mohana Olm e Renato Dutra (foto). 

Natal 2018                                                                                                                                            

Enquanto comércio e indústria vibram com a reação do consumidor neste final de ano, a mídia internacional já começa a divulgar o que será novidade em 2018 no mercado brasileiro. Uma das coqueluches serão os “phablets”, aparelhos com telas maiores do que as 5,5 polegadas atuais, e que proporcionam mais entretenimento em vídeo, jogos, mídias sociais e outras aplicações com fluxo pesado de dados. A previsão do mercado é de que até 2021 as vendas desse tipo de aparelho, um mix de fone com tablete (cujas vendas vêm caindo nos últimos três anos), vão bater em 1 bilhão, superando os 700 milhões de celulares menores. E outra novidade – ainda para poucos – será o carro elétrico mais “popular”. A GM anuncia o início das vendas para o ano que vem. A companhia ainda não definiu o modelo, mas tudo indica que será o Bolt, lançado nos EUA há um ano. Hoje a única montadora que vende elétricos no Brasil é a BMW, mas o modelo i3 mais simples custa R$ 160 mil. Como toda boa novidade, também o carro elétrico terá um dia um preço mais acessível, mas não custa já ir pedindo um para o Papai Noel no ano que vem.  
 

NA MODA 

 

FOTO OCTA FASHION

CRÉDITO: ADRIANO DEBORTOLI

                                                                                                                                                                          Formandos de Moda da Universidade da Udesc apresentaram no Centro de Eventos de Canasvieiras, em Florianópolis, suas minicoleções de conclusão de curso no Octa Fashion - desfile que anualmente apresenta novos criadores ao mercado brasileiro. Referência no país, o evento chegou a sua sétima edição, projetando ainda mais o curso da universidade, reconhecido como o melhor de Design de Moda do Brasil. E dos bancos da instituição saíram nomes que hoje se destacam em grandes grifes nacionais e internacionais, como Burberry, Chanel, Dudalina e Malwee. Na foto, destaque para a coleção "Abayomis", da estudante Hevilyn Góes. 

 

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